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  • Mova-se – Intercedendo pelo Rio de Janeiro

    Mobilização de Oração pela Nação    Como Igreja, somos chamados a orar e defender a vida, permanecendo firmes na Palavra de DEUS. Intercedemos para que o amor de Cristo seja conhecido, que o derramamento de sangue cesse e que o espírito de violência e morte seja arrancado da cultura brasileira.    As batalhas pelo domínio político e territorial se intensificam em vários estados da nação. Forças espirituais buscam corromper autoridades e governos, espalhando caos e destruição. Ore conosco, paralisando as obras do mal e intercedendo por cada estado do Brasil.    Motivos de Oração e Arrependimento Que as leis e autoridades do país sejam libertas da influência de criminosos e interesses corruptos;  Que o governo e a nação se arrependam das ideias de injustiça que hoje dominam o país;  Que haja arrependimento por uma educação e cultura que têm ensinado o erro e afastado as pessoas de DEUS — inclusive dentro de congregações influenciadas por essas ideias; Que DEUS perdoe a aliança entre governo, facções e o tráfico de drogas, que causa tanta violência, ódio e vingança; Que o povo e seus líderes se arrependam por terem deixado de lado a Constituição e os princípios da verdade e da justiça;  Que centros culturais, congregações e líderes religiosos reconheçam seus erros e tendências em apoiar ideologias contrárias à Palavra de DEUS;  Que haja separação clara entre a Igreja e o Estado. Que a Igreja se arrependa das alianças políticas e dos patrocínios que venderam sua pureza em troca de poder e influência; Que a verdadeira Igreja volte a ser consciência do Estado, não dependente de recursos públicos, mas sustentada pela fé e pelo exemplo de boa consciência diante de DEUS e dos homens;  Que a Igreja de Cristo seja restaurada e volte a viver com a visão do Reino, alcançando e transformando viciados, traficantes e todos os que estão presos pela maldade; Que se cumpra a Palavra do SENHOR: que Seu Nome seja honrado, e todas as nações reconheçam que Ele é justo e governa com verdade.    Foco de Oração Ore pelos governadores, pelos comandantes e policiais envolvidos nas operações contra o crime organizado. Peça a DEUS que lhes dê força, proteção, coragem, discernimento e livramento diante das ameaças e da falta de apoio político. — " Pois as autoridades não causam temor naqueles que fazem o que é certo, mas sim nos que fazem o que é errado." – Romanos 13:3a    Decreto Divino contra a Injustiça em nossa Nação Isaías 10:1-4 — “Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem decretos de opressão, para privar os pobres de seus direitos e da justiça os aflitos do meu povo, fazendo das viúvas sua presa e dos órfãos o seu despojo! Que fareis vós no dia do castigo, na calamidade que vem de longe? A quem recorrereis em busca de ajuda? Onde deixareis a vossa glória? Nada mais restará senão curvar-se entre os prisioneiros e cair entre os mortos. Com tudo isso, a ira do SENHOR não se desviou, e a Sua mão continua estendida.”     Propósito para Igreja  Jeremias 29:7 — “Buscai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao SENHOR; porque na Sua paz, vós tereis paz.”     Que o SENHOR desperte Sua Igreja para se posicionar com discernimento, arrependimento e fé — até que a justiça de DEUS se manifeste sobre toda a nação.     Também fizemos uma pauta para a COP30. Clique no link e acesse .    Mova-se em DEUS intercedendo pelo Rio de Janeiro! Por um Brasil de joelhos aos pés de Cristo!

  • Mova-se – como sentinela da Região Norte

    REUNIÃO DA COP 30 EM BELÉM/PA – 10 a 21/Nov/25 Belém, o Pará, a região Norte e o Brasil se preparam para receber a COP 30, que significa  “Conferência das Partes”  (“Conference of the Parties”, da sigla em inglês), em que as partes representam os países-membros associados, que se reúnem durante o evento, por um período de duas semanas, para avaliar a situação das mudanças  climáticas no planeta; é a conferência das Nações Unidas sobre mudança climática. Este encontro internacional será realizado nos dias 10 a 21 de novembro de 2025.  Como Igreja e nação, precisamos estar alertas e posicionados em arrependimento, oração e adoração, conscientes do nosso papel de sentinelas. CONVOCAÇÃO Por se tratar de um evento internacional, entendemos o nível desta batalha e chamamos os sentinelas da nação para se juntarem a este movimento de cerco de oração e adoração, resistindo aos planos malignos de roubo e saque das riquezas do Brasil, e chamando à existência os planos e propósitos do SENHOR. ADORAR EM TODOS OS TURNOS: – Salmo 93 e 97 PROCLAMAMOS: Efésios 5:11-14 – “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha. Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz. Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do SENHOR.” Salmos 28:7 – “O SENHOR é a minha força e o meu escudo; Nele confiou o meu coração, e fui socorrido; assim o meu coração salta de prazer, e com o meu canto O louvarei.”   Zacarias 2:5 – “Pois EU, diz o SENHOR, serei para ela um muro de fogo em redor, e para glória estarei no meio dela.”  Pedimos ao nosso PAI eterno, que, em Nome do SENHOR Jesus, Seus escudos estejam sobre a amada Igreja do SENHOR Jesus no Norte do nosso país, como também sobre todo o Corpo de Cristo que se levantam como sentinelas e se colocam sobre a torre de vigia nesses dias de batalha pela região Norte e pela nação Brasileira.   ARREPENDIMENTO: Números 25:1-3 – “Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas. Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel.” Apocalipse 2:12-16 – “Ao anjo da Igreja em Pérgamo escreve: Estas coisas diz Aquele que tem a espada afiada de dois gumes: Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o Meu Nome e não negaste a Minha fé, ainda nos dias de Antipas, Minha testemunha, Meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. Tenho, todavia, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.  Outrossim, também tu tens os que da mesma forma sustentam a doutrina dos nicolaítas. Portanto, arrepende-te; e, se não, venho a ti sem demora e contra eles pelejarei com a espada da Minha boca.”  Igreja:  nos arrependemos e pedimos perdão, por nos relacionarmos com os prazeres do mundo, abandonando o caminho da verdade que somente é possível no SENHOR Jesus Cristo. Nação: pelos pecados de idolatria, feitiçaria e rituais que invocam outros deuses praticados na região e na nação. Pelos pecados de imoralidade sexual, todo tipo de perversão sexual e prostituição, praticados na Igreja, região e nação.  Por toda aliança ou acordo feito, contrários à vontade de DEUS. Colossenses 3:2-4 – “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em DEUS. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com Ele, em glória.” Pedimos perdão pela cobiça, por desejarmos as riquezas desse mundo e por não nos contentarmos com aquilo que o SENHOR tem nos dado.     PROCLAMAMOS: João 6:47-51 – “EU SOU o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do Céu, para que todo o que dele comer não pereça. EU SOU o pão vivo que desceu do Céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que EU darei pela vida do mundo é a Minha carne.”  Oramos pela restauração da Igreja, para que seu alimento seja o próprio SENHOR Jesus a fim de cumprir o propósito do PAI na terra em obediência e temor. Para que os filhos remidos pelo sangue da nova aliança assumam os lugares de influência com entendimento de seu chamamento e vocação para cumprir o propósito de DEUS na terra, alinhando tempo e estação, obediência, fidelidade e temor. ARREPENDIMENTO: Salmos 24:1-10 – “e os que Nele habitam. Fundou-a Ele sobre os mares e sobre as correntes a estabeleceu. Quem subirá ao monte do SENHOR? Quem há de permanecer no Seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente. Este obterá do SENHOR a bênção e a justiça do DEUS da Sua salvação. Tal é a geração dos que O buscam, dos que buscam a face do DEUS de Jacó. Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o REI da Glória. Quem é o REI da Glória? O SENHOR, forte e poderoso, o SENHOR, poderoso nas batalhas. Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó portais eternos, para que entre o REI da Glória. Quem É esse REI da Glória? O SENHOR dos Exércitos, Ele é o REI da Glória.” Nos arrependemos, pedimos perdão e renunciamos a todos os acordos que aprisionam povos e etnias, privando-os de acesso à educação de qualidade, gerando como consequência a ignorância intelectual; Renunciamos a adoração aos povos originários, que são reconhecidos como aqueles que estão desde o princípio e valoriza a diversidade de cada povo. PROCLAMAMOS: Filipenses 3:14-16 – “Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de DEUS, em Cristo, o SENHOR Jesus. Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto DEUS vos esclarecerá. Todavia, andemos de acordo com o que já alcançamos.”  Filipenses 2:15,16 – “Para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de DEUS inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo, preservando a palavra da vida, para que, no Dia de Cristo, eu me glorie de que não corri em vão, nem me esforcei inutilmente.”  Oramos para que a Igreja reconheça a sua identidade no SENHOR Jesus Cristo, a fim de receber recursos da parte de DEUS para se movimentar de forma estratégica na sabedoria de DEUS.  ARREPENDIMENTO: Apocalipse 22:13 – “EU SOU o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.” Renunciamos ao modelo econômico que visa a supremacia dos interesses de grandes acionistas estagnando o crescimento do início da cadeia produtiva (agricultura familiar, extrativistas, prestadores de serviço, trabalhadores autônomos e toda a classe trabalhadora).   Renunciamos aos acordos diplomáticos, no que se refere às pirâmides, tendo como base de um lado governo e integração público e privado, do outro lado da base economia e no topo da pirâmide políticas públicas (assistencialista), modelo este que não visa a liberdade e resgate da condição de vulnerabilidade, mas que o torna dependente do recuso do governo.      Renunciamos a toda forma de coalizão com países vizinhos detentores de territórios amazônicos, o que poderia tirar a soberania brasileira da parte de seu território suprimindo tomadas de decisões, ou seja, necessitando de anuência dos países de coalizão amazônica. Oramos para que sejam levantadas políticas de sustentabilidade e que a verdade do SENHOR exponha todo o engano sobre as estratégias de mobilização propostas pelos governos amazônicos.     Oramos pelas pessoas investidas de autoridade no poder Executivo, Legislativo e Judiciário para que reconheçam o SENHOR Jesus e que suas tomadas de decisões sejam justas e alcance os necessitados.  PROCLAMAMOS: Romanos 11: 5;16 – “Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se forem santas as primícias da massa, igualmente o será a sua totalidade; se for santa a raiz, também os ramos o serão.”  Sofonias 3:12-13 – “Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o Nome do SENHOR. Os restantes de Israel não cometerão iniquidade, nem proferirão mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa, porque serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante.”  Oramos pelas nossas fronteiras, fechando os acessos, portais, caminhos, que toda forma de acesso ilegal pela água, por terra e pelas águas sejam denunciadas e o SENHOR lidere os seus fechamentos. Salmos 121:4 – “É certo que não dormita, nem dorme o Guarda de Israel.”  Oramos para que os tratados, memorandos, acordos e termos de cooperação entre instituições públicas e privadas a favor de regulamentar pautas que legitimam o pecado, sejam expostos diante do Guarda de Israel que está atento a todas estas movimentações 1 Timóteo 2:1,2 – “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranquila e mansa, com toda piedade e respeito.” Oramos por um tempo de adoração no Espírito Santo de DEUS. Que a adoração verdadeira suba e sopre toda atmosfera da região, dissipando toda frequência da adoração falsa que atraia ou enalteça principados, potestades e dominadores que os estimulam a manifestar seus feitos de entorpecimento e feitos pecaminosos na terra, toda dança e movimentos, percam seus efeitos em Nome do SENHOR Jesus.  PROFETIZAMOS SOBRE A REGIÃO NORTE: Sofonias 3:14-17 – “Canta, ó filha de Sião; rejubila, ó Israel; regozija-te e, de todo o coração, exulta, ó filha de Jerusalém. O SENHOR afastou as sentenças que eram contra ti e lançou fora o teu inimigo. O REI de Israel, o SENHOR, está no meio de ti; tu já não verás mal algum. Naquele dia, se dirá a Jerusalém: Não temas, ó Sião, não se afrouxem os teus braços. O SENHOR, teu DEUS, está no meio de Ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-se-á em ti com júbilo.”  João 4:23,24 – “Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o PAI em espírito e em verdade; porque são estes que o PAI procura para Seus adoradores. DEUS é espírito; e importa que os Seus adoradores O adorem em espírito e em verdade.”  Isaías 43.6 – “Direi ao Norte: entrega; e ao Sul: Não retenhas; trazei Meus filhos de longe, e Minhas filhas das extremidades da terra.” Mova-se em DEUS como sentinela da Região Norte. Pela Região Norte, e pelo Brasil aos pés de Cristo.

