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  • Mova-se — Legislativo X Judiciário

    [ Clique no botão abaixo e baixe a pauta na íntegra ] ARREPENDIMENTO LEGISLATIVO X JUDICIÁRIO “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” 2 Crônicas 7:14 INTRODUÇÃO Antes de clamarmos por mudanças no Brasil, precisamos reconhecer que todo processo de restauração começa pelo arrependimento. Não estamos aqui apenas para apontar os erros das instituições ou das autoridades. Estamos diante de Deus para reconhecer pecados, confessar omissões e interceder para que a justiça seja restaurada em nossa nação. “Examinemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o Senhor.” Lamentações 3:40 ORAÇÃO Senhor, que os nossos olhos sejam abertos para enxergarmos a nossa nação com verdade e um coração humilde para reconhecer aquilo que precisa ser transformado. Que sejamos livres da cegueira produzida pelas paixões, pelos interesses e pelas conveniências. Antes de pedirmos que Tu mudes as nossas instituições, mostra-nos aquilo que precisa mudar em nós. Que esta oração não seja movida por indignação humana, mas por arrependimento, temor e desejo de justiça. Sonda o nosso coração e começa em nós a transformação que desejamos ver no Brasil. ARREPENDIMENTO PELA OMISSÃO DO PODER LEGISLATIVO O Poder Legislativo recebeu a responsabilidade de representar o povo, promover o debate público e produzir as leis da nação. Precisamos nos arrepender pelas ocasiões em que essa vocação foi abandonada e questões relevantes deixaram de ser enfrentadas, permitindo que outros Poderes ocupassem espaços que deveriam ter sido preenchidos pelo debate legislativo. “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz comete pecado.” Tiago 4:17 ORAÇÃO Senhor, pedimos perdão pela omissão daqueles que receberam autoridade para falar, discutir e decidir, mas escolheram o silêncio ou a conveniência. Perdoa quando o medo, os interesses políticos ou a preservação do poder foram maiores do que o compromisso com a responsabilidade pública. Desperta o Congresso Nacional. Oramos para que sejam levantados parlamentares com coragem para enfrentar debates difíceis, mesmo quando isso lhes custar popularidade ou posição política. Que aqueles que receberam voz através do voto não se escondam quando a nação precisar ouvi-los. ARREPENDIMENTO PELA MANIPULAÇÃO DO PROCESSO LEGISLATIVO Precisamos nos arrepender por toda utilização do processo legislativo como instrumento de concentração e manutenção de poder. Pela aceleração indevida de ritos, pelas votações sem debate suficiente, pelas alterações realizadas sem transparência e por toda estratégia destinada a afastar a sociedade da discussão sobre as leis que irão governá-la. “Ai dos que decretam leis injustas e dos escrivães que escrevem perversidades.” Isaías 10:1 ORAÇÃO Senhor, purifica o processo legislativo brasileiro. Pedimos perdão pela manipulação e ausência de transparência; perdão por toda negociação ilegítima e falta de integridade. Oramos para que o Senhor conceda prudência e que restaure o equilíbrio e a responsabilidade. Que nenhuma lei importante seja construída escondida da sociedade; que o debate volte às comissões, que os representantes possam discutir, que a sociedade possa acompanhar e que o processo legislativo volte a ser instrumento de democracia, e não mecanismo de conveniência política. ARREPENDIMENTO PELO MAU USO DO PODER A autoridade pública não foi concedida para benefício pessoal. Todo poder traz consigo responsabilidade. Precisamos nos arrepender pela utilização de cargos, recursos públicos, influência política e estruturas institucionais para projetos pessoais de poder e associação com o crime organizado. Confrontamos à luz de Cristo toda aliança forjada entre representantes dos Poderes para praticar a injustiça, a corrupção e a proteção ao crime organizado. Que sejam expostos e julgados todos os que praticam tais iniquidades. “O que domina sobre os homens deve ser justo, dominando no temor de Deus.” 2 Samuel 23:3 ORAÇÃO Senhor, pedimos perdão por toda estrutura de poder sustentada pela corrupção, pela troca de favores, pelo medo ou pela dependência política. Que o cargo público deixe de ser instrumento de domínio e volte a ser lugar de serviço. Oramos para que o Senhor dê às nossas autoridades consciência de que nenhuma posição é permanente e nenhum poder é absoluto; que eles tenham humildade para reconhecerem o SENHOR JESUS, como a MAIOR AUTORIDADE sobre todos. Que cada autoridade compreenda que haverá prestação de contas por aquilo que fizeram e que tem feito com o poder que recebeu. RESGATE DA VOCAÇÃO DO PODER LEGISLATIVO Precisamos clamar pela restauração da vocação do Congresso Nacional: legislar, fiscalizar, representar e debater. Que o processo legislativo volte a ser marcado pelo respeito ao eleitor, pela transparência, pelo debate republicano e pelo cumprimento dos procedimentos próprios de uma democracia. “Abre a boca, julga retamente e faze justiça.” Provérbios 31:9 ORAÇÃO Senhor, clamamos para que o Legislativo tenha coragem de legislar. Que deputados e senadores compreendam a responsabilidade histórica que carregam e não transfiram para outros Poderes aquilo que lhes cabe enfrentar. Pedimos que sejam levantados homens e mulheres preparados, independentes e comprometidos com a justiça. Que as comissões funcionem, que os debates aconteçam, que posições diferentes sejam ouvidas e que decisões importantes não sejam tomadas escondidas da população. Restaura a dignidade e a vocação das Casas Legislativas brasileiras. ARREPENDIMENTO PELOS EXCESSOS DO PODER JUDICIÁRIO Assim como o Legislativo precisa exercer plenamente sua vocação, o Judiciário precisa permanecer fiel à sua. Precisamos nos arrepender por todo exercício de autoridade que ultrapasse os limites da função jurisdicional e por toda concentração de poder capaz de comprometer o equilíbrio entre as instituições. “Não perverterás o juízo, não farás acepção de pessoas.” Deuteronômio 16:19 ORAÇÃO Senhor, visita o Poder Judiciário brasileiro. Que o Senhor dê aos magistrados consciência da grande responsabilidade colocada em suas mãos. Que a autoridade para julgar nunca seja confundida com autoridade ilimitada para governar. Confessamos e pedimos perdão pela imprudência dos juízes, desembargadores e ministros. Oramos para que eles tenham humildade para reconhecer e para corrigir os seus erros; que eles tenham sabedoria para distinguir aquilo que desejam pessoalmente daquilo que o Direito exige. Que nossas Cortes sejam conhecidas não pela extensão de seu poder, mas pela justiça de suas decisões. ARREPENDIMENTO PELO ATIVISMO JUDICIAL Precisamos interceder para que a interpretação judicial não substitua indevidamente o processo político e legislativo. Quando questões que deveriam passar pelo debate democrático são resolvidas sem a participação dos representantes eleitos, o equilíbrio entre os Poderes pode ser comprometido. “Estabelecerás juízes e oficiais [...] para que julguem o povo com reto juízo.” Deuteronômio 16:18 ORAÇÃO Senhor, estabeleça limites saudáveis entre os Poderes da nossa República. Que o legislador tenha coragem para legislar; que o governante tenha sabedoria para governar e que o juiz tenha prudência para julgar. Pedimos perdão por toda a omissão de um Poder e porque isso tem se transformado em justificativa permanente para a expansão de outro. Restaura o equilíbrio, a responsabilidade e o respeito entre as instituições. Pedimos perdão por todo excesso, sem correção; omissão sem responsabilidade e por todo conflito sem sabedoria. ARREPENDIMENTO PELAS DECISÕES INJUSTAS A justiça não pode ser instrumento de interesses pessoais, políticos ou ideológicos. Precisamos nos arrepender por toda ocasião em que a justiça tenha sido afastada pela parcialidade, pela conveniência ou pelo abuso. “Não farás injustiça no juízo.” Levítico 19:15 ORAÇÃO Confessamos e pedimos perdão pela falta de discernimento dos magistrados quando não reconhecem a dimensão humana de cada processo colocado diante deles. Pedimos que o Senhor Jesus entre nas salas dos tribunais, nos gabinetes e nos lugares onde decisões são tomadas todos os dias e que seja forjado ali um ambiente de justiça e verdade. Pedimos perdão pela vaidade, da parcialidade e da soberba nos tribunais. Que os julgadores tenham coragem para decidir corretamente, mas também humildade para reconhecer quando erraram. Que nenhuma pessoa seja tratada de maneira diferente por causa de sua posição, influência ou poder. Que o mesmo Direito aplicado ao fraco seja aplicado ao poderoso. ARREPENDIMENTO DOS OPERADORES DO DIREITO Não podemos interceder pelo Judiciário sem reconhecer a responsabilidade daqueles que diariamente participam do sistema de Justiça. Advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores, servidores e todos os operadores do Direito precisam examinar sua própria atuação. “Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor.” Isaías 1:17 ORAÇÃO Senhor, que comece por nós! Nos arrependemos e pedimos perdão quando conhecemos o Direito, identificamos a injustiça e ainda assim permanecemos em silêncio. Perdoa-nos quando o medo de perder espaço, posição, influência ou oportunidades nos torna omissos. Oramos por coragem para defender a justiça quando for fácil e, principalmente, quando for difícil. Pedimos perdão pelos advogados que “venderam” a sua consciência; pelos juízes que negociaram a sua imparcialidade e por aqueles que receberam autoridade para defender a ordem jurídica, mas que estão calados diante da injustiça. Que eles entendam que o exercício desta profissão nunca seja maior do que a nossa consciência. CLAMOR PELA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - OAB "Erguei a voz em favor dos mudos, pelos direitos de todos os desamparados. Abre a tua boca, julga com retidão e defende os direitos dos pobres e dos necessitados." Provérbios 31:8-9 Oramos pedindo que o Senhor Deus retire a OAB do lugar de omissão e silêncio diante de tantas injustiças e desequilíbrio na distribuição da Justiça. Pedimos que o Senhor abra a boca dos advogados para que se posicionem ao lado da Justiça e acima das ideologias políticas, contra a corrupção e em defesa da democracia e do Estado de Direito. ARREPENDIMENTO DA IGREJA Antes de orarmos confessando os pecados dos governantes, precisamos nos arrepender como Igreja. Não podemos exigir coragem das autoridades se nós mesmos a perdemos. Não podemos denunciar a omissão das instituições enquanto permanecemos indiferentes às necessidades da nossa própria nação. “Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus.” 1 Pedro 4:17 ORAÇÃO Senhor, perdoa-nos como Igreja, porque substituímos a oração pela reclamação e a intercessão pela indignação. Perdoa-nos quando falamos muito sobre os problemas da nação, mas oramos pouco por aqueles que carregam a responsabilidade de governá-la. Pedimos perdão, como Igreja brasileira pela ausência de um coração para a intercessão. Que o nosso coração seja incendiado pelo Teu Espírito Santo, para retornarmos aos movimentos de oração direcionados pelo Senhor. Pedimos perdão por perdermos a verdade e a misericórdia; perdão porque nosso confronto tem sido com o desejo pela destruição daquele que errou; perdão por buscarmos a justiça alimentada pelo ódio. Que sejamos conhecidos não apenas pelas nossas opiniões, mas pela nossa capacidade de permanecer de joelhos diante de Ti. INTERCESSÃO PELAS AUTORIDADES A Bíblia nos ensina a interceder por aqueles que exercem autoridade. “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões [...] pelos reis e por todos os que estão em eminência.” 