  • TABERNÁCULOS – SUCOT

    2025 : Pôr do Sol do dia 6 ao fim da tarde do dia 13/Out. Dentre as três grandes festas comandadas por DEUS, a Festa dos Tabernáculos é a de maior significado profético para nós cristãos. (SUCOT OU CABANAS) Dentre as três grandes festas comandadas por DEUS, a Festa dos Tabernáculos é a de  maior significado profético para nós cristãos. É comemorado no décimo-quinto dia do mês de Tishri, duas semanas após Rosh Hashanah e, usualmente, cai final de Setembro ou princípio de Outubro. SIGNIFICADO HISTÓRICO “Disse mais o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a Festa dos Tabernáculos ao SENHOR, por sete dias. Ao primeiro dia haverá santa convocação: nenhuma obra servil fareis. Sete dias oferecereis oferta queimada ao Senhor; no dia oitavo tereis santa convocação, e oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; é reunião solene, nenhuma obra servil fareis. São esta as festas fixas do SENHOR, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifícios e libações, cada qual em seu dia próprio; além dos sábados do SENHOR, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor. Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido os produtos da terra, celebrareis a festa do SENHOR por sete dias; ao primeiro dia, e também ao oitavo, haverá descanso solene. No primeiro dia tomareis para vós outros fruto de árvores formosas, ramos de palmeira, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e, por sete dias, vos alegrareis perante o SENHOR, vosso DEUS. Celebrareis esta como festa ao Senhor por sete dias cada ano; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas de ramos; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; para que saibam que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito: Eu sou o Senhor vosso Deus” . (Levítico 23.33-43). A festa dos Tabernáculos ou Festa da Colheita era originalmente uma festa agrícola, assim como a Páscoa e Pentecoste. Apesar disso DEUS lhe atribui um significado histórico: a lembrança da peregrinação pelo deserto e o sustento pelo SENHOR. A fragilidade das tendas que o povo construía era uma lembrança da fragilidade do povo quando peregrinava os 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida. A palavra “tabernáculo” origina-se da palavra latina “tabernaculum” que significa “uma cabana, um abrigo temporário”. No original hebraico a palavra equivalente é Sucá, cujo plural é Sucot. A Festa dos Tabernáculos durava uma semana e durante este período habitavam em tendas construídas com ramos. É um tempo de regozijo e ação de graça. Posteriormente, na história judaica, a Páscoa, Pentecostes e a Festa dos Tabernáculos são chamadas no calendário judaico de Festas de Peregrinos, porque nestas três festas era exigido que todo homem judeu fizesse uma peregrinação até o Templo de Jerusalém. Nestas ocasiões o povo trazia os primeiros frutos da colheita da estação ao Templo, onde uma parte era apresentada como oferta a DEUS e o restante usado pelas famílias dos sacerdotes. Somente após essa obrigação ser cumprida era permitido usar a colheita da estação como alimento. A ordenança de DEUS para que o povo habitasse em tendas traz conotações de caráter moral, social, histórico e espiritual. Os rabinos falam da sucá como um símbolo de proteção divina. Em momentos de aflição pedimos ao Todo-Poderoso que nos “abrigue em sua tenda” (Salmo 27.5). A sucá é um chamado contra a vaidade e um apelo à humanidade. Mesmo o mais poderoso dos homens deve viver durante sete dias numa habitação primitiva e modesta, conscientizando-se da impermanência das posses materiais. Mais ainda, deve compartilhar essa moradia com todos os desprivilegiados a seu redor: “seus servos, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estiverem dentro dos seus portões” . (Deuteronômio 16.14) Por ser pequena, sem compartimentos a sucá obriga seus moradores a se aproximarem, física e afetivamente, e talvez os inspire a se manterem mais unidos nos outros dias do ano. De acordo com a Lei, a cobertura da sucá deve ser feita de tal forma que através dela se possam ver as estrelas. Resulta um teto pelo qual se infiltram a chuva e o vento, mas pelo qual também penetra a luz do sol. A sucá é o modelo de um verdadeiro lar: sem uma estrutura sofisticada, sem decoração luxuoso, mas cheia de calor, tradição e santidade. Um lar deve ter espiritualidade, deve ter uma vista para o céu. A sucá é um abrigo temporário, improvisado, construído às pressas. E, no entanto, ela é um símbolo de permanência e continuidade. É tão frágil, tão precária, tão instável e, no entanto, sobreviveu a tantos impérios, tantas revoluções porque na verdade seu sustento é divino. É somente o SENHOR quem nos pode sustentar! A sucá é uma construção rústica cuja cobertura é feita de produtos da terra – fácil de se obter. Inclui ramos, arbustos, palha e mesmo ripas de madeira. Frutas, vegetais e outros alimentos não são usados. O povo judeu tomou as palavras de DEUS em Levítico 23 “habitareis” em seu sentindo literal. Eles interpretaram a palavra “habitar” como significando que se devia comer e dormir na sucá, e não apenas construí-la. Nenhuma bênção é recitada quando se constroi a sucá, pois a ordem fundamental é “habitar” na sucá e não meramente construí-la. Uma bênção é recitada imediatamente antes de comer e dormir na sucá. O uso de quatro espécies de plantas é prescrito em Levítico 23.40:  “…tomareis fruto de árvores formosas, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas e salgueiros de ribeira…”  A Bíblia não especifica com precisão quais as espécies de árvores e frutas devem ser usadas. As autoridades judaicas deduziram e a tradição consagrou que “a fruta de árvore formosa” significa a cidra (etrog);  “ramos de palmeiras” seriam ramos da tamareira(lulav);  “ramos de árvores frondosas” referindo-se ao mirto (hadassim); e “salgueiros de ribeira” ao familiar salgueiro (aravot). Essas quatro espécies formam o molho de sucot que seguramos e abençoamos em cada dia da semana durante a Festa dos Tabernáculos. Diariamente, durante a semana de sucot (exceto no Shabat), pegamos na mão direita as três espécies de ramos, na mão esquerda a cidra, recitamos uma bênção, em seguida juntamos as mãos e agitamos o molho para todos os lados, para cima e para baixo – manifestando nossa alegria e indicando que a Presença de DEUS está em toda a parte. A Festa dos Tabernáculos tinha dois aspectos distintos na época do Templo. Uma parte da festa era consagrada ao louvor e ações de graça. O toque das trombetas convocava o povo, que se postava nas ruas para assistir à marcha dos sacerdotes que iam ao tanque de Siloé, enchiam uma vasilha de prata de água e depois rumavam para o templo e a derramavam no altar. Era um cortejo glorioso de sacerdotes vestidos de branco, instrumentos musicais, corais. Os levitas se faziam acompanhar por músicos em instrumentos de corda, sopro e percussão durante a recitação dos Salmos 113 a 118 – (Hallei) especialmente as palavras messiânicas do Salmo 118, versos 25 e 26: “Ó SENHOR, salva, Te pedimos! Ó SENHOR, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade. Bendito aquele que vem em nome do SENHOR” . Esse ritual de derramamento de água simbolizava ações de graça pela chuva que possibilitou a colheita do ano. Orações por mais chuva eram feitas para possibilitar a colheita da próxima estação. Esse ritual simbolizava também a alegria espiritual e salvação. A cada dia, durante o período da Festa, os sacerdotes rodeavam o grande altar de sacrifícios, uma vez, agitando suas palmeiras em todas as direções. Os ramos eram seguros juntos na mão direita, e a cidra, na mão esquerda. No sétimo dia, chamado “Hoshana Rabbah” que significa “A grande Salvação”, os sacerdotes rodeavam o altar sete vezes, recitando o Salmo 118. Durante os sete dias de sucot, o grande altar de sacrifício recebia um número de sacrifício maior do que em qualquer outra festa: 70 novilhos, 14 carneiros, 98 cordeiros e 7 bodes (Números 29.12-34). Em relação aos 70 novilhos o Talmud ensina que “as setenta nações do mundo são representadas nas ofertas de expiação de Israel”  . Segundo ponto alto das comemorações eram os festejos. À noite, as multidões festejavam com banquetes e ainda cantavam e caminhavam pelas ruas portando tochas. Eram também colocadas tochas que iluminavam o átrio do Templo. Nesses momentos demonstravam sua gratidão a DEUS desfrutando as boas coisas da vida e o prazer de gozarem a companhia uns dos outros. Foi a essa festa que os irmãos do SENHOR Jesus se referiram quando insistiram com Ele para que seguisse para Jerusalém (João 7.1-9). O SENHOR rebateu suas palavras sarcásticas, mas depois, ocultamente, foi para Judéia. Durante a Festa, Ele deu ensinamentos e sofreu dura oposição por parte dos fariseus. Foi nessa ocasião que chamou os que tivessem sede para irem a ele e beber (João 7.37). Isso pode ter sido uma referência à água derramada no altar durante a Festa. O SIGNIFICADO PROFÉTICO A Festa dos Tabernáculos tem um significado profético. O profeta Amós, antevendo a vinda do Messias, escreveu:  “Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas, e, levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade”  . (Amós 9.11) O povo judeu ainda hoje aguarda a vinda do Messias. A preservação misteriosa de Israel pode ser para o cumprimento do propósito de DEUS de Israel se tornar o “tabernáculo de Davi, seu Rei” . Judeus e gentios podem ser incorporados à casa ou família de DEUS e assim tornar-se Seu tabernáculo – Seu lugar de moradia com a aceitação do Messias. Devemos lembrar que DEUS já havia feito provisão para a inclusão dos gentios crentes dentro da aliança mosaica  “a mesma lei haja para o natural (israelita) e para o forasteiro (gentio) que peregrinar entre vós”  . (Êxodo 12.49) O profeta Zacarias predisse que na era messiânica:  “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano, para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos”  . (Zacarias 14.16-21) O profeta Miquéias profetizou:  “… uma nação não levantará contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra”  . (Miquéias 4.3) A Festa dos Tabernáculos fala da alegria do Messias tabernaculando em nosso meio. É época de regozijo, de plenitude. Podemos ver também o SENHOR Jesus, nosso Messias, tipificado no ritual do derramamento da água. No evangelho de João, capítulo 7, temos um relato da Festa dos Tabernáculos que foi a última que o SENHOR Jesus participou. Podemos imaginar a cena grandiosa: o grande cortejo de sacerdotes vestidos de branco, os levitas, os instrumentos, o derramamento da água no altar… e o SENHOR Jesus, em pé, nas sombras das grandes colunas do templo observando. Ele, o Eterno, o Filho de DEUS, o Logos, a Palavra Viva que se fez carne, Aquele quem falou através da Lei dada no Monte Sinai para que se observasse a Festa dos Tabernáculos. Agora Ele estava ali, em pessoa, vendo a observância de uma ordenança Sua. Assim que o cortejo passou com o clamor nos lábios do Salmo:  “Ó SENHOR, salva, Te pedimos…”  o SENHOR Jesus se levanta e sua voz explode num grito carregado de misericórdia:  “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”  . (João 7.37-38) Ali estava em pessoa Aquele de quem os profetas haviam falado. Ele era o cumprimento de todas as promessas. O Messias veio e tabernaculou entre nós. (João 1.14) “Ah! Todos vós os que tendes sede, vinde às águas; e vós os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e azeite. Porque gastais o dinheiro naquilo que não é pão: e o vosso suor naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom, e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis promessas a Davi”  . (Isaías 55.1-3) Através de Seu Espírito que seria derramado em vasos humanos DEUS promete tirar de nós o coração de pedra e nos dar uma nova natureza. “Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes”  . (Isaías 44.3) “O SENHOR te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas não faltam”  . (Isaías 58.11) “E acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões. Até sobre vossos servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias. Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumo. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e temível dia do SENHOR. E acontecerá que todo aquele que invocar o Nome do SENHOR será salvo; porque no Monte Sião e em Jerusalém estarão os que forem salvos, assim como o Senhor prometeu, e entre os sobreviventes aqueles que o SENHOR chamar”.  (Joel 1.28-32) RESUMO PROFÉTICO DA FESTA DE TABERNÁCULO PARA OS CRENTES EM YESHUA, JESUS, O MESSIAS “O verbo se fez carne e habitou entre nós” (João 1.14). A palavra “habitou” no grego é “Skeneseii” e significa tabernaculou entre nós. Isto é, o SENHOR Jesus veio na sua primeira vinda para fazer morada no coração daquele que confessa e o recebe como SENHOR e Salvador! O centro da Festa de Tabernáculo é o SENHOR Jesus, o Messias. Chegará sua segunda vinda, quando se cumprirá integralmente o profeta Zacarias (cap. 14.16-21). Todas as nações, todos os anos, subirão a Jerusalém para celebrarem a Festa de Tabernáculo com o dono da Festa, o REI Jesus. É interessante notar no texto de João 7.37-38, quando o SENHOR Jesus deixou para falar no último dia da festa, o sétimo dia, que era o ápice da comemoração, sobre a tremenda e gloriosa mensagem que Ele era a Fonte Eterna de água viva, na qual ninguém teria mais sede. O sétimo dia é também um sinal do milênio. Podemos imaginar com base na tradição judaica em se jogar água sobre o altar de sacrifício do Templo, simbolizando não só a purificação, mas também as preces para que houvesse abundância de chuvas no ano novo. A Bíblia diz que o SENHOR Jesus clamou, isto é, gritou em alta voz: “Se alguém tem sede venha a mim e beba” . Isto é, Ele é o verbo, a Palavra-viva. Paulo em Efésios 5.25 diz que a Igreja, que somos nós, precisamos ser sem rugas e defeito por meio da lavagem de água que é a Palavra de DEUS, o SENHOR Jesus. É lindo poder entender e receber estas revelações. O SENHOR Jesus prepara sua Noiva pela “lavagem de água, pela Palavra”. A Festa de Tabernáculo é, portanto, momento de grande alegria para o Corpo do Messias, o SENHOR Jesus tabernaculando em nós; o SENHOR Jesus vindo como Rei para os Judeus e as nações, o SENHOR Jesus reinando por 1000 (mil) anos com a Sua Igreja. Urge que a Igreja do SENHOR Jesus Cristo tome posse do Espírito da Palavra, do contexto da relação Israel x Igreja, do tempo de DEUS que corre paralelo a ambos. Urge que o Corpo de Cristo se aproxime com profundo amor pelo conhecimento das Escrituras. Ele é o mesmo, o Eterno, o de ontem, de hoje e o de sempre. Shalom! FONTE: Ministério Ensinando de Sião

  • Dia do Perdão – Yom Kippur

    por Robert D. Heidler 2025 – do pôr do Sol do dia 1 ao fim do dia 2/Outubro. A importância do Dia da Expiação O Dia da Expiação é o dia MAIS SANTO do ano. A palavra “santo" significa "separado, especial, como nenhum outro”. O Dia da Expiacão é o dia mais "especial” do ano. É o dia que o SENHOR estabeleceu para um propósito muito importante. Diferentemente de outros "tempos de encontro” no calendário de DEUS, o Dia da Expiação não é uma FESTA, mas um JEJUM! O Dia da Expiação não é um dia para nos alegrarmos e celebrarmos. É um dia para nos humilharmos diante de DEUS através do jejum. Em Israel era OBRIGATÓRIO para todos a guarda do Dia da Expiação. Não era algo opcional. DEUS levou esse dia muito a sério. Importante ainda é destacar que o Dia da Expiação foi estabelecido como uma ordenança perpétua para todas as gerações. Quatro vezes DEUS nos diz especificamente que não é uma ordenança temporária. A vinda de Jesus cumpriu essa ordenança, mas não a aboliu! Ao cumprir essa ordenança, Jesus a abriu para todos os que creem, e INSERIU nela um novo significado. DEUS a estabeleceu com o propósito de abençoar o Seu povo em todas as gerações! O desejo do SENHOR é que tenhamos, a cada ano, uma nova experiência da Sua expiação, do Seu perdão. O Dia da Expiação teve também o propósito de responder à questão: “Como pode um pecador ter comunhão com um DEUS santo?” Naquele tempo, esse era o dia em que o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos. Se você entender o que aconteceu naquele dia, isso mudará sua vida! A Bíblia nos ensina que fomos criados para habitarmos com DEUS. Dentro de todos nós, há o desejo pela PRESENÇA de DEUS. Sem ela, sentimos falta de alguma coisa. Sem a presença de DEUS, há um vazio em nosso interior que nada pode nos satisfazer. Nosso problema é que, quando o pecado entrou no mundo, nos separou da presença do SENHOR. O SENHOR odeia o pecado. Ele odeia o que o pecado faz em nós. Ele odeia a enfermidade, a dor, o sofrimento e toda perda que o pecado produz. O pecado é uma violação à natureza de Adonai. Rouba do SENHOR o que Ele merece. O livro de Romanos nos diz que a ira de Adonai manifesta-se contra todo pecado. Por causa disso, o homem em pecado não pode chegar até a presença do SENHOR. Se uma criatura pecadora entrar na Sua presença, é como um chumaço de papel jogado numa fornalha. É consumido instantaneamente. Uzá, ao tocar na arca, caiu morto. No Tabernáculo de Moisés, e também no Templo, uma grossa cortina, referida como “véu”, era usada para separar o povo do lugar da presença de Adonai. O pecador não tem a liberdade de chegar à presença de DEUS. Quando pecadores chegam até a presença de DEUS, são exterminados! Para restaurar a comunhão com o SENHOR, o pecado teve que ser coberto. Isso é o que a expiação faz! Quando a expiação é feita, é coberto todo pecado, toda falha do passado! Com ela podemos encarar o futuro sem culpa, sem pesar e sem sentimento de vergonha. A expiação abre a porta para a Presença de DEUS em nossa vida. Com a expiação, temos a liberdade de ir até Ele e experimentar Sua glória! Limpo para Aproximar-se de um DEUS Santo Antes de você ir, confiantemente, até a presença de DEUS, outro ponto precisa ser ainda tratado. A IRA de DEUS para com o pecado – o seu perdão – foi totalmente resolvida através do sangue de Jesus, mas permanece o fato de haver “impureza” do homem perante o SENHOR. O pecado nos faz SENTIR sujos e culpados; deixa-nos desconfortáveis para estarmos com DEUS. Por causa do pecado, você NÃO QUER ir à Sua presença. Se você tivesse uma grande dívida financeira para comigo e não tivesse o dinheiro para saldá-la, você se sentiria desconfortável se me encontrasse. Você provavelmente recusaria um convite para vir jantar em minha casa. Da mesma maneira, quando sabemos que pecamos, nós nos sentimos desconfortáveis na presença de Deus. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” — 1Jo 1.9 A palavra “confessar” literalmente significa “concordar com”. Confessar significa entrar em acordo com DEUS sobre o nosso pecado. Significa admitir que pecamos e fizemos o que é errado. Significa ver o pecado tal como DEUS o vê. Adonai promete que, se concordarmos com Ele quanto a nossos pecados, então, com base no sangue de Jesus, Ele nos purificará, restaurando assim totalmente a nossa comunhão com Ele. Instruções para o Exercício de Arrependimento Ao chegar o Dia da Expiação, separe um tempo e escolha um lugar onde você possa estar a sós com DEUS, sem perturbações, por pelo menos uma hora. Para muitos, o melhor momento será antes de dormir, à noite, ou bem cedo de manhã. Ao buscar a presença do SENHOR, traga a sua Bíblia, uma caneta, uma folha de papel. Comece lendo os Salmos 32 e 51, em que Davi compartilha o seu testemunho quanto à confissão de pecados. Agradeça a DEUS pelo grande amor que Ele tem e peça que o Espírito Santo venha ministrá-lo. Em seguida, peça ao SENHOR para trazer à sua mente os pecados que Ele deseja que você confesse. Ore tal como Davi orou: “Sonda-me, ó DEUS, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau...” — Salmos 139:23 Conforme o SENHOR for lhe trazendo à mente os pecados, escreva-os. Faça uma lista deles. Quando DEUS terminar de trazer à sua mente os pecados que você cometeu, pergunte a Ele: “Há algo mais?”, s e Ele mostrar mais pecados a você, escreva-os também. Escreva todo pecado que DEUS mostrar. Não tenha pressa e não tente encontrar desculpas. Se não der para colocar todos os pecados na folha de papel, pegue outra folha. O objetivo aqui será ter uma lista, a mais completa possível. Quando nada mais vier à sua mente, pergunte a DEUS novamente: “Há algo mais?”, Quando você fizer essa pergunta: “Há algo mais?”, e DEUS não mostrar mais nada, você saberá que a sua lista está completa. Agora você tem uma lista dos pecados que DEUS quer que você confesse. O próximo passo é a confissão. Quando você sentir que a sua lista está completa, passe cuidadosamente por toda a lista, confessando e renunciando cada pecado. Em 1 João 1:9 DEUS nos assegura que: “Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. Quando entramos em acordo com DEUS quanto aos nossos pecados, Ele nos restaura. Somos perdoados e purificados. O sangue de Jesus já pagou o preço por todo pecado em sua vida. Antes mesmo de você existir, DEUS o amou tanto que fez cair sobre Si mesmo a penalidade pelo seu pecado. Quando nos apresentamos diante do SENHOR em humildade para confessar o nosso pecado, DEUS aplica em nossa vida o “Sacrifício de Expiação” feito por Jesus e nos restaura para termos plena comunhão com Ele. Ao terminar de orar sobre todos os itens da sua lista, confessando cada pecado, há mais um passo. Pegue a sua folha de papel, onde estão listados todos os pecados que você confessou, coloque o papel na transversal e escreva sobre a lista, com letras bem fortes, a promessa de 1 João 1:9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” . Agradeça ao SENHOR porque todos esses pecados agora estão confessados e perdoados! Agora pegue essa lista, rasgue-a em pedaços e a destrua! Não mostre a sua lista a ninguém. Ao rasgá-la, você vai sentir o que os israelitas sentiam quando viam aquele segundo bode ser levado para o deserto! Você vai ter certeza de que o SENHOR o libertou de seus pecados e que toda impureza foi tirada de você! Trecho do Livro "O Despertar da Igreja de Cristo", de Robert D. Heidler

  • Yom Teruah (Trombetas) – 10 dias para o Yom Kippur (Dia do Perdão)