1 Timóteo 2:1-2 ORAÇÃO Senhor, colocamos diante de Ti o Presidente da República, os ministros, deputados, senadores, ministros dos tribunais superiores, desembargadores, juízes, membros do Ministério Público e todas as autoridades brasileiras. Oramos para que eles tenham sabedoria para decidir, coragem para reconhecer erros e humildade para mudar de direção quando necessário. Afasta conselheiros perversos e aproxima pessoas sábias. Revele tudo o que estiver escondido e impeça decisões tomadas por vaidade, vingança ou interesse pessoal. Pedimos que o Senhor fortaleça aqueles que estiverem agindo corretamente; dê-lhes força para permanecerem firmes. E aos que estiverem errando, que tenham oportunidade de reconhecer seus erros. E aos de corações endurecidos, que sejam quebrantados e cheguem ao verdadeiro arrependimento. ARREPENDIMENTO DA NAÇÃO Não podemos atribuir todos os problemas brasileiros às autoridades. As instituições também refletem aquilo que toleramos como sociedade. Precisamos nos arrepender quando condenamos a corrupção dos grandes, mas toleramos pequenas desonestidades; quando exigimos justiça para os outros, mas buscamos privilégios para nós mesmos. “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.” Salmos 51:10 ORAÇÃO Senhor, não queremos apenas uma mudança de autoridades. Queremos também uma mudança nos nossos corações. Confessamos e pedimos perdão por rejeitar em nossa vida privada aquilo que condenamos na vida pública. Oramos para que sejamos uma geração que ame a verdade, cumpra a Sua palavra, respeite aquilo que pertence ao próximo e compreenda que uma nação justa começa com pessoas que praticam justiça em casa. Transforma primeiro o cidadão e que, através dele, a nossa nação seja transformada. CONCLUSÃO CLAMAMOS, SARA A NOSSA TERRA!! O objetivo desta oração não é pedir vingança contra pessoas. É um clamor por arrependimento, justiça, misericórdia e restauração. “Coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” Salmos 51:17 ORAÇÃO FINAL Senhor, nós colocamos o Brasil diante de Ti. Não pedimos apenas que exponhas aquilo que está errado. Pedimos que transformes aqueles que erraram. Oramos para que o orgulho saia e entre a humildade; para que sejam encerradas as atividades da corrupção e que venham dias em que a integridade governe; que a omissão ceda à coragem. Que haja limites no uso do poder. Que o Senhor levante homens e mulheres dispostos a defender aquilo que é correto. Senhor Jesus, começa pela Tua Igreja! Comece pelos advogados, magistrados e parlamentares cristãos. Comece por nós! Oramos por um coração como o de Davi: um coração que, sendo confrontado, reconheça seu pecado e que saiba voltar para Ti, em arrependimento e confissão. Oramos para que o nosso coração não se endureça pelo poder, pela ideologia ou pela indignação. Clamamos: Sara o Poder Legislativo, Senhor! Restaura sua coragem e sua vocação. Sara o Poder Judiciário! Restaura seus limites e seu compromisso com a justiça. Sara as nossas instituições! Sara a Tua Igreja!! Sara a nossa nação!!! E que possamos novamente ver a justiça sendo praticada não apenas nos discursos, mas nas leis, nas decisões, nas instituições e na vida cotidiana do nosso povo. “Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça, como ribeiro perene.” Amós 5:24 DECRETOS PROFÉTICOS SOBRE O PODER JUDICIÁRIO “O Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso Legislador; o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará.” Isaías 33:22 INTRODUÇÃO Nós nos levantamos em oração pelo Poder Judiciário brasileiro, reconhecendo que toda autoridade humana possui limites e que a justiça verdadeira encontra sua medida em Deus. Intercedemos pelo Supremo Tribunal Federal, pelos Tribunais Superiores, pelos Tribunais de Justiça, pelos juízes, desembargadores, ministros, membros do Ministério Público, advogados e todos aqueles que participam do sistema de Justiça. Diante de decisões que alcançam questões fundamentais para a sociedade, da crescente politização da atividade jurisdicional e dos graves episódios de corrupção que atingem parcelas do sistema de Justiça, não permaneceremos apenas observando. Nós oramos, intercedemos e proclamamos sobre as Cortes brasileiras justiça, retidão, temor, sabedoria, discernimento e restauração. Assim como está escrito: “Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, e os teus conselheiros, como no princípio.” Isaías 1:26 DECRETO DE RESTAURAÇÃO DA MISSÃO DE JULGAR Declaramos que o Poder Judiciário brasileiro será reconduzido à sua verdadeira missão: julgar com justiça, imparcialidade e responsabilidade. Declaramos que a função de julgar não será confundida com a função de governar e que a interpretação das leis não será utilizada como instrumento permanente de substituição da vontade popular ou da atividade legislativa. Que cada Poder compreenda novamente a sua missão, a sua autoridade e os seus limites. Que o Poder Judiciário exerça independência sem transformar independência em ausência de limites; que exerça autoridade sem transformar autoridade em domínio político. Declaramos sobre os magistrados brasileiros clareza quanto à responsabilidade que receberam e humildade para reconhecer que nenhuma posição institucional concede autoridade absoluta. “Juízes e oficiais constituirás [...] para que julguem o povo com juízo de justiça.” Deuteronômio 16:18 DECRETO CONTRA A POLITIZAÇÃO DO JUDICIÁRIO Nós declaramos que a justiça prevalecerá sobre a política dentro dos tribunais. Que convicções partidárias, preferências ideológicas, interesses pessoais e projetos de poder não governem as decisões daqueles que receberam autoridade para julgar. Declaramos que magistrados não serão conhecidos por alinhamentos políticos, mas pela retidão de suas decisões. Que nenhuma Corte seja transformada em extensão de grupos, partidos, governos ou movimentos ideológicos. Que a imparcialidade seja restaurada sobre o sistema de Justiça brasileiro. Que os julgadores tenham coragem de decidir segundo a Constituição, segundo as leis e segundo sua consciência, sem submissão à pressão política, à opinião pública ou aos interesses dos poderosos. “Não farás injustiça no juízo; não favorecerás o pobre, nem serás complacente com o poderoso; com justiça julgarás o teu próximo.” Levítico 19:15 DECRETO SOBRE OS LIMITES CONSTITUCIONAIS DAS CORTES Declaramos que a Constituição brasileira não será esvaziada pela concentração de poder. Que o Supremo Tribunal Federal seja fortalecido em sua legítima missão de guardar a Constituição, mas que também exista sabedoria para reconhecer os limites estabelecidos pela própria ordem constitucional. Declaramos equilíbrio entre os Poderes. Que o Executivo governe. Que o Legislativo legisle. Que o Judiciário julgue. Que nenhum Poder absorva permanentemente a competência do outro e que a omissão de uma instituição não seja transformada em justificativa para a expansão ilimitada de outra. Que os limites sejam restaurados, as competências respeitadas e a ordem preservada. “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.” 1 Coríntios 14:40 DECRETO SOBRE A VIDA, A FAMÍLIA E OS PRINCÍPIOS DE DEUS Declaramos proteção sobre a vida humana. Declaramos proteção sobre as crianças e sobre aqueles que ainda não possuem voz para se defender. Declaramos que a dignidade humana não será tratada segundo conveniências políticas, mas reconhecida como um valor que deve ser protegido. Declaramos proteção sobre a família e sobre os princípios que, segundo nossa fé, foram estabelecidos por Deus para a preservação da sociedade. Que questões profundas relacionadas à vida, à família, à moralidade, à liberdade e à propriedade não sejam decididas por imposição ideológica, mas recebam o devido debate, responsabilidade e prudência. “Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.” Salmos 82:3-4 DECRETO CONTRA A CORRUPÇÃO NO SISTEMA DE JUSTIÇA Declaramos que a corrupção não permanecerá escondida dentro do sistema de Justiça. Que todo esquema de favorecimento ilícito, tráfico de influência, compra de decisões ou utilização indevida da função pública seja exposto, investigado e interrompido. Declaramos que cargos, posições, amizades e influência não serão escudos para proteger a corrupção. Que aqueles que receberam responsabilidade para investigar tenham coragem para investigar. Que aqueles que receberam responsabilidade para denunciar tenham independência para denunciar. Que aqueles que receberam responsabilidade para julgar tenham liberdade para julgar. E que nenhuma pessoa seja protegida simplesmente porque ocupa posição elevada. “Não tomarás suborno; porquanto o suborno cega os olhos dos sábios e perverte as palavras dos justos.” Deuteronômio 16:19 DECRETO CONTRA A VENDA DE SENTENÇAS E DECISÕES Nós declaramos que a Justiça brasileira não está à venda. Que todo esquema de venda de sentenças, decisões, liminares, votos, influência ou favorecimentos que efetivamente exista seja descoberto e desmantelado. Declaramos proteção sobre os magistrados que recusam o dinheiro ilícito, sobre os servidores que rejeitam a corrupção e sobre aqueles que denunciam aquilo que está errado. Que a integridade prevaleça sobre a vantagem. Que nenhuma sentença tenha preço. Que nenhuma consciência seja comprada. Que nenhum processo seja decidido pela influência econômica de uma das partes. “O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça.”Provérbios 17:23 DECRETO PELO FORTALECIMENTO DOS JUÍZES JUSTOS Declaramos fortalecimento sobre todos os magistrados brasileiros que permanecem íntegros. Que os juízes justos não sejam intimidados. Que não sejam enfraquecidos pelo isolamento. Que não sejam perseguidos por recusarem participar daquilo que consideram errado. Que recebam coragem para decidir contra interesses poderosos quando a justiça assim exigir. Declaramos proteção sobre suas famílias, suas mentes e suas consciências. Que sejam livres do medo, da vaidade, da sedução do poder e do amor ao dinheiro. Que Deus levante uma geração de magistrados que possa ocupar posições elevadas sem permitir que a posição governe seu coração. E proclamamos novamente a promessa: “Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, e os teus conselheiros, como no princípio.” Isaías 1:26 DECRETO DE SABEDORIA E DISCERNIMENTO Declaramos sabedoria sobre os juízes, desembargadores e ministros brasileiros. Que tenham inteligência para compreender a lei, discernimento para analisar os fatos e humildade para reconhecer seus próprios limites. Que não julguem precipitadamente. Que ouçam antes de concluir. Que examinem antes de condenar. Que ponderem antes de decidir. Que compreendam que atrás de cada processo existem pessoas, famílias, patrimônios, liberdades e destinos. Declaramos que a sabedoria e o discernimento governarão as decisões judiciais. “A justiça, somente a justiça seguirás.” Deuteronômio 16:20 DECRETO DO TEMOR DO SENHOR SOBRE O JUDICIÁRIO Declaramos o temor do Senhor sobre o sistema de Justiça brasileiro. Que os magistrados compreendam o peso da autoridade que carregam. Que toda decisão seja acompanhada da consciência de que o poder de julgar a vida de outra pessoa exige responsabilidade. Que o temor seja maior do que a vaidade. Que a consciência seja maior do que a pressão política. Que a integridade seja maior do que a oportunidade de enriquecimento. Que a justiça seja maior do que qualquer interesse pessoal. “Agora, pois, seja o temor do Senhor convosco; guardai-o e fazei-o, porque não há no Senhor nosso Deus injustiça, nem acepção de pessoas, nem aceitação de suborno.” 2 Crônicas 19:7 DECRETO DE JUSTIÇA E RETIDÃO SOBRE AS CORTES Nós declaramos que justiça e retidão serão novamente a medida sobre as Cortes brasileiras. Que o pobre e o poderoso sejam julgados pela mesma medida. Que a influência não determine o resultado de um processo. Que o inocente encontre proteção. Que aquele que pratica injustiça encontre responsabilização. Que a lei não seja dura para os fracos e flexível para os poderosos. Declaramos que a justiça será restaurada como fundamento da autoridade judicial. “E porei o juízo por linha e a justiça por prumo.” Isaías 28:17 DECRETO PELO LEVANTAMENTO DE HOMENS E MULHERES JUSTOS Declaramos que Deus levantará homens e mulheres preparados para ocupar posições de autoridade no sistema de Justiça: Magistrados que conheçam as leis. Magistrados que tenham discernimento. Magistrados que possuam coragem. Magistrados que não se vendam. Magistrados que não sejam governados pela opinião pública. Magistrados que conheçam o peso da palavra “justiça”. Declaramos que novas gerações chegarão aos tribunais com inteligência, preparo, equilíbrio e integridade. “E tu, Esdras, segundo a sabedoria do teu Deus, que possuis, nomeia magistrados e juízes que julguem todo o povo.” Esdras 7:25 DECRETO SOBRE O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Nós colocamos especificamente diante de Deus o Supremo Tribunal Federal. Declaramos que a Suprema Corte brasileira será conduzida à responsabilidade de sua missão constitucional. Que seus ministros tenham sabedoria, prudência e humildade. Que nenhuma autoridade individual se torne maior do que a própria instituição. Que nenhuma instituição se considere maior do que a Constituição que recebeu a missão de guardar. Declaramos que toda influência ilegítima seja removida, todo interesse contrário à justiça seja frustrado e toda corrupção efetivamente existente seja trazida à luz. Declaramos também força sobre aqueles que desejam agir corretamente dentro da Corte. Que a verdade seja maior do que a conveniência, que a justiça seja maior do que a política e que a Constituição seja maior do que os interesses pessoais. DECRETO FINAL SOBRE AS CORTES DO BRASIL Nós nos posicionamos em oração e declaramos sobre o Poder Judiciário brasileiro: Justiça igual para todos. Declaramos a restauração dos juízes justos e dos conselheiros sábios, conforme Isaías 1:26. Declaramos que a justiça e a retidão serão a linha de medida, conforme Isaías 28:17. Declaramos o temor do Senhor sobre aqueles que julgam, conforme 2 Crônicas 19:7. Declaramos sabedoria e discernimento sobre as decisões dos magistrados, conforme Deuteronômio 16:18-20. Declaramos o levantamento de homens e mulheres preparados e íntegros para exercer autoridade, conforme Esdras 7:25. Declaramos que a corrupção não vencerá a integridade. Declaramos que o poder não vencerá a justiça. Declaramos que o medo não silenciará os justos. Declaramos que a política não dominará a Justiça. Declaramos que nenhuma sentença estará à venda. Declaramos que os juízes justos serão fortalecidos. Declaramos que a verdade será trazida à luz. Declaramos que a ordem será restaurada. Declaramos que as instituições compreenderão seus limites. E acima de toda autoridade humana, reconhecemos Deus como o supremo Juiz. “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma; pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios.” Isaías 42:1 Senhor, estabelece justiça, retidão, sabedoria, discernimento e temor sobre as Cortes brasileiras. Fortalece os juízes justos. Levanta conselheiros sábios. Protege os íntegros. Expõe a corrupção. Estabelece limites. Restaura a Justiça. Até que o Brasil e suas cortes estejam de joelhos diante do Trono de Deus!

  • TABERNÁCULOS – SUCOT

    2026 : Pôr do Sol do dia 25/Set ao fim da tarde do dia 2/Out. Dentre as três grandes festas comandadas por DEUS, a Festa dos Tabernáculos é a de maior significado profético para nós cristãos. (SUCOT OU CABANAS) Dentre as três grandes festas comandadas por DEUS, a Festa dos Tabernáculos é a de maior significado profético para nós cristãos. É comemorado no décimo-quinto dia do mês de Tishri, duas semanas após Rosh Hashanah e, usualmente, cai final de Setembro ou princípio de Outubro. SIGNIFICADO HISTÓRICO “Disse mais o SENHOR a Moisés: Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo será a Festa dos Tabernáculos ao SENHOR, por sete dias. Ao primeiro dia haverá santa convocação: nenhuma obra servil fareis. Sete dias oferecereis oferta queimada ao Senhor; no dia oitavo tereis santa convocação, e oferecereis ofertas queimadas ao Senhor; é reunião solene, nenhuma obra servil fareis. São esta as festas fixas do SENHOR, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao SENHOR oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifícios e libações, cada qual em seu dia próprio; além dos sábados do SENHOR, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor. Porém aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido os produtos da terra, celebrareis a festa do SENHOR por sete dias; ao primeiro dia, e também ao oitavo, haverá descanso solene. No primeiro dia tomareis para vós outros fruto de árvores formosas, ramos de palmeira, ramos de árvores frondosas, e salgueiros de ribeiras; e, por sete dias, vos alegrareis perante o SENHOR, vosso DEUS. Celebrareis esta como festa ao Senhor por sete dias cada ano; é estatuto perpétuo pelas vossas gerações; no mês sétimo a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas de ramos; todos os naturais em Israel habitarão em tendas; para que saibam que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito: Eu sou o Senhor vosso Deus” . (Levítico 23.33-43). A festa dos Tabernáculos ou Festa da Colheita era originalmente uma festa agrícola, assim como a Páscoa e Pentecoste. Apesar disso DEUS lhe atribui um significado histórico: a lembrança da peregrinação pelo deserto e o sustento pelo SENHOR. A fragilidade das tendas que o povo construía era uma lembrança da fragilidade do povo quando peregrinava os 40 anos no deserto a caminho da Terra Prometida. A palavra “tabernáculo” origina-se da palavra latina “tabernaculum” que significa “uma cabana, um abrigo temporário”. No original hebraico a palavra equivalente é Sucá, cujo plural é Sucot. A Festa dos Tabernáculos durava uma semana e durante este período habitavam em tendas construídas com ramos. É um tempo de regozijo e ação de graça. Posteriormente, na história judaica, a Páscoa, Pentecostes e a Festa dos Tabernáculos são chamadas no calendário judaico de Festas de Peregrinos, porque nestas três festas era exigido que todo homem judeu fizesse uma peregrinação até o Templo de Jerusalém. Nestas ocasiões o povo trazia os primeiros frutos da colheita da estação ao Templo, onde uma parte era apresentada como oferta a DEUS e o restante usado pelas famílias dos sacerdotes. Somente após essa obrigação ser cumprida era permitido usar a colheita da estação como alimento. A ordenança de DEUS para que o povo habitasse em tendas traz conotações de caráter moral, social, histórico e espiritual. Os rabinos falam da sucá como um símbolo de proteção divina. Em momentos de aflição pedimos ao Todo-Poderoso que nos “abrigue em sua tenda” (Salmo 27.5). A sucá é um chamado contra a vaidade e um apelo à humanidade. Mesmo o mais poderoso dos homens deve viver durante sete dias numa habitação primitiva e modesta, conscientizando-se da impermanência das posses materiais. Mais ainda, deve compartilhar essa moradia com todos os desprivilegiados a seu redor: “seus servos, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estiverem dentro dos seus portões” . (Deuteronômio 16.14) Por ser pequena, sem compartimentos a sucá obriga seus moradores a se aproximarem, física e afetivamente, e talvez os inspire a se manterem mais unidos nos outros dias do ano. De acordo com a Lei, a cobertura da sucá deve ser feita de tal forma que através dela se possam ver as estrelas. Resulta um teto pelo qual se infiltram a chuva e o vento, mas pelo qual também penetra a luz do sol. A sucá é o modelo de um verdadeiro lar: sem uma estrutura sofisticada, sem decoração luxuoso, mas cheia de calor, tradição e santidade. Um lar deve ter espiritualidade, deve ter uma vista para o céu. A sucá é um abrigo temporário, improvisado, construído às pressas. E, no entanto, ela é um símbolo de permanência e continuidade. É tão frágil, tão precária, tão instável e, no entanto, sobreviveu a tantos impérios, tantas revoluções porque na verdade seu sustento é divino. É somente o SENHOR quem nos pode sustentar! A sucá é uma construção rústica cuja cobertura é feita de produtos da terra – fácil de se obter. Inclui ramos, arbustos, palha e mesmo ripas de madeira. Frutas, vegetais e outros alimentos não são usados. O povo judeu tomou as palavras de DEUS em Levítico 23 “habitareis” em seu sentindo literal. Eles interpretaram a palavra “habitar” como significando que se devia comer e dormir na sucá, e não apenas construí-la. Nenhuma bênção é recitada quando se constroi a sucá, pois a ordem fundamental é “habitar” na sucá e não meramente construí-la. Uma bênção é recitada imediatamente antes de comer e dormir na sucá. O uso de quatro espécies de plantas é prescrito em Levítico 23.40: “…tomareis fruto de árvores formosas, ramos de palmeiras, ramos de árvores frondosas e salgueiros de ribeira…” A Bíblia não especifica com precisão quais as espécies de árvores e frutas devem ser usadas. As autoridades judaicas deduziram e a tradição consagrou que “a fruta de árvore formosa” significa a cidra (etrog); “ramos de palmeiras” seriam ramos da tamareira(lulav); “ramos de árvores frondosas” referindo-se ao mirto (hadassim); e “salgueiros de ribeira” ao familiar salgueiro (aravot). Essas quatro espécies formam o molho de sucot que seguramos e abençoamos em cada dia da semana durante a Festa dos Tabernáculos. Diariamente, durante a semana de sucot (exceto no Shabat), pegamos na mão direita as três espécies de ramos, na mão esquerda a cidra, recitamos uma bênção, em seguida juntamos as mãos e agitamos o molho para todos os lados, para cima e para baixo – manifestando nossa alegria e indicando que a Presença de DEUS está em toda a parte. A Festa dos Tabernáculos tinha dois aspectos distintos na época do Templo. Uma parte da festa era consagrada ao louvor e ações de graça. O toque das trombetas convocava o povo, que se postava nas ruas para assistir à marcha dos sacerdotes que iam ao tanque de Siloé, enchiam uma vasilha de prata de água e depois rumavam para o templo e a derramavam no altar. Era um cortejo glorioso de sacerdotes vestidos de branco, instrumentos musicais, corais. Os levitas se faziam acompanhar por músicos em instrumentos de corda, sopro e percussão durante a recitação dos Salmos 113 a 118 – (Hallei) especialmente as palavras messiânicas do Salmo 118, versos 25 e 26: “Ó SENHOR, salva, Te pedimos! Ó SENHOR, nós te pedimos, envia-nos a prosperidade. Bendito aquele que vem em nome do SENHOR” . Esse ritual de derramamento de água simbolizava ações de graça pela chuva que possibilitou a colheita do ano. Orações por mais chuva eram feitas para possibilitar a colheita da próxima estação. Esse ritual simbolizava também a alegria espiritual e salvação. A cada dia, durante o período da Festa, os sacerdotes rodeavam o grande altar de sacrifícios, uma vez, agitando suas palmeiras em todas as direções. Os ramos eram seguros juntos na mão direita, e a cidra, na mão esquerda. No sétimo dia, chamado “Hoshana Rabbah” que significa “A grande Salvação”, os sacerdotes rodeavam o altar sete vezes, recitando o Salmo 118. Durante os sete dias de sucot, o grande altar de sacrifício recebia um número de sacrifício maior do que em qualquer outra festa: 70 novilhos, 14 carneiros, 98 cordeiros e 7 bodes (Números 29.12-34). Em relação aos 70 novilhos o Talmud ensina que “as setenta nações do mundo são representadas nas ofertas de expiação de Israel” . Segundo ponto alto das comemorações eram os festejos. À noite, as multidões festejavam com banquetes e ainda cantavam e caminhavam pelas ruas portando tochas. Eram também colocadas tochas que iluminavam o átrio do Templo. Nesses momentos demonstravam sua gratidão a DEUS desfrutando as boas coisas da vida e o prazer de gozarem a companhia uns dos outros. Foi a essa festa que os irmãos do SENHOR Jesus se referiram quando insistiram com Ele para que seguisse para Jerusalém (João 7.1-9). O SENHOR rebateu suas palavras sarcásticas, mas depois, ocultamente, foi para Judéia. Durante a Festa, Ele deu ensinamentos e sofreu dura oposição por parte dos fariseus. Foi nessa ocasião que chamou os que tivessem sede para irem a ele e beber (João 7.37). Isso pode ter sido uma referência à água derramada no altar durante a Festa. O SIGNIFICADO PROFÉTICO A Festa dos Tabernáculos tem um significado profético. O profeta Amós, antevendo a vinda do Messias, escreveu: “Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas, e, levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade” . (Amós 9.11) O povo judeu ainda hoje aguarda a vinda do Messias. A preservação misteriosa de Israel pode ser para o cumprimento do propósito de DEUS de Israel se tornar o “tabernáculo de Davi, seu Rei”. Judeus e gentios podem ser incorporados à casa ou família de DEUS e assim tornar-se Seu tabernáculo – Seu lugar de moradia com a aceitação do Messias. Devemos lembrar que DEUS já havia feito provisão para a inclusão dos gentios crentes dentro da aliança mosaica “a mesma lei haja para o natural (israelita) e para o forasteiro (gentio) que peregrinar entre vós” . (Êxodo 12.49) O profeta Zacarias predisse que na era messiânica: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano, para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos” . (Zacarias 14.16-21) O profeta Miquéias profetizou: “… uma nação não levantará contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra” . (Miquéias 4.3) A Festa dos Tabernáculos fala da alegria do Messias tabernaculando em nosso meio. É época de regozijo, de plenitude. Podemos ver também o SENHOR Jesus, nosso Messias, tipificado no ritual do derramamento da água. No evangelho de João, capítulo 7, temos um relato da Festa dos Tabernáculos que foi a última que o SENHOR Jesus participou. Podemos imaginar a cena grandiosa: o grande cortejo de sacerdotes vestidos de branco, os levitas, os instrumentos, o derramamento da água no altar… e o SENHOR Jesus, em pé, nas sombras das grandes colunas do templo observando. Ele, o Eterno, o Filho de DEUS, o Logos, a Palavra Viva que se fez carne, Aquele quem falou através da Lei dada no Monte Sinai para que se observasse a Festa dos Tabernáculos. Agora Ele estava ali, em pessoa, vendo a observância de uma ordenança Sua. Assim que o cortejo passou com o clamor nos lábios do Salmo: “Ó SENHOR, salva, Te pedimos…” o SENHOR Jesus se levanta e sua voz explode num grito carregado de misericórdia: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” . (João 7.37-38) Ali estava em pessoa Aquele de quem os profetas haviam falado. Ele era o cumprimento de todas as promessas. O Messias veio e tabernaculou entre nós. (João 1.14) “Ah! Todos vós os que tendes sede, vinde às águas; e vós os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e azeite. Porque gastais o dinheiro naquilo que não é pão: e o vosso suor naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom, e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis promessas a Davi” . (Isaías 55.1-3) Através de Seu Espírito que seria derramado em vasos humanos DEUS promete tirar de nós o coração de pedra e nos dar uma nova natureza. “Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes” . (Isaías 44.3) “O SENHOR te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas não faltam” . (Isaías 58.11) “E acontecerá depois que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões. Até sobre vossos servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias. Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumo. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e temível dia do SENHOR. E acontecerá que todo aquele que invocar o Nome do SENHOR será salvo; porque no Monte Sião e em Jerusalém estarão os que forem salvos, assim como o Senhor prometeu, e entre os sobreviventes aqueles que o SENHOR chamar”. (Joel 1.28-32) RESUMO PROFÉTICO DA FESTA DE TABERNÁCULO PARA OS CRENTES EM YESHUA, JESUS, O MESSIAS “O verbo se fez carne e habitou entre nós” (João 1.14). A palavra “habitou” no grego é “Skeneseii” e significa tabernaculou entre nós. Isto é, o SENHOR Jesus veio na sua primeira vinda para fazer morada no coração daquele que confessa e o recebe como SENHOR e Salvador! O centro da Festa de Tabernáculo é o SENHOR Jesus, o Messias. Chegará sua segunda vinda, quando se cumprirá integralmente o profeta Zacarias (cap. 14.16-21). Todas as nações, todos os anos, subirão a Jerusalém para celebrarem a Festa de Tabernáculo com o dono da Festa, o REI Jesus. É interessante notar no texto de João 7.37-38, quando o SENHOR Jesus deixou para falar no último dia da festa, o sétimo dia, que era o ápice da comemoração, sobre a tremenda e gloriosa mensagem que Ele era a Fonte Eterna de água viva, na qual ninguém teria mais sede. O sétimo dia é também um sinal do milênio. Podemos imaginar com base na tradição judaica em se jogar água sobre o altar de sacrifício do Templo, simbolizando não só a purificação, mas também as preces para que houvesse abundância de chuvas no ano novo. A Bíblia diz que o SENHOR Jesus clamou, isto é, gritou em alta voz: “Se alguém tem sede venha a mim e beba”. Isto é, Ele é o verbo, a Palavra-viva. Paulo em Efésios 5.25 diz que a Igreja, que somos nós, precisamos ser sem rugas e defeito por meio da lavagem de água que é a Palavra de DEUS, o SENHOR Jesus. É lindo poder entender e receber estas revelações. O SENHOR Jesus prepara sua Noiva pela “lavagem de água, pela Palavra”. A Festa de Tabernáculo é, portanto, momento de grande alegria para o Corpo do Messias, o SENHOR Jesus tabernaculando em nós; o SENHOR Jesus vindo como Rei para os Judeus e as nações, o SENHOR Jesus reinando por 1000 (mil) anos com a Sua Igreja. Urge que a Igreja do SENHOR Jesus Cristo tome posse do Espírito da Palavra, do contexto da relação Israel x Igreja, do tempo de DEUS que corre paralelo a ambos. Urge que o Corpo de Cristo se aproxime com profundo amor pelo conhecimento das Escrituras. Ele é o mesmo, o Eterno, o de ontem, de hoje e o de sempre. Shalom! FONTE: Ministério Ensinando de Sião

  • Yom Teruah (Trombetas) – 10 dias para o Yom Kippur (Dia do Perdão)