    2025 — Dez Dias de Oração e Arrependimento Yom Teruah — começa ao pôr do Sol de 22/Set (segunda) 10º dia – Yom Kippur — do pôr do Sol de 1/Out (quarta) até o fim do dia 2 (quinta) Leia sobre o Yom Kippur (Dia do Perdão) Culturalmente o conceito de festa para nós brasileiros é profano. A base da profanação é a falsa alegria. É comum termos nas nossas festas, embriagues, prostituição, violência e como consequência, altos índices de acidentes e tragédias, é só olharmos os hospitais em dias de festas que tudo isso ficará constatado. Ao contrário da cultura deste mundo, na Bíblia (Levítico 23), as festas são designadas pelo próprio DEUS, ou seja, são sagradas e não profanas, tendo como finalidade a adoração e o culto. Em todas elas vemos um apontamento para o Messias, na Páscoa (Pessach) Ele é o cordeiro pascal que tira o pecado do mundo, Nele está a nossa santificação e primeiros frutos (pães asmos e primícias); em Pentecostes (Shavuot) Ele é o poder de DEUS por meio do espirito que nos capacita a sermos testemunhas; em Trombetas (Yom Teruah) é anunciado a Sua volta; em Expiação (Dia do Perdão – Yom Kippur) Ele é o nosso perdão e em Tabernáculos (Sucot) Ele habitará conosco para sempre. Além de apontarem para o Messias, Yeshua (Jesus), as Festas bíblicas têm uma finalidade profética, sendo um tipo de ensaio geral, onde ano após ano se repetem até ao dia que se cumprirem. Um exemplo é Páscoa e Pentecostes que se cumpriram na crucificação e na descida do Espírito Santo. Em Trombetas, não diferente das outras Santas Convocações, somos convocados pelo próprio DEUS a observarmos atentamente todo significado profético implícito da Festa. DEUS sempre utilizou das trombetas (shofar) para anunciar as paradas e partidas do povo de Israel enquanto peregrinavam pelo deserto, sendo assim, um instrumento que serve para marcar estações, convocar o povo e anunciar um novo tempo. - Segundo passagens bíblicas do novo testamento (1Ts 4:16-18; 1Co 15:51-52; Ap 11:19) podemos concluir que a Festa de Trombetas anuncia o Dia do SENHOR; - Convoca o povo ao arrependimento; - Nos prepara para o Dia do Perdão (Yom Kippur). Neste ano, a festa iniciará no pôr do Sol do dia 22/Set, sendo um dia propício para estarmos congregados com o Corpo de Cristo para nos atentarmos na necessidade da volta do SENHOR e também da nossa santificação como Noiva sem ruga e sem macula que espera ansiosamente pelo dia do casamento. A cada dia que passa, o mundo tem se tornado cada vez pior, e diante desta triste realidade precisamos que o SENHOR venha e estabeleça de uma vez por todas o Seu Reino de Justiça sobre toda a Terra… Essa é a centralidade da festa. Maranata! Sugestão de pauta para inspirar os 10 dias de Temor (arrependimento) a nível de famílias, grupos caseiros, reuniões de oração e outros. 10 DIAS DE TEMOR — Jó 31 1. MENTIRAS, ENGANOS, HIPOCRISIA — “…Se eu menti ou enganei alguém.” 2. TODAS AS VEZES QUE NOS DESVIAMOS DOS CAMINHOS DO SENHOR — “ se andei fora do caminho de DEUS.” 3. TODA FORMA DE DESEJO OU SEXO ILÍCITO — “… se meu coração desejou com intenções impuras o que meus olhos viram, se eu for culpado de algum pecado qualquer, desejo sexual é um fogo que arde dentro do homem e pode até destruir sua vida, acabar com suas riquezas e bens.”; ”Se eu desejei em meu coração roubar a mulher de algum outro homem.” 4. FALTA DE INTEGRIDADE COMO EMPREGADOR OU EMPREGADO — “Se eu fui desonesto com meus empregados quando eles me faziam algum pedido… “…que esperança teria eu quando DEUS me chamasse para prestar contas? O que eu Lhe diria se Ele me perguntasse a respeito de meus empregados?” 5. DESONESTIDADE NOS NEGÓCIOS OU NO TRABALHO — “Se explorei os pobres, guardando o alimento para vender mais caro na época do preço alto, se fiz viúvas chorarem…” “…e se eu ganhei riquezas às custas dos órfãos por ser amigo das autoridades,” 6. FALTA DE COMPAIXÃO E MISERICÓRDIA — “Se comi até não poder mais enquanto os órfãos morriam de fome…” “Se deixei alguém morrer de frio por falta de agasalho, se não dei coberta a quem não tinha dinheiro para comprar um cobertor…” “…se as portas da minha casa não se abriram para hospedar até mesmo os estrangeiros e desconhecidos.” 7. CONFIANÇA NAS RIQUEZAS — “Se eu coloquei minha esperança nas riquezas…” “Se me considerei seguro por ter muito dinheiro e por ter ficado muito rico…” 8. TODA FORMA DE IDOLATRIA — “Se olhei para o sol brilhante ou para a lua bem clara num céu sem nuvens…” “… e me deixei enganar, adorando um ou outro, e jogando beijos com a mão para o céu…” 9. FALTA DE PERDÃO; DESEJAR O MAL AO PRÓXIMO; DESEJO DE VINGANÇA — “Se eu me alegrei ao ver meu inimigo sofrendo e passando por dificuldades, prometi vingança ou orei a DEUS pedindo castigo a quem me odiava…” 10. ENCOBRIR PECADOS; NÃO CONFESSAR; CORAÇÃO ENDURECIDO — “Se eu fiz como Adão, tentando esconder de DEUS os meus pecados, por ter medo de ser descoberto pelos vizinhos e ser desprezado pela sociedade, e assim não reconheci meu pecado, e não me desviei do caminho para ajudar outro…” Por um Brasil rendido a Cristo! Equipe Brasil de Joelhos

  • CARTA À LIDERANÇA EVANGÉLICA E À NAÇÃO

    UMA ESTRATÉGIA PROFÉTICA DE MOBILIZAÇÃO — UM NOVO CICLO DE MOBILIZAÇÃO DO CORPO VIVO E A MANIFESTAÇÃO DOS FILHOS.   É necessário encerrar o velho ciclo gospel de mobilizações da Igreja, suas demandas e ritos religiosos – alguns até financiados pelo poder público. Há uma saudade do que já fizemos com milhões de pessoas nas ruas, estádios etc., mas a estratégia de DEUS mudou! Nos unimos em arrependimento pelos nossos pecados como Igreja e nação, ou perderemos a nação e até o continente! Pedimos as nações ao PAI como herança! A mudança nessa dinâmica da Igreja brasileira é feita pelo próprio Espírito Santo e pela Palavra da Verdade, começando na vida familiar, em suas rotinas e prioridades. O alvo da Sua imagem e semelhança é o propósito eterno que precisa ser cumprido e perseguido por todos aqueles que fazem parte do Corpo, em todas as áreas da vida, para que DEUS seja glorificado. As movimentações e mobilizações de ajuntamentos, como antigamente, serão cada vez mais raras. Elas não serão mais efetivas enquanto não tiverem raízes no estilo de vida de filhos de DEUS a partir da casa, bem como se não estiverem ligadas ao Corpo vivo, onde dons e ministérios estão unidos pelo auxílio de toda junta. O plano é que a cultura do Reino e suas rotinas fundamentais sejam manifestas no meio de uma sociedade que está em meio à escuridão e necessitada da Luz do SENHOR. Nas grandes denominações, no meio da Igreja, está acontecendo um processo de separação de sementes e DNA. O modelo de estruturas e ritos religiosos versus a vida da Igreja, um corpo orgânico, fundamentado em Cristo. Observe as quedas no pecado, os escândalos que estão acontecendo e que estão vindo à luz. Na verdade, a iniquidade já estava lá, e o pecado foi apenas exposto. O ciclo mudou, e essas exposições seguirão acontecendo, revelando o alto teor de corrupção e da fé que não foi guardada. É visível a pressão sobre todos aqueles que fazem parte da Igreja: os trabalhadores da Casa de DEUS e os discípulos de Cristo remanescentes, entre outros. Com isso, pessoas que são apenas membros congregacionais, frequentadores de finais de semana, que procuraram congregações e denominações por sua história e referência, precisarão ter a mentalidade renovada e transformada. Passarão por processos de decisão de sair da superficialidade, e isso será como uma marca cultural contemporânea, um chamado para a Igreja aprofundar-se num novo ciclo de relacionamento com o Espírito Santo, com o Filho e com o ABBA. Diante da situação de aceleração atual, alguns preferem não tomar essa decisão agora; porém, o risco de ir por uma vereda que termina na apostasia da fé é enorme! Algumas lideranças evangélicas, que antes engajavam grandes movimentações pelo Brasil, poderão perder o acesso ao rebanho que tinham e terão que se mover sem esse poder. Isso tudo é causado pelo medo e pela ansiedade, provenientes da perseguição ideológica antiDeus aos da fé cristã, bem como àqueles que adotam valores conservadores, focados mais em mudanças na política. Tais perseguições já se iniciaram contra o estilo de vida da Igreja brasileira. A sociedade contemporânea está embriagada com o humanismo e o ateísmo, e o governo atual, baseado no marxismo cultural, tem como alvo a desarticulação pela mistura das ideias. A Noiva de Cristo é uma ameaça ao atual estilo de vida ateu e ao seu regime ideológico totalitário governamental. Então, a Igreja cristã que conserva valores, por causa da Mensagem do Reino de DEUS, se pregar a cruz como o caminho para o Reino, também será perseguida pelas ideologias. Estamos vivendo um processo de mudança na maneira de crer, de pensar e de agir. Estamos em constante embate contra o estilo de vida sem Cristo e seus valores. As grandes congregações também estão migrando para pequenos grupos de filhos de DEUS, que serão instruídos na Palavra a focar na Presença e a dar domínio a Cristo em seu território e nas áreas da sociedade, proclamando Seu direito de criação e de redenção. Conhecerão profundamente ao PAI e se posicionarão para fazer a Sua vontade. A estratégia carrega poder e autoridade como chave do Reino, e está ligada ao sacerdócio de todos os santos com orações, adoração, proclamação da Palavra, valores e princípios bíblicos: família monogâmica, defesa da vida, liderança servidora cheia de ética cristã. Movimentando-se intencionalmente para que uma nuvem de transformação seja cheia e caia uma tempestade de transformação: Chova poder! Chova glória do conhecimento de DEUS! Chova discipulado da Cultura do Reino sobre a nação nos dias a seguir. Precisamos entender – e é uma prioridade – que está em curso uma "reforma no sacerdócio, no discipulado, na vida orgânica do Corpo vivo", liderada pelo Cabeça da Igreja e Seu Espírito Santo na Igreja brasileira. Alguns parecem confusos e até perdidos, mas o resultado será glorioso se obedecermos. Para alcançarmos esse resultado, precisamos perseverar em obedecer ao nosso DEUS, sujeitarmo-nos à Sua Palavra e à Sua vontade, permanecermos em fé e longanimidade neste processo de amadurecimento individual como parte deste Corpo vivo. O desafio está proposto à família da fé, conforme as palavras ditas a nosso respeito como nação. O gerar profético para esse momento é este: encher a nuvem com muita oração, adoração, dando o domínio a Cristo, até que venha uma poderosa tempestade de transformação. Importante: o foco não é o problema, nem a crise ou as circunstâncias, mas sim Cristo, Seu propósito e desígnios. Há planos divinos para Seu povo durante as crises, pois estas são também chances para grandes mudanças, oportunidades para fazer brotar promessas antigas que somente os milagres de DEUS podem fazer acontecer! Louvado seja o Nome do SENHOR! Pense nisso e abrace a mudança! Lembre sempre que andamos por aliança eterna com DEUS, e ela se dá e é estabelecida por meio de Cristo! Ele selou com Seu sangue na cruz, depois ressuscitou, e garante que, antes da Sua volta, a Igreja estaria santa e pura! Aleluia! Ele sempre faz o que promete. Creia, faça sua parte e Ele fará a Dele. Mova-se em DEUS! Hudson Medeiros Teixeira

  • Shavout e a Janela de Poder

    Entre a Páscoa (Pessach) e o Pentecostes (Shavuot), existe uma janela profética de 50 dias. Essa não é apenas uma contagem do tempo, é uma convocação divina! Um convite para buscarmos o SENHOR com intensidade, entre a libertação e o revestimento, entre a cruz e o fogo, entre o cordeiro imolado e o Espírito derramado. Nessa janela de oportunidade... Cristo ressurreto caminha entre os homens. Ele aparece aos discípulos, consola os abatidos, confronta os incrédulos, confirma os que duvidam, e comissiona os que amam. "Ficai em Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder." (Lc 24.49) O povo de Israel, recém-liberto do Egito, é guiado pelo sobrenatural. Uma nuvem os cobre de dia, uma coluna de fogo os protege à noite. Maná desce do céu, e água brota da rocha. É tempo de provisão, direção e dependência total de DEUS. No Sinai, cinquenta dias após a libertação, DEUS entrega as Dez Palavras. A Torá é dada como aliança a um povo que saiu da escravidão para se tornar nação santa. Esse é o primeiro Pentecostes: a Palavra escrita em tábuas. Em Jerusalém, cinquenta dias após a ressurreição, o Espírito é derramado. Não mais tábuas de pedra, mas corações inflamados. É o Pentecostes do fogo — o Espírito da Promessa vem habitar nos que creram no Cordeiro. É uma janela para transições proféticas. Do Egito à aliança. Do túmulo vazio ao revestimento do Alto. Da promessa à plenitude. João Achur Por um Brasil de joelhos aos pés de Cristo!