    2026 — Dez Dias de Oração e Arrependimento Yom Teruah — começa ao pôr do Sol de 11/Set (sexta) 10º dia – Yom Kippur — do pôr do Sol de 20/Set (domingo) até o fim do dia 21 (segunda) Leia sobre o Yom Kippur (Dia do Perdão) Culturalmente o conceito de festa para nós brasileiros é profano. A base da profanação é a falsa alegria. É comum termos nas nossas festas, embriagues, prostituição, violência e como consequência, altos índices de acidentes e tragédias, é só olharmos os hospitais em dias de festas que tudo isso ficará constatado. Ao contrário da cultura deste mundo, na Bíblia (Levítico 23), as festas são designadas pelo próprio DEUS, ou seja, são sagradas e não profanas, tendo como finalidade a adoração e o culto. Em todas elas vemos um apontamento para o Messias, na Páscoa (Pessach) Ele é o cordeiro pascal que tira o pecado do mundo, Nele está a nossa santificação e primeiros frutos (pães asmos e primícias); em Pentecostes (Shavuot) Ele é o poder de DEUS por meio do espirito que nos capacita a sermos testemunhas; em Trombetas (Yom Teruah) é anunciado a Sua volta; em Expiação (Dia do Perdão – Yom Kippur) Ele é o nosso perdão e em Tabernáculos (Sucot) Ele habitará conosco para sempre. Além de apontarem para o Messias, Yeshua (Jesus), as Festas bíblicas têm uma finalidade profética, sendo um tipo de ensaio geral, onde ano após ano se repetem até ao dia que se cumprirem. Um exemplo é Páscoa e Pentecostes que se cumpriram na crucificação e na descida do Espírito Santo. Em Trombetas, não diferente das outras Santas Convocações, somos convocados pelo próprio DEUS a observarmos atentamente todo significado profético implícito da Festa. DEUS sempre utilizou das trombetas (shofar) para anunciar as paradas e partidas do povo de Israel enquanto peregrinavam pelo deserto, sendo assim, um instrumento que serve para marcar estações, convocar o povo e anunciar um novo tempo. - Segundo passagens bíblicas do novo testamento (1Ts 4:16-18; 1Co 15:51-52; Ap 11:19) podemos concluir que a Festa de Trombetas anuncia o Dia do SENHOR; - Convoca o povo ao arrependimento; - Nos prepara para o Dia do Perdão (Yom Kippur). Neste ano, a festa iniciará no pôr do Sol do dia 22/Set, sendo um dia propício para estarmos congregados com o Corpo de Cristo para nos atentarmos na necessidade da volta do SENHOR e também da nossa santificação como Noiva sem ruga e sem macula que espera ansiosamente pelo dia do casamento. A cada dia que passa, o mundo tem se tornado cada vez pior, e diante desta triste realidade precisamos que o SENHOR venha e estabeleça de uma vez por todas o Seu Reino de Justiça sobre toda a Terra… Essa é a centralidade da festa. Maranata! Sugestão de pauta para inspirar os 10 dias de Temor (arrependimento) a nível de famílias, grupos caseiros, reuniões de oração e outros. 10 DIAS DE TEMOR — Jó 31 1. MENTIRAS, ENGANOS, HIPOCRISIA — “…Se eu menti ou enganei alguém.” 2. TODAS AS VEZES QUE NOS DESVIAMOS DOS CAMINHOS DO SENHOR — “ se andei fora do caminho de DEUS.” 3. TODA FORMA DE DESEJO OU SEXO ILÍCITO — “… se meu coração desejou com intenções impuras o que meus olhos viram, se eu for culpado de algum pecado qualquer, desejo sexual é um fogo que arde dentro do homem e pode até destruir sua vida, acabar com suas riquezas e bens.”; ”Se eu desejei em meu coração roubar a mulher de algum outro homem.” 4. FALTA DE INTEGRIDADE COMO EMPREGADOR OU EMPREGADO — “Se eu fui desonesto com meus empregados quando eles me faziam algum pedido… “…que esperança teria eu quando DEUS me chamasse para prestar contas? O que eu Lhe diria se Ele me perguntasse a respeito de meus empregados?” 5. DESONESTIDADE NOS NEGÓCIOS OU NO TRABALHO — “Se explorei os pobres, guardando o alimento para vender mais caro na época do preço alto, se fiz viúvas chorarem…” “…e se eu ganhei riquezas às custas dos órfãos por ser amigo das autoridades,” 6. FALTA DE COMPAIXÃO E MISERICÓRDIA — “Se comi até não poder mais enquanto os órfãos morriam de fome…” “Se deixei alguém morrer de frio por falta de agasalho, se não dei coberta a quem não tinha dinheiro para comprar um cobertor…” “…se as portas da minha casa não se abriram para hospedar até mesmo os estrangeiros e desconhecidos.” 7. CONFIANÇA NAS RIQUEZAS — “Se eu coloquei minha esperança nas riquezas…” “Se me considerei seguro por ter muito dinheiro e por ter ficado muito rico…” 8. TODA FORMA DE IDOLATRIA — “Se olhei para o sol brilhante ou para a lua bem clara num céu sem nuvens…” “… e me deixei enganar, adorando um ou outro, e jogando beijos com a mão para o céu…” 9. FALTA DE PERDÃO; DESEJAR O MAL AO PRÓXIMO; DESEJO DE VINGANÇA — “Se eu me alegrei ao ver meu inimigo sofrendo e passando por dificuldades, prometi vingança ou orei a DEUS pedindo castigo a quem me odiava…” 10. ENCOBRIR PECADOS; NÃO CONFESSAR; CORAÇÃO ENDURECIDO — “Se eu fiz como Adão, tentando esconder de DEUS os meus pecados, por ter medo de ser descoberto pelos vizinhos e ser desprezado pela sociedade, e assim não reconheci meu pecado, e não me desviei do caminho para ajudar outro…” Por um Brasil rendido a Cristo! Equipe Brasil de Joelhos

  • Dia do Perdão – Yom Kippur

    por Robert D. Heidler 2026 – do pôr do Sol do dia 20 ao fim do dia 21/Setembro. A importância do Dia da Expiação O Dia da Expiação é o dia MAIS SANTO do ano. A palavra “santo" significa "separado, especial, como nenhum outro”. O Dia da Expiacão é o dia mais "especial” do ano. É o dia que o SENHOR estabeleceu para um propósito muito importante. Diferentemente de outros "tempos de encontro” no calendário de DEUS, o Dia da Expiação não é uma FESTA, mas um JEJUM! O Dia da Expiação não é um dia para nos alegrarmos e celebrarmos. É um dia para nos humilharmos diante de DEUS através do jejum. Em Israel era OBRIGATÓRIO para todos a guarda do Dia da Expiação. Não era algo opcional. DEUS levou esse dia muito a sério. Importante ainda é destacar que o Dia da Expiação foi estabelecido como uma ordenança perpétua para todas as gerações. Quatro vezes DEUS nos diz especificamente que não é uma ordenança temporária. A vinda de Jesus cumpriu essa ordenança, mas não a aboliu! Ao cumprir essa ordenança, Jesus a abriu para todos os que creem, e INSERIU nela um novo significado. DEUS a estabeleceu com o propósito de abençoar o Seu povo em todas as gerações! O desejo do SENHOR é que tenhamos, a cada ano, uma nova experiência da Sua expiação, do Seu perdão. O Dia da Expiação teve também o propósito de responder à questão: “Como pode um pecador ter comunhão com um DEUS santo?” Naquele tempo, esse era o dia em que o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos. Se você entender o que aconteceu naquele dia, isso mudará sua vida! A Bíblia nos ensina que fomos criados para habitarmos com DEUS. Dentro de todos nós, há o desejo pela PRESENÇA de DEUS. Sem ela, sentimos falta de alguma coisa. Sem a presença de DEUS, há um vazio em nosso interior que nada pode nos satisfazer. Nosso problema é que, quando o pecado entrou no mundo, nos separou da presença do SENHOR. O SENHOR odeia o pecado. Ele odeia o que o pecado faz em nós. Ele odeia a enfermidade, a dor, o sofrimento e toda perda que o pecado produz. O pecado é uma violação à natureza de Adonai. Rouba do SENHOR o que Ele merece. O livro de Romanos nos diz que a ira de Adonai manifesta-se contra todo pecado. Por causa disso, o homem em pecado não pode chegar até a presença do SENHOR. Se uma criatura pecadora entrar na Sua presença, é como um chumaço de papel jogado numa fornalha. É consumido instantaneamente. Uzá, ao tocar na arca, caiu morto. No Tabernáculo de Moisés, e também no Templo, uma grossa cortina, referida como “véu”, era usada para separar o povo do lugar da presença de Adonai. O pecador não tem a liberdade de chegar à presença de DEUS. Quando pecadores chegam até a presença de DEUS, são exterminados! Para restaurar a comunhão com o SENHOR, o pecado teve que ser coberto. Isso é o que a expiação faz! Quando a expiação é feita, é coberto todo pecado, toda falha do passado! Com ela podemos encarar o futuro sem culpa, sem pesar e sem sentimento de vergonha. A expiação abre a porta para a Presença de DEUS em nossa vida. Com a expiação, temos a liberdade de ir até Ele e experimentar Sua glória! Limpo para Aproximar-se de um DEUS Santo Antes de você ir, confiantemente, até a presença de DEUS, outro ponto precisa ser ainda tratado. A IRA de DEUS para com o pecado – o seu perdão – foi totalmente resolvida através do sangue de Jesus, mas permanece o fato de haver “impureza” do homem perante o SENHOR. O pecado nos faz SENTIR sujos e culpados; deixa-nos desconfortáveis para estarmos com DEUS. Por causa do pecado, você NÃO QUER ir à Sua presença. Se você tivesse uma grande dívida financeira para comigo e não tivesse o dinheiro para saldá-la, você se sentiria desconfortável se me encontrasse. Você provavelmente recusaria um convite para vir jantar em minha casa. Da mesma maneira, quando sabemos que pecamos, nós nos sentimos desconfortáveis na presença de Deus. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” — 1Jo 1.9 A palavra “confessar” literalmente significa “concordar com”. Confessar significa entrar em acordo com DEUS sobre o nosso pecado. Significa admitir que pecamos e fizemos o que é errado. Significa ver o pecado tal como DEUS o vê. Adonai promete que, se concordarmos com Ele quanto a nossos pecados, então, com base no sangue de Jesus, Ele nos purificará, restaurando assim totalmente a nossa comunhão com Ele. Instruções para o Exercício de Arrependimento Ao chegar o Dia da Expiação, separe um tempo e escolha um lugar onde você possa estar a sós com DEUS, sem perturbações, por pelo menos uma hora. Para muitos, o melhor momento será antes de dormir, à noite, ou bem cedo de manhã. Ao buscar a presença do SENHOR, traga a sua Bíblia, uma caneta, uma folha de papel. Comece lendo os Salmos 32 e 51, em que Davi compartilha o seu testemunho quanto à confissão de pecados. Agradeça a DEUS pelo grande amor que Ele tem e peça que o Espírito Santo venha ministrá-lo. Em seguida, peça ao SENHOR para trazer à sua mente os pecados que Ele deseja que você confesse. Ore tal como Davi orou: “Sonda-me, ó DEUS, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau...” — Salmos 139:23 Conforme o SENHOR for lhe trazendo à mente os pecados, escreva-os. Faça uma lista deles. Quando DEUS terminar de trazer à sua mente os pecados que você cometeu, pergunte a Ele: “Há algo mais?”, se Ele mostrar mais pecados a você, escreva-os também. Escreva todo pecado que DEUS mostrar. Não tenha pressa e não tente encontrar desculpas. Se não der para colocar todos os pecados na folha de papel, pegue outra folha. O objetivo aqui será ter uma lista, a mais completa possível. Quando nada mais vier à sua mente, pergunte a DEUS novamente: “Há algo mais?”, Quando você fizer essa pergunta: “Há algo mais?”, e DEUS não mostrar mais nada, você saberá que a sua lista está completa. Agora você tem uma lista dos pecados que DEUS quer que você confesse. O próximo passo é a confissão. Quando você sentir que a sua lista está completa, passe cuidadosamente por toda a lista, confessando e renunciando cada pecado. Em 1 João 1:9 DEUS nos assegura que: “Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. Quando entramos em acordo com DEUS quanto aos nossos pecados, Ele nos restaura. Somos perdoados e purificados. O sangue de Jesus já pagou o preço por todo pecado em sua vida. Antes mesmo de você existir, DEUS o amou tanto que fez cair sobre Si mesmo a penalidade pelo seu pecado. Quando nos apresentamos diante do SENHOR em humildade para confessar o nosso pecado, DEUS aplica em nossa vida o “Sacrifício de Expiação” feito por Jesus e nos restaura para termos plena comunhão com Ele. Ao terminar de orar sobre todos os itens da sua lista, confessando cada pecado, há mais um passo. Pegue a sua folha de papel, onde estão listados todos os pecados que você confessou, coloque o papel na transversal e escreva sobre a lista, com letras bem fortes, a promessa de 1 João 1:9: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”. Agradeça ao SENHOR porque todos esses pecados agora estão confessados e perdoados! Agora pegue essa lista, rasgue-a em pedaços e a destrua! Não mostre a sua lista a ninguém. Ao rasgá-la, você vai sentir o que os israelitas sentiam quando viam aquele segundo bode ser levado para o deserto! Você vai ter certeza de que o SENHOR o libertou de seus pecados e que toda impureza foi tirada de você! Trecho do Livro "O Despertar da Igreja de Cristo", de Robert D. Heidler