  • COMO ORAR POR ISRAEL HOJE

    Direções de oração para este momento específico na história humana.  ORE: Que Deus levante alto a Verdade – a verdade seja falada e os fatos sejam genuínos. Nós crentes pegamos a Bíblia e dizemos: “isso a Bíblia diz, mas os não crentes não sabem nada disso” . Ore para a Verdade aparecer bem clara. Que Deus levante pessoas que enxerguem e que irão “mudar os ventos” – enxerguem os fatos:  A ONU não dá legitimação a Israel, mas a Palavra de Deus dá: “ Eu os levarei de volta e os colocarei na terra” (Ez 36.24) . Os Judeus não são perfeitos, são falhos, mas são legítimos na terra, está declarado por Deus. O direito histórico: São 3 mil anos de história, com a presença dos Judeus na terra todo o tempo. Mesmo em 1850, debaixo dos turcos, os judeus eram a maioria na terra. Em 1963 80% eram judeus. Nos tempos modernos, os direitos do povo Judeu à sua terra: Eles não começam com a ONU em 1948, mas com a Resolução Sam Remo, na Itália, em 1920, ainda debaixo do império turco. Você pode ver mais detalhes da Resolução Sam Remo no vídeo disponível em: www.givepeaceachance.info Quando os turcos foram derrotados, estabeleceram-se os “Mandatos”, e um deles foi o Mandato britânico, dando aos britânicos a autonomia sobre uma área a que chamaram “Palestina”. Nunca existiu ali o termo “Palestina”, mas deram esse nome de origem romana. Os judeus que viviam na Palestina naquela época do Mandato Britânico, eram chamados “Palestinos”. Em 1920 em Sam Remo, Itália, validaram a Resolução reconhecendo Israel. Sam Remo era a liga de nações equivalente à ONU de hoje.  Enfim, a Legitimação do Estado de Israel depende da Palavra de Deus, da conexão histórica com a terra, e da declaração feita pela liga das nações em Sam Remo. Não é uma questão de ocupação de territórios, mas uma disputa de terra, a Judéia e Samaria. Nas cortes Internacionais isso seria chamado de “disputa de terras”, e não “ocupação ilegal” como se a terra nunca tivesse sido deles. Pelas fronteiras de Israel – águas, mares, nações.  O Senhor vigia as fronteiras de Israel: “ Pois ele reforçou as trancas das tuas portas, e abençoou os teus filhos dentro de ti; e estabeleceu a paz nas tuas fronteiras…” (Sl 147.13-14) Para serem levantadas por Deus pessoas com favor e graça para irem aos governos e compartilharem a Palavra do Senhor e o que é certo . Esse vídeo deve ser visto pelos políticos que você puder compartilhar, para conhecerem sobre a resolução de Sam Remo. Para que seu presidente ouça essa mensagem e a entenda. Para que os líderes do mundo tenham sonhos e visões, e visitações de Deus, e suas esposas também. Orar por aqueles que Deus vai usar . Quem são eles? Como Deus vai usá-los? Ore por proteção. Deus abrirá portas, soberanamente. Ele usou uma menina para falar ao general Naamã. Organize agenda de oração por todas as nações nesses dias. Daniel orava pelo seu povo e Deus o enviou, Ele pode enviar você de novo. Pelas nações, por arrependimento. São tempos difíceis, mais e mais nações estarão contra Israel.  Os países que pretendem votar a favor da divisão de Jerusalém e que votarão contra os propósitos de Deus, receberão declínio, confusão, medo, crise econômica, e caos nas nações. Muitas nações estão em perigo de fazer essa aliança errada e abraçarão o juízo de Deus. Decisões contra a Palavra de Deus trarão águas de confusão, medo, queda na economia, caos, etc. Mais pressões virão e levarão a nação a clamar ao Senhor. Sob pressão, grande número de pessoas se voltarão para o Senhor. É tempo das dores de parto dos últimos dias. As dores vão apertar até a criança passar o canal do nascimento, da vida. Terremotos, tsunamis acontecerão mais rapidamente, um após o outro. Janela de Oportunidade – Casas de Oração Cristãos e Messiânicos em Israel acreditam que ainda têm uma “janela aberta de misericórdia” de Deus sobre Israel para prepará-los para tempos de grande pressão que estão chegando. Neste momento, Casas de Oração estão se multiplicando em Israel. Casas de Oração estão sendo plantadas em todo Israel. Em Beirute, Líbano, já tem uma casa de oração nascendo, e eles estão orando por Israel.  Já existe um mover extraordinário do Espírito Santo no meio dos jovens ali, é um grande mover de intercessão, 120 jovens se levantaram como intercessores por Israel. Oremos por finanças e o acelerar das Casas de Oração nascendo em todas as cidades que ainda não as possuem. Há Casa de Oração em Telavive, Beirute, Turquia; também na costa do Mediterrâneo: em Esmirna (Turquia), Alexandria e em mais duas cidades, elas estão vigiando as águas no litoral. Precisam urgente de Casa de Oração em Netania, Jericó, Belém, Hebrom, Ramalah  (significa “lugares altos de Alah”); que o Senhor levante outra vez Maria, Marta e Lázaro em Betânia e em Beersheva, e que aumentem as vigílias ali. Infraestrutura para a grande colheita. É profético orar por Israel para o acelerar das Casas de Oração, com infraestrutura para cuidar da Grande Colheita que está chegando, e que essas Casas de Oração sejam protegidas na terra. Pelos guerreiros Orar pelos que estão nas linhas de frente nessa batalha plantando Casas de Oração. Proclamar a Palavra de Deus  Escrituras específicas para serem proclamadas agora quanto às nações e os planos de Deus. Sl 9.3-5, 15-16 Sl 33.10-12 Jr 12.14-16 – promessa e ameaça aos vizinhos de Israel, aos Palestinos: “Os Judeus e os outros habitantes da terra, quando o Senhor os trouxer de volta à terra, se aprenderem os caminhos do Senhor e jurarem pelo nome do Senhor, ele não os arrancará, serão edificados. Mas, se não ouvirem, arrancarei tal nação e a farei perecer, diz o Senhor”. Zc 9.5-7 … “ Gaza vai perder seu rei ”  (rei espiritual, poder espiritual demoníaco) “ Exterminar a soberba dos filisteus ”. Filisteus morreram há tempos atrás, mas continua o espírito maligno dos filisteus, demônios que os dirigiam. Serão destruídos  … “ e ficará ele como um restante para o nosso Deus. ” Promessa aos que aceitarem o Senhor. Pelo derramar do Espírito Santo Orar pelo derramar do Espírito Santo nos jovens, e nos que seguem a mídia, o espírito do Islam, de morte, violência. Haverá grande mover de Deus no meio deles, e eles serão líderes em Judá, juntamente com os judeus. Orar para que os piores terroristas tenham um encontro com o Senhor. O Intercessor SEMPRE clama pela Misericórdia de Deus: “Na tua ira, lembra-te da misericórdia.”  (Hc 3:2b) . Orar para que os “Saulos” tenham um encontro com Jesus. Devemos estar na posição que o Senhor nos chamou a orar. Para que eles tenham paz, tenho de orar pela paz de Jerusalém! “Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios… Direi: paz esteja em ti. Por causa da casa de Deus, buscarei o teu bem” (salmo 122.6-9). Por causa da Casa do SENHOR nosso DEUS – ali em Jerusalém, habitam os Seus tronos de justiça. Para que o reino de DEUS siga sendo edificado aqui na Terra, é preciso que Israel esteja em nossas intercessões diárias. “ Buscai primeiro o Reino de DEUS e a Sua justiça, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas.” (Mt 6.33) – o estabelecimento de Seu Reino passa pela restauração de Israel. Porque Israel é a chave para a abertura da Porta que liberará as bênçãos sobre si e sobre as Nações da Terra. A plenitude dessa bênção é a VOLTA DE JESUS. Oremos por Israel DIARIAMENTE; “ não descansemos, nem demos a ELE descanso, até que Jerusalém seja levantada como objeto de louvor na Terra.” (Is 62.7).  Essa é a hora em que o Corpo de CRISTO tem de posicionar-se. O que Deus espera de nós é obediência às suas ordens. Fonte: Texto adaptado por Hudson Medeiros , extraído do vídeo apresentado por Rick Ridings , da Casa de Oração em Jerusalém. Disponível em: www.givepeaceachance.info