  • Mova-se pela dignidade humana

    Clique no botão abaixo e faça o download do arquivo para impressão: CLAMOR CONTRA O TRÁFICO HUMANO Força-Tarefa de Oração – Frágil Brasil “Livrem os fracos e os necessitados; livrem-nos das mãos dos ímpios.” Salmo 82:4 1. ALERTAR PARA RESISTIR "Desperta, ó tu que dormes... e Cristo te iluminará." Ef 5:14 "Gritem alto, não se contenham. Ergam a voz como trombeta..." Is 58:1 Oremos para que: A Igreja e a sociedade despertem para a realidade de que o tráfico humano não é apenas um crime isolado, mas o fruto de uma humanidade que perdeu a compreensão da imagem de Deus no ser humano e passou a tratar pessoas como mercadoria, oportunidade ou recurso. Esquemas modernos de aliciamento sejam expostos com clareza, incluindo falsas promessas de trabalho, intercâmbio, carreira esportiva e oportunidades digitais que mascaram exploração. Durante a Copa do Mundo, quando milhões de pessoas se deslocam entre nações, haja discernimento espiritual e vigilância prática sobre os contextos de maior vulnerabilidade, especialmente entre jovens, migrantes e famílias em mobilidade internacional. Famílias, igrejas e comunidades recusem o silêncio como resposta diante do engano, reconhecendo que a omissão também alimenta estruturas de exploração. O Espírito Santo traga discernimento para enxergar não apenas eventos isolados, mas as estruturas culturais, econômicas e midiáticas que podem ser usadas tanto para proteção quanto para exploração dos vulneráveis. 2. EDUCAR PARA PROTEGER "Meu povo foi destruído por falta de conhecimento." Os 4:6 "Ensina a criança no caminho em que deve andar..." Pv 22:6 Oremos para que: A educação volte a formar discernimento moral e visão de mundo, restaurando a compreensão de que o ser humano não é produto, mas portador da imagem de Deus. Crianças, jovens e famílias sejam equipados para reconhecer como a mentira se disfarça de oportunidade, especialmente em contextos de grande mobilidade global como a Copa do Mundo, redes sociais e promessas de carreira. Escolas, igrejas e organizações compreendam que formar consciência é parte do chamado cultural do Reino de Deus. Uma geração seja levantada com visão bíblica da realidade, capaz de discernir entre promessa e manipulação, entre oportunidade e exploração. 3. AFIRMAR PARA RECONHECER VALOR "Você é precioso para mim. Eu o honro e o amo." Is 43:4 "O Senhor é refúgio para os oprimidos." Salmo 9:9 Oremos para que: A verdade sobre a dignidade humana, criada à imagem de Deus, seja restaurada no coração das nações. Toda cultura que reduz pessoas a objetos de lucro, performance ou utilidade seja confrontada pela realidade do Evangelho. Igrejas se tornem comunidades de reconhecimento, onde a identidade humana não é definida pelo desempenho, mas pela criação divina. A vergonha, o medo e o silêncio que protegem sistemas de exploração sejam quebrados pela coragem moral de indivíduos e comunidades. Sobreviventes e pessoas feridas pela exploração sejam restauradas em sua identidade, não apenas como cidadãos sociais, mas como portadores da imagem de Deus. 4. RESGATAR PARA RESTAURAR "O Senhor liberta os presos." Sl 146:7 "O Espírito do Senhor... me enviou para proclamar liberdade aos cativos." Is 61:1 "Abre a tua boca a favor do mudo..." Pv 31:8-9 Oremos para que: Operações de resgate sejam eficazes não apenas em interromper o crime, mas em expor as estruturas culturais, econômicas e relacionais que o sustentam. Autoridades nacionais e internacionais cooperem com integridade no combate às redes de tráfico humano que se aproveitam da mobilidade global e de grandes eventos internacionais. Igrejas e organizações estejam preparadas para acolher sobreviventes com cuidado integral, reconhecendo que restauração envolve corpo, alma, espírito, identidade e vocação. Haja discernimento para não reduzir pessoas a estatísticas, mas enxergá-las como histórias que Deus deseja restaurar. O povo de Deus compreenda que resgatar é participar da ação redentora de Deus no mundo, onde justiça e misericórdia caminham juntas. 5. EMPODERAR PARA FLORESCER "Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância." Jo 10:10 "Reedificarão as antigas ruínas." Is 61:4 "O justo florescerá como a palmeira." Sl 92:12 Oremos para que: Sobreviventes sejam reintegrados não apenas socialmente, mas em sua vocação e propósito como portadores da imagem de Deus. A economia, a educação e as relações sociais sejam reconstruídas de forma a refletir justiça, dignidade e responsabilidade diante de Deus. Igrejas compreendam seu papel como agentes de reconstrução de vidas, famílias e comunidades. Uma nova geração seja levantada com visão de Reino, entendendo que trabalho, cultura, ciência e arte são áreas de serviço a Deus. Comunidades inteiras sejam transformadas, refletindo a verdade de que onde o Reino de Deus se manifesta, a vida humana volta a florescer. PALAVRA FINAL O tráfico humano não é apenas um colapso de justiça social. É um colapso da visão de Deus sobre o ser humano. Por isso, oramos não apenas por intervenção, mas por restauração de cosmovisão. Que o povo de Deus volte a ver como Deus vê. A valorizar como Deus valoriza. E a agir como Deus age no mundo. Que surjam homens e mulheres que veem, protegem e permanecem. E que, através deles, estruturas de exploração sejam enfraquecidas e comunidades inteiras sejam guardadas. Amém. Por um Brasil de joelhos aos pés de Cristo!

  • Mova-se orando pela Venezuela

    Já tive contato no passado com pastores na Venezuela e tive a honra de orar por seu povo e apresentá-lo diante do Eterno. São dias muito difíceis, meus irmãos. A nação venezuelana está marcada por dor e perda. Seus familiares e amigos se encontraram com a morte em uma tragédia que se abateu sobre o povo precioso da nossa nação vizinha devido aos fortes terremotos de ontem. O povo, vendo o desabamento de lares e o desaparecimento de pessoas estimadas, buscam conforto diante de tanta dor e perda; buscam consolo na fé sobre a vida depois da morte. Sim, alguns daqueles que alegravam suas casas, enchendo-as de um clima único, hoje já não estão lá devido a esta tragédia. Cada família precisa de nossas orações e súplicas diante do Deus Eterno. Todos estão tendo que lidar com o desespero de perder alguém de sua família ou aguardar por notícias de parentes desaparecidos. Esses laços são os mais fortes que possuímos. O lugar para onde voltamos, onde encontramos apoio e força deve ser a família, pois família é para sempre. Uma nação livre fortalece a família. Nas regiões mais atingidas, como Caracas e La Guaira, não há ninguém que não tenha perdido um amigo ou um parente ou que não conheça alguém que está vivendo isso. O balanço inicial confirma pelo menos 164 mortos e quase mil feridos, além de milhares de desaparecidos sob as estruturas que colapsaram. O nosso clamor se intensifica ao sabermos que igrejas com irmãos lá dentro estão sob os escombros. Devemos orar por essas pessoas, tão preciosas para Deus, para suas famílias e amigos. Deus pode mudar muito pela oração de um justo. A situação torna-se ainda mais crítica pois todos já conhecem a dura realidade da Venezuela a nível governamental. Clame a Deus pela provisão urgente diante da falta de maquinário para os resgates, da ausência de recursos básicos e da escassez extrema de profissionais — como paramédicos, médicos e enfermeiras — para lidar com as proporções desta tragédia. Ore pelo arrependimento de pecados e reconciliação com Deus e sua palavra. Ore também para que a tragédia seja uma oportunidade para uma mudança e fortalecimento espiritual daquela sociedade – que haja amparo aos necessitados, respeito à dignidade humana e um reerguimento fundamentado na rocha que é Cristo. Que a resposta a esse desastre desperte a solidariedade internacional e a compaixão. Ore pelas autoridades públicas, equipes de resgate locais e socorristas internacionais que trabalham incansavelmente na remoção de escombros e na busca por sobreviventes. Ore por recursos, mantimentos e ajuda humanitária. E, se você faz parte de ministérios que atuam em missões ou apoio a refugiados e parceiros na região, mobilize suporte, doações e orações com igrejas locais. Ore finalmente por conforto a todas as famílias. E que esta seja uma oportunidade de se pensar no valor da vida e em como devemos vivê-la diante de Deus. Declaramos nosso carinho e apoio ao povo da Venezuela nesta tragédia. Hudson Medeiros e Equipe Brasil de Joelhos

  • CARTA COMPROMISSO COM A MUDANÇA DO BRASIL

    Por: Hudson Medeiros e corpo civil de lideranças da sociedade Faça o download dos arquivos para impressão: Carta Compromisso com a Mudança do Brasil: Pauta de Intercessão para as Eleições 2026: Líderes Cristãos do Brasil, À medida que o Brasil se aproxima das eleições de 2026, somos chamados a exercer com responsabilidade nosso papel espiritual em um momento particularmente sensível da vida nacional. O país atravessa um período de acentuada polarização ideológica, no qual divisões entre direita e esquerda têm ultrapassado o campo político e alcançado famílias, comunidades e, lamentavelmente, também nossas igrejas. Em vez de sermos agentes de reconciliação, corremos o risco de reproduzir disputas que enfraquecem o testemunho cristão. Ao mesmo tempo, observamos o aumento da violência social, tensões institucionais, preocupações quanto à liberdade de expressão, relatos de restrições à manifestação pública da fé, além do avanço de pautas que confrontam valores fundamentais da vida, da dignidade humana e da família. Soma-se a isso a crescente influência do crime organizado em estruturas sociais e políticas, realidade que exige vigilância e intercessão constante. Diante desse cenário, conclamamos as lideranças a conduzirem o povo à oração consciente e responsável e para isso apresentamos uma Pauta de Oração como sugestão para o envolvimento de toda igreja. Oro para que nossas comunidades sejam espaços de discernimento, equilíbrio e esperança. Que o púlpito não seja instrumento de divisão, mas de sabedoria. E que, independentemente das preferências políticas individuais, prevaleça o compromisso com princípios éticos, com a paz social e com a fidelidade aos valores do Evangelho. O momento exige maturidade espiritual, prudência e coragem. Que sejamos vigilantes, firmes na fé e instrumentos de reconciliação em meio às tensões do tempo presente. Com esperança e fé, MOBILIZANDO CIDADÃOS PARA AS ELEIÇÕES A eleição é uma autêntica delegação de poder. O eleitor que delega representa e assume responsabilidade pelo resultado. Nosso desejo é balizar as decisões em princípios e valores baseados na Palavra de DEUS, em favor de uma nação livre e justa — sem barganhas políticas de qualquer espécie. CONVOCAÇÃO Convocamos o povo cristão a votar e mobilizar suas comunidades em todo o país. Localize intercessores e agentes de transformação para agirem como dínamo profético contra a mentalidade de omissão e ruína. Somos chamados a aplicar a visão bíblica de mundo na participação política. A omissão não pode mais ser o nosso maior pecado. Vamos atuar com responsabilidade de cidadãos que geram transformação e com compromisso de uma igreja que ora. 1. PELO RESGATE DOS PODERES DO BRASIL Princípios judaico-cristãos para candidatos a mandatos eletivos: ● Tementes a DEUS, com atitudes de servos perante o país. ● Com maturidade, experiências de vida e serviços comprovados a comunidade. ● Comprometidos com a fé cristã; ensináveis e aconselháveis com líderes maduros. ● Responsáveis pelo bem comum: transparência moral e projetos que transformam. ● Livres de alianças que comprometam a autonomia do mandato; verdadeiros "ficha limpa". ● Defensores da vida e da família; comprometidos com estado enxuto, com livre iniciativa e desenvolvimento social. Obs.: Dificilmente todos estes princípios se concentrarão numa única pessoa — busque quem mais se aproxime desse perfil. 2. FAZENDO ESCOLHA COM RESPONSABILIDADE A Igreja deve enviar para as áreas de governo e legislação os mais bem preparados: vocacionados, conhecidos, com experiência de vida e ciência política. O erro histórico tem sido dar mandato a candidatos sem preparo, presos em alianças partidárias que escravizam o mandato e comprometem a vocação profética de transformação. Vamos escolher aqueles que lideram com ideias de boas consequências, que instruem sobre a verdade, que vivem o que instruem — discipulando a nação e gerando transformação social com honestidade, transparência e serviço abnegado. 3. DNA DA MUDANÇA Nosso posicionamento é exercer o governo baseado na fé no modelo de liderança de Isaías 9:6-7 — delegado ao Seu povo nestes últimos dias — estabelecendo conduta corporativa em justiça e retidão. Isso significa reconhecer e formar líderes com propósitos específicos para o executivo, legislativo, judiciário, mídia, educação e poder econômico — de caráter provado e ações condizentes. É tempo de abandonar os erros da imaturidade e arrancar as oligarquias que não servem ao povo, renovando as instituições republicanas. 4. FAZENDO NOVA HISTÓRIA Tempo de avançar escolhendo, elegendo, acompanhando e profetizando sobre homens e mulheres de boa índole, com vocação política e serviço comunitário comprovado. Que seja um novo tempo de restaurar a verdade nas leis e seu cumprimento, e que a nação seja redimida em retidão e justiça. E que coopere com a restauração do legislativo e executivo com o propósito de DEUS para o Brasil, para que seja parte dessa nova história que nasce como nosso destino profético. 5. A PARÁBOLA DE JOTAM E NOSSA RESPONSABILIDADE (Jz 9:8-15) As árvores buscaram quem reinasse sobre elas. A oliveira, a figueira e a videira recusaram — cada uma com seus frutos próprios. O espinheiro, sem nenhum bom fruto, aceitou e ameaçou destruir com fogo quem não se submetesse. A conclusão é direta: quando os bons se omitem, os maus assumem o governo. RESPONSABILIDADE DE VOTAR Somos chamados, como brasileiros com base de fé cristã bíblica, a aplicar a visão bíblica de mundo na participação política e transformação da nação. A omissão coopera com o caos — se continuarmos omissos, seguiremos sendo governados pelo 'espinheiro'. 6. CINCO LIÇÕES PARA NOSSA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA: 1. Quando os bons se omitem, os maus governam. 2. A ausência de bom governo decorre da omissão de quem tem a essência do Reino. 3. Saber fazer o bem e não fazê-lo é pecado (Tg 4:17). 4. O Brasil tem sido governado por 'espinheiros' porque as 'oliveiras', 'figueiras' e 'videiras' têm se omitido. 5. Mesmo o povo de DEUS pode trazer apostasia a sua terra de herança, se não vigiar. A Igreja brasileira deve ser voz profética contra a impiedade, transformando púlpitos em espaços de formação de cidadãos responsáveis — com ensino bíblico e discernimento espiritual. Não podemos nos omitir nem achar que todos os que exercem a política são espinhos. 7. SEIS ATITUDES QUE REVELAM A INFLUÊNCIA DO REINO 1. Orar pelos investidos de autoridade: "Exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade." (1 Tm 2:1-3) 2. Votar com consciência transformadora: Saiba em quem você está votando e quais são suas propostas. Votar em candidatos que institucionalizam a iniquidade e assumir corresponsabilidade pelo resultado. 3. Não votar em cristãos que se corromperam: Mandatos recebidos sem frutos de transformação e com testemunho de corrupção difamam o nome de Cristo e abandonam as vidas que deveriam ser servidas. 4. Posicionar contra a compra de votos e denunciar: "Ouvi isto, vos que anelais o abatimento do necessitado... para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sapatos... Jurou o SENHOR: eu não me esquecerei de todas as suas obras." (Amós 8:4-7) 5. Comprometer com integridade e honestidade: A corrupção é uma conspiração contra DEUS, contra a vida e o bem-estar comum. A Escritura é clara: "Pesos fraudulentos são abomináveis ao SENHOR." (Pv 20:23) "Fazer justiça e julgar com retidão é mais aceitável ao SENHOR do que oferecer-lhe sacrifício." (Pv 21:3) "Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra; quando o ímpio domina, o povo suspira." (Pv 29:2) 6. Dar preferência a candidatos aprovados e justos em todos os níveis: Isso não se restringe a uma eleição — é postura permanente de participação política com dignidade e ética. Candidatos alinhados ao Reino devem ter condições de: identificar ilusões que escravizam o povo e alimentá-lo com a verdade; lidar com o poder temporal injusto com apoio da comunidade; resistir a ideias que justificam a impiedade e condenam o justo; refutar o que tira a liberdade e trata o povo como objeto; e respeitar as escolhas de quem não quer esses valores, sem imposição. 8. ÁREAS PARA A INFLUÊNCIA DO REINO Vamos trazer as ideias do Reino para: ● Causas alinhadas aos princípios do Reino junto ao cenário público. ● O apoio dos evangélicos a ideias bíblicas no Congresso e na Presidência. ● A defesa da vida, da família, da infância e da juventude. ● A Suprema Corte — STF. ● A economia e o propósito da nação no próximo governo. ● O relacionamento com Israel; a imigração e a questão indígena. ● O clima, o meio ambiente e os recursos naturais na perspectiva da liberdade. ● Princípios que tornem o Brasil uma nação livre. 9. ORE PELA MUDANÇA E PELAS ELEIÇÕES Oramos para que a justiça e a verdade sejam estabelecidas no Brasil. Que venham juízes comprometidos com a verdade, grandes gestores e líderes excepcionais para todos os postos de liderança. Proclamamos: 'Encontraram-se a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijaram.' (Sl 85:10) Decretamos que continuaremos guerreando até que vejamos a justiça e a verdade se beijando nas ruas do Brasil. Orações pela nação: ● Que a nação se volte para o SENHOR e seja salva (Is 45:22). ● Que todo véu sobre a nação seja destruído (Is 25:7). ● Que o SENHOR governe o Brasil (Sl 22:28). ● Que Seu governo e paz não tenham limites (Is 9:7). ● Que Seu Espírito seja derramado sobre a nação (At 2:17-18). ● Que as famílias do Brasil sejam abençoadas em Jesus Cristo (Gn 28:14). ● Que a porta para a Palavra seja aberta ao povo (Cl 4:3). ● Que o Brasil seja exaltado pela justiça de DEUS (Pv 14:34). ARREPENDIMENTO DA IGREJA PELA NAÇÃO Pedimos perdão: ● Por toda incredulidade sobre o futuro do Brasil. ● Por acolher pensamentos contrários aos planos de DEUS para a nação. ● Pela omissão na cidadania e participação política. ● Pela falta de apoio a pessoas vocacionadas em cargos públicos. ● Por enxergar o Estado com visão distorcida — como provedor e não como espaço de serviço. ● Pela visão mundana e carnal na participação política e na eleição. ● Por delegar nosso papel a candidatos ímpios ou crentes imaturos comprometidos com interesses escusos. Posicionamo-nos como filhos de DEUS cheios da ousadia do Espírito Santo (2Tm 1:7-9) e clamamos que novas oportunidades sejam abertas aos Seus filhos em toda a nação para assumirem posições de autoridade com a cultura do Reino. DECLARAÇÃO FINAL Confiamos em Ti e na Tua vitória sobre o Brasil. Submetemos os Seus planos e Sabedoria sempre. Seja feita a Tua vontade no Brasil! Abaixo a pauta de intercessão: PARTE I FOCO NACIONAL DE ARREPENDIMENTO DIA 1: PECADO | SUBORNO - PROPINA - INJUSTIÇA Deuteronômio 16:19-20 — “Não pervertam a justiça, nem sejam parciais, fazendo acepção de pessoas. Não aceitem suborno, porque o suborno cega até os juízes e perverte a causa dos justos. Sigam a justiça e somente a justiça, para que tenham vida e tomem posse da terra que o Senhor, o seu Deus, dá a vocês.” Ore com quebrantamento, humilhação, confissão e arrependimento, reconhecendo que, como nação, temos praticado muitas injustiças. Identifique-se com os líderes, colocando-se no lugar deles sem julgamento, para confessar seus pecados de envolvimento com a corrupção. Confesse o pecado do uso de suborno como moeda de troca para conseguirem o que querem e assim pervertem o direito dos vulneráveis. Reconheça e confesse o suborno como pecado cometido por toda nação. Apresente arrependimento pela prática do "jeitinho" que nós brasileiros usamos para nos favorecer. Peça perdão pelos que oferecem suborno e pelos que o recebem. Confessar e orar pelos líderes da nação que se envolvem com o crime organizado, praticando a lavagem de dinheiro para obter ganho ilícito e aumentar sua influência política. Confessar os pecados dos partidos políticos que praticam as mesmas coisas corruptas para acessar o poder e manter o sistema iníquo. Reconheça e confesse os pecados da Igreja do Senhor, seus líderes e membros, que se envolvem com a prática da injustiça, atuando na corrupção política, financeira, chegando de se envolver com o crime organizado. Clame ao Senhor para que desligue sua Igreja de toda forma de associação como o sistema corrompido das trevas. DIA 2: IDOLATRIA Deuteronômio 16:21-22 — “Aconteça o que acontecer, nunca levantem nenhum poste-ídolo junto ao altar que Israel irá edificar para o Senhor, o seu Deus, nem levantem estátuas, ou colunas sagradas ou monumentos. O Senhor proíbe terminantemente essas coisas, pois são detestáveis para o Senhor, o seu Deus.” Ore confessando, arrependendo e pedindo perdão por toda prática de idolatria no país, como levantar altares para falsos deuses, veneração dos mortos, prática de rituais, cultos, cerimônias, ofertas a todos os tipos de entidades vivas, mortas e espirituais com o fim de obter sucesso e todo tipo de favorecimento. Confesse os pecados dos líderes que se envolvem com magia, sacrifícios e toda forma de profanação, visando obter favorecimento político e financeiro. Ore renunciando a influência da Rainha dos Céus sobre a nação, principalmente sobre a política neste ano de eleições. DIA 3: DERRAMAMENTO DE SANGUE INOCENTE Números 35:33 — “Não profanem a terra onde vocês estão. O derramamento de sangue profana a terra. E a única maneira de fazer a cerimônia da purificação da terra onde alguém foi morto é por meio do sangue de quem o derramou.” Ore pedindo perdão pelo sangue inocente derramado. Confesse que temos praticado em nossa terra atos abomináveis através do aborto, tráfico de órgãos, sacrifícios com sangue e órgãos humanos e animal, suicídios, homicídios, armas brancas e de fogo, tráfico de drogas, latrocínios a mão armada, matadores de aluguel, acidentes planejados, guerra, guerra biológica, fome, falta de infraestrutura, acidentes de trânsito, vícios, fármacos etc. Aplique a Palavra de Deus e o Sangue de Jesus para apagar todo rastro de sangue inocente derramado no país. Ore sobre isso no contexto das eleições pedindo a Deus que paralise todo o plano das trevas de derramar sangue inocente para influenciar o resultado das eleições. Aplique a Palavra de Deus gerando vida e restauração. DIA 4: REPÚDIO - HIPOCRISIA Lucas 6:22-23 — “Bem-aventurados são vocês quando as pessoas os odiarem, expulsarem da sua companhia, insultarem e rejeitarem o nome de vocês como indigno, por causa do Filho do Homem. Alegrem-se naquele dia e exultem, porque grande é a recompensa de vocês no céu; porque os pais dessas pessoas fizeram o mesmo com os profetas.” Ore com arrependimento sobre por todas as vezes que, como Igreja do Senhor, praticamos repúdio e discriminação de pessoas, dificultando o acesso delas à salvação em Cristo. Peça perdão porque nós fizemos juízes e decidimos condenar e repudiar o próximo em razão de seus comportamentos. Confessar que, tendo uma aparência de piedade cometemos injustiça decretando sentenças sobre pessoas, estendendo o dedo, julgando, excluindo, expondo, gerando escândalo entre aqueles que não te conhecem. Ore acolhendo os rejeitados e os feridos. Ore pelos desviados. Peça perdão pela apostasia. Miqueias 7:2 – “Pereceu da terra o homem piedoso; e entre os homens não há um que seja reto; todos armam ciladas para sangue; caça cada um a seu irmão com uma rede.” Mateus 23:27-28 — “Ai de vocês, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície. Assim são vocês: por fora parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e maldade.” Ore com arrependimento por toda hipocrisia tem se tornado a protagonista na nossa cultura. Quase o tempo todo, ao invés de expressar honestidade, transparência, autenticidade, maquiamos nossas intenções e nos tornamos em personagens falsos para oprimir e enganar o próximo. Ore pedindo ao Espírito que gere autenticidade na fé e nos relacionamentos entre irmãos. DIA 5: MANIPULAÇÃO DA CRIAÇÃO – MAU USO DOS RECURSOS NATURAIS Lucas 21:25-26 — “Então haverá sinais estranhos nos céus, sinais no sol, na lua, e nas estrelas; aqui na terra, as nações estarão em angústia e apavoradas com o barulho terrível dos mares. Muitas pessoas desmaiarão por causa da terrível destruição que elas verão chegando sobre a terra, porque até os poderes dos céus serão abalados.” Ore pedindo perdão por todo roubo à terra, pelos saques de seus bens e exploração impiedosa das riquezas com as quais o Senhor abençoou o Brasil. Peça perdão pelo mau uso das riquezas do solo e das águas, visando ao enriquecimento muitas vezes oculto e ilícito, causando prejuízos à nação. Clame a Deus pedindo que paralise os saques e extravios das riquezas do Brasil. Peça perdão pelo uso dos recurso naturais fora do propósito de Deus para a nação. Confesse e apresente arrependimento pelos danos ecológicos, como envenenamos o solo com agrotóxicos, as águas com combustíveis e dejetos, o ar com gases nocivos e queimamos as florestas, desmatamos as encostas dos rios. Admita que fazemos isso para lucrar, vender, consumir e acima de tudo ainda desperdiçamos grande parte do que exploramos! DIA 6: AMBIÇÃO Miqueias 7:2 — “No país inteiro não há uma só pessoa honesta, nem uma que obedeça a Deus. Todos estão procurando matar os outros; cada um procura pôr o seu patrício na cadeia.” Ore: Pai, confessamos e pedimos perdão pois, em nosso país, trocamos as relações pela ambição. Usamos o próximo como moeda de troca para conseguir o que queremos. Confessamos que não há uma gota de vergonha mais nas instâncias mais altas de nossas lideranças que mentem, matam, torturam, prendem, desapropriam, condenam, destroem por ambição. Há presos inocentes. Há perseguição política e religiosa. DIA 7: BLASFÊMIA Mateus 12:31 — “Por isso eu afirmo a vocês que as pessoas serão perdoadas por qualquer pecado ou blasfêmia que disserem contra Deus. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado.” Blasfêmia é o ato de falar mal, ter uma fala ímpia, falar mal de Deus! Ore, confesse e peça perdão por toda fala ímpia na nação inclusive na Igreja. Pedimos perdão pela nossa irreverência, nossa falta de temor e nossa rapidez em falar contra Quem Ele É. Pedimos perdão porque julgamos com nossa língua as Tuas manifestações como se fossem obras do acaso, coincidência ou ainda pior uma manifestação diabólica! Perdão por, com nossos lábios, não te darmos graças pelas coisas criadas, e ainda difamamos o Teu Santo e Incompreensível Nome. Pedimos perdão porque nos tornamos indiferentes e insensíveis as manifestações e obras do Teu Espírito Santo, creditando a outros deuses falsos Seus feitos e Seus benefícios. DIA 8: DIVISÃO – FACÇÃO POLÍTICA João 17:21-23 — “Minha oração por todos eles é que sejam um, tal como eu e o Senhor somos, ó Pai. Porque assim como o Senhor está em mim e eu no Senhor, assim estejam eles em nós, para que o mundo creia que o Senhor me enviou. Eu dei a eles a glória que o Senhor me deu, para serem um, como nós somos um: eu neles e o Senhor em mim, para que todos sejam levados à completa unidade, para que o mundo saiba que o Senhor me enviou, e compreenda que o Senhor os ama tanto quanto me ama.” Peça perdão por toda forma de divisão que criamos com a justificativa de sermos santos (separados). Perdão porque pecamos contra a Unidade Perfeita de Deus – O Pai, o Filho e o Espírito Santo - insistindo em achar que somos senhores da verdade e que todos os demais devem ser evitados. Perdão porque em nome de Deus excluímos, repudiamos, expulsamos, isolamos o próximo e o necessitado. Nos arrependemos e pedimos perdão pelas facções (divisões e separações) que criamos, fazendo inimizades, por defender tradições, costumes e doutrinas denominacionais. Pedir perdão por colocarmos as denominações, as instituições e ministérios acima da unidade do Corpo de Cristo. Após confissão e arrependimento, ore no contexto das eleições para que seja derrubada a fortaleza da divisão que entrou na Igreja, dividindo o Corpo entre esquerda e direita, proclame a unida do Corpo, seus membros e líderes acima das ideologias políticas. PARTE II INTERCESSÃO GOVERNAMENTAL ELEIÇÕES DE 2026 DIA 9: ENGANO RELIGIOSO Jeremias 7:1-8 — “A palavra que da parte do Senhor, veio a Jeremias, dizendo: Põe-te à porta da casa do Senhor, e proclama ali esta palavra, e dize: Ouvi a palavra do Senhor, todos de Judá, os que entrais por estas portas, para adorardes ao Senhor. Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar. Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este. Mas, se deveras melhorardes os vossos caminhos e as vossas obras; se deveras praticardes o juízo entre um homem e o seu próximo; Se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal, ⁷ Eu vos farei habitar neste lugar, na terra que dei a vossos pais, desde os tempos antigos e para sempre. Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam.” Assim como Jeremias pregou à porta do Templo, denunciando a falsa segurança religiosa do povo, nós nos apresentamos como Igreja do Senhor para confessar nossa falsa segurança baseada em religiosidade em lugar de verdadeiras obras de justiça. Confessamos e nos arrependemos dos pecados na nação, que somam décadas de idolatria, injustiça social e quebra da aliança. Nossa apostasia está contaminado a terra. Confessamos que refletimos ideias erradas na escolha de nossos governantes, legisladores e juízes. Pedimos perdão pelas más escolhas do passado, fruto do nosso engano religioso, colocando a nação nas condições em que está agora. DIA 10: NOVAS ESCOLHAS Nos arrependemos das ideias humanistas que levaram homens impuros ao poder e nos alinhamos com a Palavra de Isaías 33:22: Declaramos: “Porque o Senhor é o nosso juiz; o Senhor é o nosso legislador; o Senhor é nosso rei, ele nos salvará”. Assim, confessamos e nos arrependemos por termos desprezado o governo de Deus e do seu Ungido e termos substituído seu governo por homens impuros, falsos cristos e falsos profetas. Oramos por novas escolhas na área da política, purificadas pelo Sangue de Jesus, que sejam fruto de arrependimento, mudança de mentalidade, e maduro discernimento, declarando que “Deus escolheu os crentes em Cristo antes da fundação o mundo para serem santos e irrepreensíveis perante ele em amor” (Ef 1:4). DIA 11: DESLIGANDO AS IDEIAS DO ANTICRISTO Oramos desligando o relacionamento da Igreja e da nação com o anticristo, conforme Mateus 24:23: “Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, nãos lhes deis crédito.” Da mesma forma, nos desligamos de suas ideias profanas de acordo com os seguintes textos bíblicos: Mateus 24:24 – “porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” Apocalipse 13:5-6 – “Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfémias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses. E abriu a boca em blasfémias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.” Daniel 11:36-37 –“...e o rei fará conforme lhe aprouver; exaltar-se-á, e se engrandecerá sobre todo deus, e contra o Deus dos deuses falará coisas espantosas; e será próspero, até que se cumpra a indignação: pois aquilo que está determinado será feito. E não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao amado das mulheres, nem a qualquer outro deus; pois sobre tudo se engrandecerá.” 2 Tessalonicenses 2:3-4: “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta sobre tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.” DIA 12: RESTAURAÇÃO DA NAÇÃO Assim como o Senhor prometeu restauração a Israel, caso se arrependesse, clamar para que Ele restaure a nação, segundo as palavras ditas pelo profeta: Jeremias 29: 11-14 — “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Então me invocareis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. E serei achados de vós, diz o Senhor...” Oramos para que a Igreja arrependida seja revestida de Justiça para que possa clamar por governo justo segundo diz a Palavra: Provérbios 29:4 — “Quando o governo é justo, o país tem segurança; mas quando o governo cobra impostos demais, a nação acaba na desgraça.” Provérbios 21:15 — “Quando se faz justiça, o justo se alegra, mas os malfeitores se apavoram.” Atos 10:34-35: “Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo.” DIA 13: LEVANTANDO JUÍZES JUSTOS E TEMENTES A DEUS 2 Crônicas 19:5-7 — Ele nomeou juízes, em cada uma das cidades fortificadas de Judá, dizendo-lhes: Considerem atentamente aquilo que fazem, pois vocês não estão julgando para o homem, mas para o Senhor, que estará com vocês sempre que derem um veredicto. Agora, que o temor do Senhor esteja sobre vocês. Julguem com cuidado, pois com o Senhor, o nosso Deus, não há injustiça nem parcialidade nem suborno. Ore para que juízes, desembargadores e ministros julguem com consciência de que exercem autoridade delegada por Deus, com temor, responsabilidade e equidade. Ore para que suas decisões sejam baseadas em cada caso em concreto, com igualdade e paridade de armas. Ore para que ao julgar, evitem personalizar o debate político, operando a lei com técnica e justiça, se colocando na posição de isenção. Ore para que questões ideológicas e subjetivas não conduzam os juízes, desembargadores e ministros que compõe os Tribunais Regionais Eleitorais, os Juízos Eleitorais e o Tribunal Superior Eleitoral ao jugar pautas sensíveis na eleição. Ore para que princípios e valores cristãos sejam respeitados pelos órgãos julgadores. DIA 14: INTEGRIDADE E HONESTIDADE NOS JULGAMENTOS Êxodo 18:19-23 — Agora, ouça-me! Eu lhe darei um conselho, e que Deus esteja com você! Seja você o representante do povo diante de Deus e leve a Deus as suas questões. Oriente-os quanto aos decretos e leis, mostrando-lhes como devem viver e o que devem fazer. Mas escolha dentre todo o povo homens capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto. Estabeleça-os como chefes de mil, de cem, de cinquenta e de dez. Eles estarão sempre à disposição do povo para julgar as questões. Trarão a você apenas as questões difíceis; as mais simples decidirão sozinhos. Isso tornará mais leve o seu fardo, porque eles o dividirão com você. Se você assim fizer, e se assim Deus ordenar, você será capaz de suportar as dificuldades, e todo este povo voltará para casa satisfeito. Ore para que todo magistrado que atuar no pleito eleitoral seja temente ao Senhor, que seja um amante da verdade, que tenha um coração incorruptível e um espírito inabalável; que seja comprometido com a justiça acima de interesses pessoais ou políticos. DIA 15: AFASTANDO A CORRUPÇÃO NA JUSTIÇA Deuteronômio 16:18-20 — “Nomeiem juízes e oficiais para cada uma de suas tribos em todas as cidades que o Senhor, o seu Deus, lhes dá, para que eles julguem o povo com justiça. Não pervertam a justiça nem mostrem parcialidade. Não aceitem suborno, pois o suborno cega até os sábios e prejudica a causa dos justos. Siga única e exclusivamente a justiça, para que tenham vida e tomem posse da terra que o Senhor, o seu Deus, lhes dá.” Ore para que os juízes sejam incorruptíveis, contra favorecimentos indevidos; Ore contra julgamentos contaminados por pressões externas e da mídia; Ore por decisões baseadas exclusivamente na lei e na verdade dos fatos, atentando-se ao caso em concreto e com o direito que lhe aplica. Ore por transparência no processo de julgar e por blindagem da pessoa dos magistrados à partidos e posições políticas. DIA 16: LISURA E TRANSPARÊNCIA NO TSE E TRE’S Provérbios 2:8 — “Meu filho, se você aceitar as minhas palavras e guardar os meus mandamentos; se der ouvidos à sabedoria e inclinar o coração para o discernimento.” Ore para que os procedimentos eleitorais tramitem com transparência, para que haja clareza nos critérios decisórios; Ore para que os julgamentos de registros, impugnações e prestações de contas sejam céleres e justos. Ore por procedimentos e processos justos, com a devida seriedade e celeridade que o processo eleitoral impõe, com correções e aprimoramento ao longo do tempo. DIA 17: RENOVAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DO TSE Ore especificamente pela gestão que se iniciará sob a presidência do Min. Kássio Nunes Marques e vice-presidência do Min. André Mendonça, para que: Provérbios 29:2-4 — “Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme. O homem que ama a sabedoria dá alegria a seu pai, mas quem anda com prostitutas dá fim à sua fortuna. O rei que exerce a justiça dá estabilidade ao país, mas o que gosta de subornos o leva à ruína.” Ore para que a nova presidência e vice-presidência conduza o processo eleitoral com sabedoria e fortaleçam a confiança pública nas instituições; Ore para que estes resistam a qualquer forma de pressão indevida e contra qualquer sentimento de poder que os corrompam; Ore para a sua condução seja tomada de temor do Senhor e com a transparência devida para a credibilidade do sistema de justiça e dos órgãos eleitorais; Ore para que haja transparência e prestação de contas no processo eleitoral e para que não haja confusão na apreciação de votos e na sua contagem. DIA 18: INTELIGÊNCIA NOS JULGAMENTOS Tiago 1:5 — “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.” Ore para que haja prudência no uso de tecnologias de apoio à decisão; Ore para que a IA (Inteligência Artificial) não substitua o discernimento humano guiado pela justiça; Ore para que magistrados tenham sabedoria para validar, revisar e supervisionar tais ferramentas. Ore para que os candidatos, a população e setores da mídia se coloquem com prudência e diante da verdade, rejeitando a criação de conteúdos mentirosos e falaciosos e para que a IA seja utilizada com sabedoria, promovendo justiça e propósito de elucidação e melhor explicação de conteúdos e difícil entendimento para o povo. Ore para que não haja engano ao povo mais humilde com a utilização dessa ferramenta, para que seja um condutor de conhecimento de discernimento do que é verdadeiro e correto à cada situação. DIA 19: ÉTICA NA MAGISTRATURA Miquéias 6:8 — “Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige de você: pratique a justiça, ame a lealdade e ande humildemente com o seu Deus.” Ore para que os juízes, desembargadores e ministros aceitem um código de ética e conduta para a eleição do cargo que ocupam, para que haja aceitação de que a atividade julgadora necessita de comportamento ético e moral, condizente com os princípios e direitos legais que o cargo demanda; Ore para que os julgadores cumpram fielmente os códigos de ética de suas Cortes; Ore para que atuem com humildade institucional; Ore para que preservem a dignidade da função jurisdicional. DIA 20: PELA ATUAÇÃO DO STF Salmos 106:3-5 — “Como são felizes os que perseveram na retidão, que sempre praticam a justiça! Lembra-te de mim, Senhor, quando tratares com bondade o teu povo; vem em meu auxílio quando o salvares, para que eu possa testemunhar o bem-estar dos teus escolhidos, alegrar-me com a alegria do teu povo, e louvar-te junto com a tua herança.” Ore para que o Supremo Tribunal Federal, como guardião da nossa Constituição e da Lei, julgue recursos eleitorais com retidão e assegure o devido processo legal; Ore para que os Ministros preservem a estabilidade democrática por meio de decisões justas. Ore para que a Suprema Corte do país se recoloque em um lugar de sabedoria e de decisões dignas e justas, para que a credibilidade da Supra Corte do País e dos demais órgãos jurisdicionais de justiça sejam reconstituídos diante da aprovação de Deus e do povo. Amém! Que o Brasil se renda ao Governo do Senhor Jesus!