  • Shavuot / Pentecostes

    2025 — do pôr do Sol do dia 1, ao fim da tarde de 3/Jun — O cumprimento da profecia de Joel sobre a vinda do Espírito Santo (Joel 2:28). FOCO: BUSCANDO O PODER DO ESPÍRITO SANTO! Para o tempo de Pentecostes ( Atos 2 ), uma semeadura foi feita antes por Jesus e, quando Ele foi para o PAI, ordenou aos discípulos que aguardassem até que fossem revestidos de poder do alto – o cumprimento da profecia de Joel sobre a vinda do Espírito Santo (Joel 2:28). Nesse momento, começou uma grande e poderosa colheita. Os apóstolos junto com a Igreja ficaram por dez dias buscando o SENHOR e a Sua face, obedecendo a Sua ordem de busca para serem revestidos e saírem para o testemunho da fé, depois desse revestimento do alto, o mundo foi abalado e tocado pelo derramar do Espírito Santo sobre a Igreja de Cristo e os perdidos. Desafio você como discípulo de Cristo, durante este tempo, a continuar buscando uma nova medida de óleo da sua unção e do fogo da Sua glória, para sermos como lâmpadas que liberam a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina todo homem, a luz da Sua semelhança. MARCADOS NO PENTECOSTES Precisamos do Espírito Santo muito mais do que imaginamos. Não há condições de trabalharmos na colheita ou fazermos qualquer outra coisa que agrade a Deus sem o Espírito Santo e Seu poder, Seus dons, Sua gloria e Sua plenitude. Você percebe esta necessidade em sua vida? Você tem separado tempo para buscar? Muitas vezes nos identificamos como pentecostais, mas quais são as características de um discípulo marcado pelo Pentecostes? Precisamos pensar se há coerência entre o que cremos e o que vivemos. Diante deste quadro presente, você pode mudar de atitude e buscar tais características, que começa por uma intimidade poderosa com o Espírito Santo: conhecendo Sua pessoa, tendo comunhão e experimentando a vida em plenitude que Ele nos dá. Deus, pelo seu Espírito, tem liberado palavras proféticas sobre nossas vidas, porque esse é um tempo onde Deus quer falar com todas as pessoas, por isso há muitas palavras de conhecimento e de sabedoria sendo liberadas por Ele, para que os homens tenham acesso aos Seus pensamentos, Seus planos, Seus sonhos, a nível individual e coletivo, com o Seu povo. Ele planejou um futuro Nele, Ele revela e libera os recursos para que tudo se realize. OS RIOS DE ÁGUAS VIVAS “Quem crê em Mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse Ele do Espírito que haviam de receber os que Nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado.” — João 7:38-39 “Quem crê em Mim” [que se une a e confia em Mim]: aqui se fala da fé Nele, no processo de desfrutar dos rios de vida de Deus, liberados no interior do homem como um elemento insubstituível; a confiança na pessoa de Cristo, no que Ele diz; o reconhecimento da autoridade das Suas palavras e a confiança plena nessas verdades sendo a chave para acessar esses rios. Eles estão disponíveis para todo o que Nele crer, para todo aquele que decide se unir a Cristo – que É a verdade, e para dela se saciar. Por que viver vidas secas diante dessa oferta de rios de vida? Como diz a Escritura: do seu interior correrão [continuamente] nascentes e rios de água viva. Tudo começa a mudar de dentro para fora. A verdade e a graça fluem como águas vivas que saciam o espírito e a alma humana de modo profundo, trazendo significado, valor, identidade, alegria e força para viver. Se a mudança não vem de dentro para fora, estou enganado e devo voltar à obediência. Mas Ele estava falando aqui do Espírito, que aqueles que acreditassem (confiassem; tivessem fé) Nele iriam depois receber. A poderosa confiança Nele libera fontes perenes de eternidade; são essas águas que jamais faltam nas circunstâncias e necessidades humanas. Cristo promete àquele que crer uma provisão eterna, o fluir dessas águas, num constante movimento de fertilidade e vida, sobre tudo o que é eterno, mas também sobre tudo o que é temporal e necessita desse fluir das águas vivas. O PENTECOSTES E OS CAMPOS DE COLHEITA GLOBAL E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu (Atos 2:5). O Espírito Santo tomou em um só dia, o de pentecostes, todos os campos de colheita global! O coração de Deus é missionário, é apostólico, Sua visão é global, Seu coração é de amor por todo o mundo. O Espírito Santo é apostólico e com uma autoridade internacional pronta para ser derramada em nós para tocarmos todas as nações ao redor do globo. Quando o pentecostes acontece em nós, recebemos uma visão global, um amor por nações, um peso de oração pelos povos. Deus nos revela que nossa herança são os povos. Conforme o Salmo 2:8, devemos pedir as nações a Ele por herança, pois Jesus pediu e o Seu corpo herdou os campos globais e partiu para tocá-los com o amor do Evangelho do Reino. O Espirito Santo convenceu o judeu a receber Cristo como Messias e a testemunhar Dele aos gentios, vivendo o mistério de um só povo em Cristo, judeu e gentil. O Espirito Santo fez os judeus se moverem para os quatro cantos com a mensagem do Evangelho, incendiados com óleo e fogo, para levantar altares ao Deus triúno entre os povos e não mais só em Jerusalém, mas até os confins da terra. Aconteceu um milagre no entendimento do israelita convertido, eles passaram a viver como Igreja, a nação santa, na nova aliança, convencidos profundamente a deixar o odre e o vinho velho, para receber o novo. É tempo de assumir os campos de colheita global e assumir a autoridade internacional que Jesus tem nos dado, juntamente com Seu plano para os povos. Mova-se para herdar os povos, orando, ofertando e indo! Brasil, mova-se agora para tocar os campos, achar o trigo e recolher nos celeiros do Pai celeste. Todas as nações debaixo dos céus tinham seus representantes no pentecostes, um plano perfeito do nosso Pai. Entregue-se hoje! A visão começa por vermos nossa Jerusalém onde estamos agora, veja os campos brancos para colheita. LÍNGUAS COMO DE FOGO E LÍNGUAS DOS POVOS E foram vistas por eles línguas que assemelham-se a fogo, as quais foram separadas e distribuídas e que se estabeleceram em cada um deles. E todos foram cheios (difundido em todo âmbito de suas almas) com o Espírito Santo e começaram a falar em outras, diferentes línguas (línguas estrangeiras), como o Espírito manteve dando-lhes expressão clara e forte [em cada língua em palavras apropriadas]. Atos 2:3,4 (Amplified Bible – AMP) Aqui temos uma bênção, uma herança para os filhos de Deus, que foi derramada em pentecostes – línguas, que assemelhavam-se a fogo, foram separadas e distribuídas sobre o corpo de Cristo, os apóstolos de Cristo, que as receberam como parte da dádiva do Espírito do Messias prometido. As pessoas certas, com as ferramentas certas, para que cumprissem o propósito de suas vidas, nada poderia faltar para que a missão da Igreja fosse cumprida por ela, para que o destino apostólico fosse pleno. A ferramenta de poder, as línguas de fogo chegaram e com elas o acesso aos povos, ao entendimento deles, à mente e ao coração dos perdidos. Os dez dias de oração antes do pentecostes, a obediência dos apóstolos com os irmãos, permanecendo em oração em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder (At 1:8), foram a chave de governo espiritual, a chave de Davi, que abriu a porta para o cumprimento da promessa, para que o que estava pronto nos céus descesse e começasse a história redentora planejada por Deus para as nações. Por meio da obediência, do preparo, da busca em oração, hoje vamos receber as ferramentas para nosso destino missionário. Uma obra internacional está diante da igreja brasileira – levar a paternidade de Deus as nações. O coração e a mente dos povos podem ser alcançados, as línguas das nações, em expressões claras e fortes, em palavras apropriadas, estão à disposição dos que obedecem. Sobrenaturalmente a mensagem do amor do Pai tem que ser comunicada, as grandezas de Deus contadas entre as nações. Obedeça ao “Ide”, cumpra a missão, aproprie-se das ferramentas dadas pelo Espírito Santo. Leve água aos sedentos. UM NOVO NÍVEL DE GLÓRIA DEPOIS DO PENTECOSTES “E todos nós, como com o rosto desvendado, [porque] continuamos a contemplar [na Palavra de Deus] como em um espelho a glória do SENHOR, estamos constantemente a ser transfigurados em Sua própria imagem em esplendor cada vez maior e de um grau de glória para outro; [isso vem] a partir do SENHOR [que é] o Espírito.” (2 Co 3:18, Amplified Bible – AMP) Em Pentecostes, um povo entrou nos dez dias de oração e saiu outro, transformado, com um novo nível de glória. Vamos imitá-los! O viver de glória em glória começou com o povo de Deus – a poderosa glória da ousadia e fé para pregar a mensagem do Evangelho do Reino. Eles foram cheios do poder do Espírito Santo, com uma ousadia para partilhar com os perdidos. Antes perdidos e inseguros por causa da morte do SENHOR, agora recebiam uma nova glória em ousadia e fé para obedecer o ide. Há mais glória para a Igreja quando o Espírito Santo lidera; as direções dadas por Ele trazem uma unção de rompimento para os novos avanços que Deus planejou para o Seu povo. No lugar onde Deus coloca o Seu povo, há avanços no evangelismo para serem realizados e há recursos divinos para isso. Os filhos de Deus estão sendo desafiados, hoje, para viver um tempo de rompimento e avanços onde estiverem. Envolva-se estando cheio da glória para o novo rompimento. A GLÓRIA VOLTOU À CASA DO SENHOR “Depois o homem [um anjo] me levou à porta, a porta que dá para o leste. E eis que a glória do Deus de Israel vinha do leste e sua voz era como o som de muitas águas, e a terra resplandecia com a glória dele. E a visão que vi era semelhante a visão que eu tinha visto quando vim para predizer a destruição da cidade e como a visão que eu tinha visto junto ao rio Quebar [perto de Babilônia]; e caí sobre o meu rosto. E a glória do Senhor entrou no templo pelo portão voltado para o leste. Então o Espírito me pegou e me levou ao átrio interior, e eis que a glória do SENHOR encheu o templo. Então me levou à porta, a porta que olha para o caminho do oriente.” (Ezequiel 43:1-5 Amplified Bible – AMP) A glória santa do SENHOR, a nuvem de glória, foi removida simbolicamente do templo do Antigo Testamento como Ezequiel havia profetizado (Ez 11:22-24). Isso ocorreu provavelmente alguns anos antes do exílio e permaneceu assim por 400 anos. A desobediência, independência, rebeldia do povo de Deus gerou um período longo de ausência da glória, de muitas perdas como nação e de muito roubo gerado pelo andar na carne, satisfazendo seus desejos. O texto acima é a fala de Ezequiel, que previu profeticamente, na sua visão, que um dia a glória voltaria (Ezequiel 43:1-5). Isso foi cumprido no dia de Pentecostes quando a glória surgiu no Cenáculo. Depois de 10 dias de oração, de busca da promessa, dividiu-se em línguas de fogo separadas que pousaram sobre a cabeça de cada um que foi cheio com o Espírito Santo (Atos 2:2-3). A glória agora não estava sobre um prédio feito por mãos humanas e sim habitando em cada filho de Deus consagrado. Uma poderosa mudança que levaria os filhos de glória em glória e de fé em fé até os confins da terra. PROMESSA HISTÓRICA CUMPRIDA Os profetas do Antigo testamento profetizaram sobre o derramamento do Espírito Santo. Por isso, quando o Espírito foi derramado no dia de Pentecostes, os discípulos reconheceram não somente o cumprimento das palavras de Jesus, mas também das palavras proféticas liberadas séculos atrás. Agora os escritos antigos ganhavam vida: Joel 2:28–29 (RAStr) – E acontecerá, depois, que derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o Meu Espírito naqueles dias. Zacarias 12:10 (RAStr) – E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para Aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por Ele como se chora amargamente pelo primogênito. João Batista também profetizou: “Eu os batizo com água, mas Ele os batizará com o Espírito Santo.” (Marcos 1:8). Jesus não deixou dúvida de que enviaria “outro Consolador” e este era o cumprimento da promessa do Pai. Atos dos Apóstolos 1:4 (RAStr) – E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do PAI, a qual, disse Ele, de Mim ouvistes. Essa promessa continua se cumprindo até os dias de hoje. A pessoa do Espírito Santo continua expressando amor, continua falando, continua batizando com fogo, continua fazendo obras maiores, continua convencendo do pecado, da justiça e do juízo. No entanto, uma coisa é muita mais poderosa do que toda a operação sobrenatural realizada pelo Espírito, uma das palavras de Jesus que agora era cumprida em Pentecostes: João 14:23 (RAStr) – Respondeu Jesus: Se alguém Me ama, guardará a Minha Palavra; e Meu PAI o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Nós, povo de Deus, morada do Espírito Santo. A PATERNIDADE DO ESPÍRITO SANTO Romanos 8:14–16 (RAStr) – Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: ABBA, PAI. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Jesus, desde o início de Seu ministério, aponta e revela a paternidade de Deus. Após Sua ascensão aos céus, a plenitude da paternidade é revelada aos seguidores de Jesus com a manifestação do Espírito Santo. As palavras de Jesus, quando Ele promete o Consolador, revelam uma guerra. Paternidade versus Orfandade. Os espíritos de escravidão e orfandade assolavam os corações dos homens e só a plenitude da vida de Jesus poderia libertar os homens de uma falsa paternidade e do medo. O próprio Espírito foi de encontro ao nosso espírito e testificou que somos filhos de Deus. Somente na unção do Espírito Santo podemos lutar contra a atmosfera de escravidão e medo. Por isso, este é o tempo de clamar “Abba Pai”; com ousadia podemos chamá-Lo de PAI. O PAI que derrama a Sua paternidade através do Espírito do Seu Amor. Todos os dias podemos clamar e receber em nosso espírito a testificação de que Ele é nosso Pai. TEMPLO VIVO Isaías 11:2 (RAStr) – Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor. Essa palavra descreve o relacionamento de Jesus com o Espírito Santo. Ele era morada do Espírito, cheio da plenitude e do poder. O plano de reconciliação do homem com Deus, através de Jesus, levou a humanidade a um novo patamar de relacionamento. Antes ocorriam encontros no jardim, aparições sobrenaturais ou visitações no tabernáculo ou no templo. Por meio da vida e obra de Jesus Cristo, o homem passa a ser morada de Deus, templo vivo, habitação do Espírito Santo. Isso foi concretizado em Shavuot, ou seja, no dia de Pentecostes. Os discípulos receberam a pessoa do Espírito Santo e foram batizados com fogo, com isso um novo nível de relacionamento com o PAI veio sobre a Igreja. Este é o tempo de mergulharmos na pessoa do Espírito Santo e prosseguirmos em conhecer a paternidade de Deus, o fluir das águas vivas. João 7:37–39 (RAStr) – No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto Ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que Nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado. Na Unidade do Corpo de Cristo, Hudson Medeiros

  • Yom Teruah – 10 dias para o Yom Kippur

    Trombetas — 2 a 11 de Outubro de 2024 Culturalmente o conceito de festa para nós brasileiros é profano. A base da profanação é a falsa alegria. É comum termos nas nossas festas, embriagues, prostituição, violência e como consequência, altos índices de acidentes e tragédias, é só olharmos os hospitais em dias de festas que tudo isso ficará constatado. Ao contrário da cultura deste mundo, na Bíblia (Levítico 23), as festas são designadas pelo próprio Deus, ou seja, são sagradas e não profanas, tendo como finalidade a adoração e o culto. Em todas elas vemos um apontamento para o Messias, na Páscoa (Pessach) Ele é o cordeiro pascal que tira o pecado do mundo, Nele está a nossa santificação e primeiros frutos (pães asmos e primícias); em Pentecostes (Shavuot) Ele é o poder de Deus por meio do espirito que nos capacita a sermos testemunhas; em Trombetas (Yom Teruah) é anunciado a Sua volta; em Expiação (Dia do Perdão – Yom Kippur) Ele é o nosso perdão e em Tabernáculos (Sucot) Ele habitará conosco para sempre. Além de apontarem para o Messias, Yeshua (Jesus), as Festas bíblicas têm uma finalidade profética, sendo um tipo de ensaio geral, onde ano após ano se repetem até ao dia que se cumprirem. Um exemplo é Páscoa e Pentecostes que se cumpriram na crucificação e na descida do Espírito Santo. Em Trombetas, não diferente das outras Santas Convocações, somos convocados pelo próprio Deus a observarmos atentamente todo significado profético implícito da Festa. Deus sempre utilizou das trombetas (shofar) para anunciar as paradas e partidas do povo de Israel enquanto peregrinavam pelo deserto, sendo assim, um instrumento que serve para marcar estações, convocar o povo e anunciar um novo tempo. Segundo passagens bíblicas do novo testamento (1Ts 4:16-18; 1Co 15:51-52; Ap 11:19) podemos concluir que a Festa de Trombetas anuncia o Dia do SENHOR, convoca o povo ao arrependimento e nos prepara para o Dia do Perdão (Yom Kippur). Sendo um dia propício para estarmos congregados com o Corpo de Cristo para nos atentarmos na necessidade da volta do SENHOR e também da nossa santificação como Noiva sem ruga e sem macula que espera ansiosamente pelo dia do casamento. A cada dia que passa, o mundo tem se tornado cada vez pior, e diante desta triste realidade precisamos que o SENHOR venha e estabeleça de uma vez por todas o Seu Reino de Justiça sobre toda a Terra… Essa é a centralidade da festa. Maranata! Sugestão de pauta para inspirar os 10 dias de Temor (arrependimento) a nível de famílias, grupos caseiros, reuniões de oração e outros. CHAMADO AO ARREPENDIMENTO – Yom Kippur 2024 Como Igreja do SENHOR hoje, pedimos perdão e nos arrependemos dos nossos pecados e maus caminhos! Que caiamos de joelhos diante do único DEUS Todo-Poderoso, o único que pode redimir nossa nação! Por ordem divina, o povo de DEUS deve ser o primeiro a se arrepender e se humilhar diante do SENHOR Todo-Poderoso. PROCLAME 2 Crônicas 7:14 — se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar e orar, buscar a Minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra. Com o que a Igreja tem que se arrepender e pedir perdão a DEUS: Arrependemo-nos por não apreciarmos o sangue de Cristo na Cruz do Calvário; Por não viver a vida de discipulado, conhecendo e seguindo Jesus; Lamentamos perder nosso primeiro amor e desmaiarmos no caminho, recuarmos na busca e intimidade com DEUS; Por não servir e sacrificar ao SENHOR dia a dia, e ao invés disso buscar por nossos próprios interesses; Pela falta de santidade em nossas vidas; Por não termos levantado uma geração que ama a DEUS, mas, em vez disso, desistimos dessa missão, entregando a educação dos nossos filhos para as telas, (programas, aplicativos, internet, redes sociais etc.) e até para a religiosidade, que é pior ainda; Por rejeitarmos Israel e propagarmos a teologia da substituição; Arrependemo-nos por não valorizarmos o desenvolvimento educacional das crianças, fundamentado nos ensinamentos do Evangelho; Por não pastorearmos, nem discipular nossos próprios filhos; Por não curar filhos e filhas doentes, tanto física quanto mentalmente; Arrependemo-nos de nossas divisões ministeriais e pedimos que nos ajude a alcançar a unidade planejada para o Corpo; Arrependemo-nos do espírito de religiosidade que deixamos entrar na Igreja; Arrependemo-nos do culto à personalidade que rouba a glória de DEUS; Arrependemo-nos por toda resistência e empecilhos em estabelecer a conexão entre as gerações; que possamos realmente entender o papel de cada uma, busquemos a reconciliação das gerações até que se estabeleça o funcionamento desse propósito e trabalho conjunto. Arrependemo-nos por sermos levados por nossas emoções, ao invés da Palavra, da Aliança e das promessas de DEUS; Por tardar a vinda de Cristo, não nos humilharmos, nem nos sujeitarmos ao Seu trabalhar; Por ignorarmos os estatutos e ordenanças do SENHOR; Por toda indolência, o pior dos vírus infecta até os escolhidos, o que nos leva a não nos movermos por ninguém; Pedimos perdão por compartilhar e promover ideologias humanistas; Por incitarmos o ódio e o preconceito; Por desejarmos a morte de alguém – nada justifica o ódio, o desejo de que alguém venha morrer. Antes, nosso anseio deve ser que os corações sejam convertidos; Por disfarçar demonstrações financeiras e roubar a nação; Por escolher governantes ímpios com amor ao poder e ao dinheiro; Pelas instituições que se apresentam como parte da Igreja e usam sua influência sobre os membros para eleger representantes políticos; Pelos ministérios que fazem aliança com governantes em troca de favores e de benefícios; Pela ação de controle e manipulação induzindo os membros, que devem ser livres, a fazerem suas escolhas de representantes políticos; Por nos mantermos calados quando tínhamos que declarar a verdade de DEUS aos governantes; Arrependemo-nos por colocar nossa confiança nos governantes e não em Ti, SENHOR. Precisamos parar e analisar o nosso contexto, pois estamos num cenário crítico! O problema é que quase nada do que sobrou se assemelha com o Evangelho, e Jesus está a porta, batendo e querendo entrar. O lugar Dele foi ocupado em nossos corações pela ganância e pelo desejo de poder temporal! Faço da oração de Jeremias a minha: "Converta-nos a Ti e seremos convertidos. Renova os nossos dias como antes, SENHOR.” ARREPENDIMENTO PELOS PECADOS DA NAÇÃO Hoje, como Igreja da nação, nos apresentamos ao SENHOR em arrependimento para pedir perdão por uma série de pecados que nosso povo e toda a nação tem cometido. Proclamamos a Tua Palavra, SENHOR, conforme Mateus 3:2-3: Arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus. Porque este é o referido por intermédio do profeta Isaías: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do SENHOR, endireitai as suas veredas. Por rejeitarmos a Boa Nova, o Evangelho; Por ignorarmos a Sua Palavra e Seus Mandamentos; Por violações dos mandamentos de DEUS e dos direitos humanos; Pela degeneração moral de nossa sociedade; Arrependemo-nos dos pecados de nossos pais e avós; Por toda palavra de maldição e rejeição ao povo de Israel; Por toda idolatria, religiosidade e culto a falsos deuses; Pedimos perdão e nos arrependemos por todos aqueles que, na ignorância de sua verdade, realizar todos os tipos de atos de feitiçaria e bruxaria contra o povo e a nação. Por alimentarmos a idolatria às personalidades; Pela imoralidade e perversão sexual; Pelo assassinato de nossos filhos em processos de gestação. Por aceitar o “não" natural como bom ou normal; Por todas as mortes violentas em nossa nação; Pela corrupção em todas as esferas; Pela crueldade dos governantes; Entre outras coisas. LIDERANÇA DA IGREJA Proclamamos a Sua Palavra, SENHOR: Arrependam-se, pois, e voltem-se para DEUS, para que os seus pecados sejam cancelados, para que venham tempos de descanso da parte do SENHOR, e Ele mande o Messias, o qual lhes foi designado, Jesus. — Atos 3.19-20 Do que os ministros do Evangelho na Igreja do SENHOR devem se arrepender? Pela falta de temor ao SENHOR; Por nos dirigirmos ao SENHOR sem reverência e humildade, Lhe dando direções,  impondo a nossa vontade em nossas oração; Por não valorizar a família monogâmica e nem priorizar o relacionamento familiar; Por cultivar um conceito superior de nós mesmos. Por egomania, narcisismo sem zelo pela vocação ministerial; Por nos movermos de forma individualista, que é contrário à Palavra; Por orações feiticeiras, baseadas em manipulações emocionais. Por proclamarmos falsas profecias, envolvidas de manipulação emocional e sonhos sem base bíblica e direção divina; Por fazer do Evangelho um negócio e não a Boa Nova de salvação contra a perdição eterna das vidas; Pedimos perdão pela ordenação e imposição precipitada de pessoas para o ministério, que fizemos como ministros das nossas instituições e não do Ministério de Cristo; Por todo abuso de autoridade; Pelo personalismo ministerial, colocando nossos ministérios diante da cruz de Cristo e a unidade da Igreja; Pela manipulação e controle de membros; Por colocar peso de legalismo religioso sobre outros e fazer isso como ministros, sabendo que nós mesmos não podemos carregar; Por praticar e ensinar o amor ao dinheiro; Por não ajudar os pobres e necessitados mesmo tendo muito; Por amar mais a obra do que o SENHOR da obra. Pelos ministérios que têm vendido pensamentos ideológicos e políticos às congregações; Por agir com falta de sabedoria e levar a cabo divisão na Igreja de Cristo; Entre outras coisas. Proclamamos 1 João 1:8-10 Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-Lo mentiroso, e a Sua Palavra não está em nós. Conclusão Proclamamos Provérbios 28:12-14 Quando triunfam os justos, há grande festividade; quando, porém, sobem os perversos, os homens se escondem. O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Feliz o homem constante no temor de DEUS; mas o que endurece o coração cairá no mal. Por um Brasil rendido a Cristo! Equipe Brasil de Joelhos

  • Das Trevas para Luz: A Importância do Discipulado

    Ao cristão que segue Jesus, faço um importante alerta sobre pessoas que se tornam lideranças, vindas diretamente do ocultismo ou de envolvimento com ele, e que dizem ser convertidas ao cristianismo. O protocolo de adoção e discipulado na fé bíblica não pode ser pulado ou reduzido por causa de qualquer personalidade. Os famosos que se convertem a Cristo são novas pessoas no Reino, tendo morrido para a velha vida no ato do batismo. E é necessário compreender que antes de serem famosos são homens comuns, pecadores, separados da Glória de DEUS. Quando há uma flexibilidade nesse procedimento, abre-se uma terrível brecha no processo de discipulado bíblico, o que gerará consequências futuras trágicas. A renúncia dos fundamentos da escuridão não é opcional para quem segue a Jesus; é insubstituível, assim como a apropriação, pela fé, dos fundamentos da redenção e do poder da ressurreição para desfrutar da nova vida dada por Cristo aos que Nele creem. Como Igreja brasileira, precisamos nos arrepender quando lidamos fora do protocolo de Cristo com aqueles que vêm do mundo do ocultismo. A ilusão da fama ainda contamina o nosso meio, continuamos olhando para essas pessoas com a perspectiva que o mundo tem sobre elas. Pastores e líderes religiosos precisam voltar a trabalhar com mais profundidade com os sacerdotes vindos das trevas e conduzi-los ao sacerdócio conforme Cristo. Isso envolve investimento de tempo em discipulado e pastoreio, além de testar os espíritos e as convicções, para verificar se estão realmente em Cristo. Caso contrário, veremos uma Igreja contaminada pelo paganismo, que pode avançar e aprisionar a nação, afastando-a do propósito de DEUS. Os ministérios de libertação e o ministério profético precisam rever seus protocolos e manuais, pois os ultrapassados, que já não contêm mais as soluções da redenção e que trazem apenas ideias humanas, algumas vindas do paganismo ou por ele reveladas, precisam ser alinhados ou renovados às Escrituras, a fim de honrar o Ungido do ABBA. Amar a DEUS é obedecer a Sua Palavra. Você pode passar uma hora sob o poder da Presença, mas se não conhece e obedece a Palavra, tudo foi por água abaixo! Os temas de ocultismo nas redes são explorados pela indústria do medo e geram muito dinheiro para aqueles que decidem viver sustentados por essa fonte. A mensagem central do cristão na rede deve ser uma mentalidade bíblica e o tema sobre o qual tenha autoridade, ou mesmo apoio a ideias do bem. Sabendo que a rede é pós-cristã, relativista, humanista e, muitas vezes, satânica, não espere aceitação! Acorde para a guerra cultural e viva afastado do ódio e da polarização. Como pesquisador, sigo diversos canais, mas mantenho-me firme na minha identidade, sempre usando filtros. Acolher pessoas vindas do ocultismo é uma tarefa desafiadora para a Igreja dos dias atuais. Envolve adoção, discipulado e vida em família no Corpo local. Eles não podem ficar sozinhos até atingirem a maturidade na fé. Eles conhecem alguns mistérios, o que é sedutor por natureza, mas são novos na fé bíblica e dela necessitam. Não cerquem esses irmãos para conhecer o oculto. Deixem de olhá-los como o mundo olha, mas olhem como um novo irmão dessa grande família de DEUS, que precisa conhecer a Cultura do Reino. Foquem na luz! Foquem no Autor e Consumador da nossa fé, Cristo! Deixe o Espírito Santo guiar o seu discipulado através de um discipulador bíblico. Por um Brasil de joelhos aos pés de Cristo, Hudson Medeiros

  • 10 Razões porque somos contra o aborto

    #AFavorDaVida 1. O ABORTO É CONTRA A VIDA A Declaração Universal dos Direitos do Homem afirma que “todo o indivíduo tem direito à vida” (artigo 3º). Também a Constituição da República Portuguesa declara que “a vida humana é inviolável” (artigo 24º). De acordo com a ciência, a vida humana tem início com a fecundação, resultante da união de um espermatozoide masculino com um óvulo feminino. Cada uma das células sexuais transporta metade da informação genética do progenitor, de modo que a célula resultante da fertilização, denominada ovo ou zigoto, recebe toda a informação genética necessária para orientar o desenvolvimento do novo ser humano. O aborto provocado, independentemente do momento em que é realizado, acarreta sempre a destruição de uma vida humana, a quem é negada a continuação do seu desenvolvimento, impedindo-se o seu nascimento e a expressão do seu potencial como criança e adulto. Assim, qualquer referendo ou decreto-lei que legitime a morte de um ser humano indefeso, designadamente a despenalização do aborto, sem qualquer indicação médica que o justifique, é um atentado claro contra a vida humana, e viola a própria constituição portuguesa e os direitos fundamentais do ser humano, expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos. 2. O ABORTO É CONTRA A MULHER Sejam quais forem os motivos que a originam, alguns permitidos por lei, qualquer interrupção da gravidez é uma agressão para a saúde física, mental e emocional da mulher. Sabe-se actualmente que qualquer mulher que aborta voluntariamente, mesmo nas melhores condições de assistência médica, tem um risco acrescido de lesões do aparelho genital, infertilidade, abortamentos espontâneos posteriores, prematuridade em gravidezes ulteriores, entre outros. Mais difíceis de quantificar, mas não menos importantes, são as consequências ao nível da saúde mental, nomeadamente depressão, sentimentos de culpa, sentimentos de perda, abuso de substâncias tóxicas e mesmo suicídio. O Colégio da Especialidade de Psiquiatria do Reino Unido (Royal College of Psychiatrists) chamou a atenção, já em 1992, para uma das consequências da liberalização do aborto nesse país: “Ainda que a maioria dos abortos seja realizada com base no risco para a saúde mental da mulher, não há justificação de natureza psiquiátrica para o aborto. [Pelo contrário], coloca as mulheres em risco de sofrerem perturbações psiquiátricas, sem resolver qualquer problema dessa natureza já existente”. Por outro lado, a despenalização total do aborto, ainda que nas dez primeiras semanas de gravidez, em vez de valorizar a vontade da mãe da criança pode expô-la a pressões por parte de familiares, do pai da criança, da entidade patronal ou mesmo de profissionais de saúde (p.e. por um alegado risco de malformações no feto, que muitas vezes não se verifica), no sentido de interromper a gravidez, mesmo contra a sua vontade. Quanto mais permissiva for a lei, maior é a probabilidade destas situações ocorrerem. 3. O ABORTO É CONTRA O HOMEM O aborto não pode reduzir-se a um acto que apenas envolve a mulher que o pratica. Há pelo menos mais dois elementos fundamentais em todo o processo: o pai da criança e obviamente o nascituro. Ao valorizar-se a vontade da mulher de prosseguir ou não com a gravidez, remete-se para segundo plano ou ignora-se por completo a vontade do homem, co-responsável pela concepção e paternidade. Desse modo, desvaloriza-se a sua participação no processo procriativo. Ainda que muitas vezes o elemento masculino do casal não assuma a sua responsabilidade na família, através da despenalização e promoção do aborto livre, descartam-se completamente os deveres do pai da criança. Sabe-se também, atualmente, que os homens podem sofrer de depressão pós-aborto, especialmente quando tal ato é realizado sem o seu conhecimento e autorização. 4. O ABORTO É CONTRA A CRIANÇA Já no célebre Juramento Hipocrático (IV a. C.), ao qual os médicos têm procurado obedecer ao longo dos séculos, é expressamente referido: “não fornecerei às mulheres meios de impedir a concepção ou o desenvolvimento da criança”. Condenamos assim, veementemente, a tese de que “as mulheres têm direito ao seu corpo”, na medida em que esse suposto direito colide com princípios que consideramos absolutos, como o direito à vida do nascituro, que apresenta identidade genética própria, distinta dos progenitores. Nos países que despenalizaram o aborto, os seres humanos correm maior risco de terem uma morte violenta nos primeiros nove meses da sua existência do que em qualquer outro período da sua vida. O útero materno, que deveria ser o lugar supremo de proteção da vida humana tornou-se assim tragicamente, nas últimas décadas, num dos locais mais perigosos. Além disso, sabe-se que muitas crianças, quando descobrem que a sua mãe fez um aborto, numa outra gravidez, desenvolvem perturbações mentais que podem requerer apoio psicológico ou psiquiátrico. 5. O ABORTO É CONTRA A FAMÍLIA Os filhos são uma parte integrante e significativa de cada família, considerada um dos pilares fundamentais das sociedades civilizadas. A ênfase dada à autonomia da mulher sobre a sua gravidez prejudica o relacionamento conjugal e familiar. Aliás, sabe-se que mais de 80% dos abortos provocados resultam de relações sexuais extra-conjugais. Sabe-se também que uma percentagem significativa de gravidezes não planeadas e mesmo não desejadas, se não forem interrompidas, levam invariavelmente ao nascimento de crianças que acabam por ser extremamente apreciadas e amadas pelos seus pais. Por outro lado, ao impedir-se o nascimento de crianças através do aborto está-se a contribuir para o grave problema demográfico resultante da diminuição acentuada da taxa de natalidade, em muitos países ocidentais. O mesmo se verifica actualmente em Portugal, o que acarretará consequências nefastas a nível económico e social. 6. O ABORTO É CONTRA A CONSCIÊNCIA É um facto incontestável que ao longo da história da humanidade, por influência do cristianismo, o aborto era considerado um crime, passível de punição. Contudo, nas últimas décadas, tem-se assistido a uma tendência no sentido da desvalorização da vida humana. A nível individual, é indiscutível a sensação de culpa que a realização de um aborto acarreta, tanto à mulher que a ele recorre como à pessoa que o pratica. Tal facto deve-se à consciência que cada ser humano possui, e que o ajuda na tomada de decisões morais. Como afirma um provérbio francês, “não há travesseiro mais macio do que uma consciência limpa”. 7. O ABORTO É CONTRA A DIGNIDADE HUMANA A tradição moral judaico-cristã sempre se preocupou com a defesa dos mais fracos e vulneráveis, como é o caso das crianças, dos órfãos, dos idosos e das viúvas. O aborto nunca é uma solução dignificante, nem para quem o pratica, nem para a mulher que a ele se submete, e muito menos para a criança inocente. Concordamos com o relatório-parecer sobre a experimentação no embrião, do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (1996) que afirma que “a vida humana merece respeito, qualquer que seja o seu estádio ou fase, devido à sua dignidade essencial”. É também um facto indiscutível que o número de abortos aumentou, por vezes exponencialmente, em todos os países que despenalizaram a sua prática. 8. O ABORTO É CONTRA O DIREITO À DIFERENÇA Em muitos países ocidentais, a liberalização do abortamento provocado tem impedido o nascimento de crianças com anomalias cromossómicas, das quais a trissomia 21 (síndrome de Down) é a mais frequente, bem como com malformações congénitas perfeitamente compatíveis com a vida, e muitas delas com correcção cirúrgica pós-natal, como é o caso do lábio leporino ou do pé boto. Situações mais graves e complexas, como certas malformações cardíacas, podem também ser tratadas cirurgicamente, por vezes mesmo antes do nascimento. O abortamento destas crianças contribui para uma desvalorização e discriminação de pessoas com deficiências sensorias, motoras e/ou cognitivas, que vivem vidas adaptadas e felizes, apesar das limitações. 9. O ABORTO É CONTRA A ÉTICA O aborto, o infanticídio, o suicídio e mesmo a eutanásia eram relativamente comuns e socialmente aceites no mundo antigo greco-romano. O abortamento provocado ocasionava, geralmente, a morte da mãe. No século IV a.C. Hipócrates de Cós, com o seu Juramento, impõe uma ruptura com a cultura da morte que prevalecia nessa época. Mais tarde, após a humanização do Direito, por influência do Cristianismo, o aborto passou a ser considerado um crime no mundo ocidental. Deste modo, a norma ética, ao longo dos séculos, tem sido a defesa da vida humana desde a concepção. O aborto induzido é, assim, contra a ética, pois colide com o princípio fundamental da inviolabilidade da vida humana. Nos raríssimos casos-limite em que a continuação da gravidez põe em risco a vida da mãe, o aborto poderá ser a única forma de salvar a sua vida, o que a actual lei já prevê. 10. O ABORTO É CONTRA DEUS Para além de todas as razões atrás mencionadas, consideramos que o aborto é uma clara violação da vontade de Deus, revelada nas Escrituras Sagradas. O quinto mandamento declara precisamente: “não matarás” (Êxodo 20:13). Encontramos na Bíblia a revelação inequívoca de que Deus valoriza a vida humana desde a concepção e que está envolvido no processo procriativo, como p.e. no texto seguinte, da autoria do rei David (Salmo 139: 13-16): ”Foste tu que formaste todo o meu ser; formaste-me no ventre de minha mãe (…) Conheces intimamente o meu ser. Quando os meus ossos estavam a ser formados, sem que ninguém o pudesse ver; quando eu me desenvolvia em segredo, nada disso te escapava. Tu viste-me antes de eu estar formado. Tudo isso estava escrito no teu livro; tinhas assinalado todos os dias da minha vida, antes de qualquer deles existir”. Dr. Jorge Cruz – Médico (Editado pela Aliança Evangélica Portuguesa em parceria com a Associação Cristã Evangélica de Profissionais de Saúde)

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