  • Shavuot / Pentecostes

    2026 — do pôr do Sol do dia 21, ao fim da tarde de 23/Mai — O cumprimento da profecia de Joel sobre a vinda do Espírito Santo (Joel 2:28). FOCO: BUSCANDO O PODER DO ESPÍRITO SANTO! Para o tempo de Pentecostes (Atos 2), uma semeadura foi feita antes por Jesus e, quando Ele foi para o PAI, ordenou aos discípulos que aguardassem até que fossem revestidos de poder do alto – o cumprimento da profecia de Joel sobre a vinda do Espírito Santo (Joel 2:28). Nesse momento, começou uma grande e poderosa colheita. Os apóstolos junto com a Igreja ficaram por dez dias buscando o SENHOR e a Sua face, obedecendo a Sua ordem de busca para serem revestidos e saírem para o testemunho da fé, depois desse revestimento do alto, o mundo foi abalado e tocado pelo derramar do Espírito Santo sobre a Igreja de Cristo e os perdidos. Desafio você como discípulo de Cristo, durante este tempo, a continuar buscando uma nova medida de óleo da sua unção e do fogo da Sua glória, para sermos como lâmpadas que liberam a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina todo homem, a luz da Sua semelhança. MARCADOS NO PENTECOSTES Precisamos do Espírito Santo muito mais do que imaginamos. Não há condições de trabalharmos na colheita ou fazermos qualquer outra coisa que agrade a Deus sem o Espírito Santo e Seu poder, Seus dons, Sua gloria e Sua plenitude. Você percebe esta necessidade em sua vida? Você tem separado tempo para buscar? Muitas vezes nos identificamos como pentecostais, mas quais são as características de um discípulo marcado pelo Pentecostes? Precisamos pensar se há coerência entre o que cremos e o que vivemos. Diante deste quadro presente, você pode mudar de atitude e buscar tais características, que começa por uma intimidade poderosa com o Espírito Santo: conhecendo Sua pessoa, tendo comunhão e experimentando a vida em plenitude que Ele nos dá. Deus, pelo seu Espírito, tem liberado palavras proféticas sobre nossas vidas, porque esse é um tempo onde Deus quer falar com todas as pessoas, por isso há muitas palavras de conhecimento e de sabedoria sendo liberadas por Ele, para que os homens tenham acesso aos Seus pensamentos, Seus planos, Seus sonhos, a nível individual e coletivo, com o Seu povo. Ele planejou um futuro Nele, Ele revela e libera os recursos para que tudo se realize. OS RIOS DE ÁGUAS VIVAS “Quem crê em Mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse Ele do Espírito que haviam de receber os que Nele cressem; porque o Espírito Santo ainda não fora dado, por ainda Jesus não ter sido glorificado.” — João 7:38-39 “Quem crê em Mim” [que se une a e confia em Mim]: aqui se fala da fé Nele, no processo de desfrutar dos rios de vida de Deus, liberados no interior do homem como um elemento insubstituível; a confiança na pessoa de Cristo, no que Ele diz; o reconhecimento da autoridade das Suas palavras e a confiança plena nessas verdades sendo a chave para acessar esses rios. Eles estão disponíveis para todo o que Nele crer, para todo aquele que decide se unir a Cristo – que É a verdade, e para dela se saciar. Por que viver vidas secas diante dessa oferta de rios de vida? Como diz a Escritura: do seu interior correrão [continuamente] nascentes e rios de água viva. Tudo começa a mudar de dentro para fora. A verdade e a graça fluem como águas vivas que saciam o espírito e a alma humana de modo profundo, trazendo significado, valor, identidade, alegria e força para viver. Se a mudança não vem de dentro para fora, estou enganado e devo voltar à obediência. Mas Ele estava falando aqui do Espírito, que aqueles que acreditassem (confiassem; tivessem fé) Nele iriam depois receber. A poderosa confiança Nele libera fontes perenes de eternidade; são essas águas que jamais faltam nas circunstâncias e necessidades humanas. Cristo promete àquele que crer uma provisão eterna, o fluir dessas águas, num constante movimento de fertilidade e vida, sobre tudo o que é eterno, mas também sobre tudo o que é temporal e necessita desse fluir das águas vivas. O PENTECOSTES E OS CAMPOS DE COLHEITA GLOBAL E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu (Atos 2:5). O Espírito Santo tomou em um só dia, o de pentecostes, todos os campos de colheita global! O coração de Deus é missionário, é apostólico, Sua visão é global, Seu coração é de amor por todo o mundo. O Espírito Santo é apostólico e com uma autoridade internacional pronta para ser derramada em nós para tocarmos todas as nações ao redor do globo. Quando o pentecostes acontece em nós, recebemos uma visão global, um amor por nações, um peso de oração pelos povos. Deus nos revela que nossa herança são os povos. Conforme o Salmo 2:8, devemos pedir as nações a Ele por herança, pois Jesus pediu e o Seu corpo herdou os campos globais e partiu para tocá-los com o amor do Evangelho do Reino. O Espirito Santo convenceu o judeu a receber Cristo como Messias e a testemunhar Dele aos gentios, vivendo o mistério de um só povo em Cristo, judeu e gentil. O Espirito Santo fez os judeus se moverem para os quatro cantos com a mensagem do Evangelho, incendiados com óleo e fogo, para levantar altares ao Deus triúno entre os povos e não mais só em Jerusalém, mas até os confins da terra. Aconteceu um milagre no entendimento do israelita convertido, eles passaram a viver como Igreja, a nação santa, na nova aliança, convencidos profundamente a deixar o odre e o vinho velho, para receber o novo. É tempo de assumir os campos de colheita global e assumir a autoridade internacional que Jesus tem nos dado, juntamente com Seu plano para os povos. Mova-se para herdar os povos, orando, ofertando e indo! Brasil, mova-se agora para tocar os campos, achar o trigo e recolher nos celeiros do Pai celeste. Todas as nações debaixo dos céus tinham seus representantes no pentecostes, um plano perfeito do nosso Pai. Entregue-se hoje! A visão começa por vermos nossa Jerusalém onde estamos agora, veja os campos brancos para colheita. LÍNGUAS COMO DE FOGO E LÍNGUAS DOS POVOS E foram vistas por eles línguas que assemelham-se a fogo, as quais foram separadas e distribuídas e que se estabeleceram em cada um deles. E todos foram cheios (difundido em todo âmbito de suas almas) com o Espírito Santo e começaram a falar em outras, diferentes línguas (línguas estrangeiras), como o Espírito manteve dando-lhes expressão clara e forte [em cada língua em palavras apropriadas]. Atos 2:3,4 (Amplified Bible – AMP) Aqui temos uma bênção, uma herança para os filhos de Deus, que foi derramada em pentecostes – línguas, que assemelhavam-se a fogo, foram separadas e distribuídas sobre o corpo de Cristo, os apóstolos de Cristo, que as receberam como parte da dádiva do Espírito do Messias prometido. As pessoas certas, com as ferramentas certas, para que cumprissem o propósito de suas vidas, nada poderia faltar para que a missão da Igreja fosse cumprida por ela, para que o destino apostólico fosse pleno. A ferramenta de poder, as línguas de fogo chegaram e com elas o acesso aos povos, ao entendimento deles, à mente e ao coração dos perdidos. Os dez dias de oração antes do pentecostes, a obediência dos apóstolos com os irmãos, permanecendo em oração em Jerusalém até que do alto fossem revestidos de poder (At 1:8), foram a chave de governo espiritual, a chave de Davi, que abriu a porta para o cumprimento da promessa, para que o que estava pronto nos céus descesse e começasse a história redentora planejada por Deus para as nações. Por meio da obediência, do preparo, da busca em oração, hoje vamos receber as ferramentas para nosso destino missionário. Uma obra internacional está diante da igreja brasileira – levar a paternidade de Deus as nações. O coração e a mente dos povos podem ser alcançados, as línguas das nações, em expressões claras e fortes, em palavras apropriadas, estão à disposição dos que obedecem. Sobrenaturalmente a mensagem do amor do Pai tem que ser comunicada, as grandezas de Deus contadas entre as nações. Obedeça ao “Ide”, cumpra a missão, aproprie-se das ferramentas dadas pelo Espírito Santo. Leve água aos sedentos. UM NOVO NÍVEL DE GLÓRIA DEPOIS DO PENTECOSTES “E todos nós, como com o rosto desvendado, [porque] continuamos a contemplar [na Palavra de Deus] como em um espelho a glória do SENHOR, estamos constantemente a ser transfigurados em Sua própria imagem em esplendor cada vez maior e de um grau de glória para outro; [isso vem] a partir do SENHOR [que é] o Espírito.” (2 Co 3:18, Amplified Bible – AMP) Em Pentecostes, um povo entrou nos dez dias de oração e saiu outro, transformado, com um novo nível de glória. Vamos imitá-los! O viver de glória em glória começou com o povo de Deus – a poderosa glória da ousadia e fé para pregar a mensagem do Evangelho do Reino. Eles foram cheios do poder do Espírito Santo, com uma ousadia para partilhar com os perdidos. Antes perdidos e inseguros por causa da morte do SENHOR, agora recebiam uma nova glória em ousadia e fé para obedecer o ide. Há mais glória para a Igreja quando o Espírito Santo lidera; as direções dadas por Ele trazem uma unção de rompimento para os novos avanços que Deus planejou para o Seu povo. No lugar onde Deus coloca o Seu povo, há avanços no evangelismo para serem realizados e há recursos divinos para isso. Os filhos de Deus estão sendo desafiados, hoje, para viver um tempo de rompimento e avanços onde estiverem. Envolva-se estando cheio da glória para o novo rompimento. A GLÓRIA VOLTOU À CASA DO SENHOR “Depois o homem [um anjo] me levou à porta, a porta que dá para o leste. E eis que a glória do Deus de Israel vinha do leste e sua voz era como o som de muitas águas, e a terra resplandecia com a glória dele. E a visão que vi era semelhante a visão que eu tinha visto quando vim para predizer a destruição da cidade e como a visão que eu tinha visto junto ao rio Quebar [perto de Babilônia]; e caí sobre o meu rosto. E a glória do Senhor entrou no templo pelo portão voltado para o leste. Então o Espírito me pegou e me levou ao átrio interior, e eis que a glória do SENHOR encheu o templo. Então me levou à porta, a porta que olha para o caminho do oriente.” (Ezequiel 43:1-5 Amplified Bible – AMP) A glória santa do SENHOR, a nuvem de glória, foi removida simbolicamente do templo do Antigo Testamento como Ezequiel havia profetizado (Ez 11:22-24). Isso ocorreu provavelmente alguns anos antes do exílio e permaneceu assim por 400 anos. A desobediência, independência, rebeldia do povo de Deus gerou um período longo de ausência da glória, de muitas perdas como nação e de muito roubo gerado pelo andar na carne, satisfazendo seus desejos. O texto acima é a fala de Ezequiel, que previu profeticamente, na sua visão, que um dia a glória voltaria (Ezequiel 43:1-5). Isso foi cumprido no dia de Pentecostes quando a glória surgiu no Cenáculo. Depois de 10 dias de oração, de busca da promessa, dividiu-se em línguas de fogo separadas que pousaram sobre a cabeça de cada um que foi cheio com o Espírito Santo (Atos 2:2-3). A glória agora não estava sobre um prédio feito por mãos humanas e sim habitando em cada filho de Deus consagrado. Uma poderosa mudança que levaria os filhos de glória em glória e de fé em fé até os confins da terra. PROMESSA HISTÓRICA CUMPRIDA Os profetas do Antigo testamento profetizaram sobre o derramamento do Espírito Santo. Por isso, quando o Espírito foi derramado no dia de Pentecostes, os discípulos reconheceram não somente o cumprimento das palavras de Jesus, mas também das palavras proféticas liberadas séculos atrás. Agora os escritos antigos ganhavam vida: Joel 2:28–29 (RAStr) – E acontecerá, depois, que derramarei o Meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o Meu Espírito naqueles dias. Zacarias 12:10 (RAStr) – E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para Aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por Ele como se chora amargamente pelo primogênito. João Batista também profetizou: “Eu os batizo com água, mas Ele os batizará com o Espírito Santo.” (Marcos 1:8). Jesus não deixou dúvida de que enviaria “outro Consolador” e este era o cumprimento da promessa do Pai. Atos dos Apóstolos 1:4 (RAStr) – E, comendo com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do PAI, a qual, disse Ele, de Mim ouvistes. Essa promessa continua se cumprindo até os dias de hoje. A pessoa do Espírito Santo continua expressando amor, continua falando, continua batizando com fogo, continua fazendo obras maiores, continua convencendo do pecado, da justiça e do juízo. No entanto, uma coisa é muita mais poderosa do que toda a operação sobrenatural realizada pelo Espírito, uma das palavras de Jesus que agora era cumprida em Pentecostes: João 14:23 (RAStr) – Respondeu Jesus: Se alguém Me ama, guardará a Minha Palavra; e Meu PAI o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. Nós, povo de Deus, morada do Espírito Santo. A PATERNIDADE DO ESPÍRITO SANTO Romanos 8:14–16 (RAStr) – Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: ABBA, PAI. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Jesus, desde o início de Seu ministério, aponta e revela a paternidade de Deus. Após Sua ascensão aos céus, a plenitude da paternidade é revelada aos seguidores de Jesus com a manifestação do Espírito Santo. As palavras de Jesus, quando Ele promete o Consolador, revelam uma guerra. Paternidade versus Orfandade. Os espíritos de escravidão e orfandade assolavam os corações dos homens e só a plenitude da vida de Jesus poderia libertar os homens de uma falsa paternidade e do medo. O próprio Espírito foi de encontro ao nosso espírito e testificou que somos filhos de Deus. Somente na unção do Espírito Santo podemos lutar contra a atmosfera de escravidão e medo. Por isso, este é o tempo de clamar “Abba Pai”; com ousadia podemos chamá-Lo de PAI. O PAI que derrama a Sua paternidade através do Espírito do Seu Amor. Todos os dias podemos clamar e receber em nosso espírito a testificação de que Ele é nosso Pai. TEMPLO VIVO Isaías 11:2 (RAStr) – Repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do Senhor. Essa palavra descreve o relacionamento de Jesus com o Espírito Santo. Ele era morada do Espírito, cheio da plenitude e do poder. O plano de reconciliação do homem com Deus, através de Jesus, levou a humanidade a um novo patamar de relacionamento. Antes ocorriam encontros no jardim, aparições sobrenaturais ou visitações no tabernáculo ou no templo. Por meio da vida e obra de Jesus Cristo, o homem passa a ser morada de Deus, templo vivo, habitação do Espírito Santo. Isso foi concretizado em Shavuot, ou seja, no dia de Pentecostes. Os discípulos receberam a pessoa do Espírito Santo e foram batizados com fogo, com isso um novo nível de relacionamento com o PAI veio sobre a Igreja. Este é o tempo de mergulharmos na pessoa do Espírito Santo e prosseguirmos em conhecer a paternidade de Deus, o fluir das águas vivas. João 7:37–39 (RAStr) – No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto Ele disse com respeito ao Espírito que haviam de receber os que Nele cressem; pois o Espírito até aquele momento não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado. Na Unidade do Corpo de Cristo, Hudson Medeiros

  • A Festa da Páscoa

    Por Robert D. Heidler – Livro: O Despertar da Igreja de Cristo. 2026: Começa ao pôr do Sol do dia 31/Mar e termina ao anoitecer do dia 8/Abr. A Festa da Páscoa Remidos pelo Sangue do Cordeiro! "Cada um tomará para si um cordeiro... e o guardareis até o décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação... o imolará no crepúsculo da tarde. Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas... Naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão... Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; come-lo-eis à pressa; é a Páscoa do SENHOR.” — Ex 12:3-14 A primeira festa do SENHOR é a Páscoa. A Páscoa inicia o ciclo anual de DEUS. A Páscoa tem o propósito de nos colocar num caminho que nos leve para mais perto de DEUS e numa nova experiência da Sua glória a cada ano. Na Igreja Primitiva, a Páscoa era considerada a celebração mais importante do ano. DEUS quer que ela seja uma bênção em sua vida também! Entendendo a Páscoa É triste dizer, mas hoje muitos cristãos não sabem quase nada sobre a Páscoa. Não sabem o que é nem como celebrá-la. Se você não está familiarizado com a Páscoa, eis aqui um resumo, numa só frase, do que ela é: "A Páscoa é a celebração do amor e do poder de DEUS em libertar o Seu povo das mãos do inimigo.” A Páscoa não é para ser somente um ritual religioso ou um feriado um tempo estabelecido por DEUS para que certas OCORRÊNCIAS ESPIRITUAIS aconteçam em nossa vida. É um tempo de: - Louvar a DEUS por Sua obra de libertação no passado. - Buscar a DEUS para uma renovada manifestação do Seu poder de libertação. - Crescer na fé por Sua obra no futuro. Para os judeus, a Páscoa era a celebração do poder de DEUS que os libertou da escravidão do Egito. Eles haviam estado em cativeiro sob uma forte opressão, mas clamaram e DEUS os libertou através da PÁSCOA. Os cristãos também possuem uma libertação para celebrar! Nós também estivemos num cativeiro, sob a opressão de um inimigo cruel... SATANÁS. A Páscoa é uma figura vívida de como DEUS nos libertou. Essa palavra vem do hebraico "pesah", que significa "passar por cima", no sentido de "poupar". Para entender a Páscoa, é bom então perguntar o que foi "poupado" na Páscoa? A resposta é: os ISRAELITAS foram poupados. Havia chegado o tempo do JUÍZO de DEUS, que teria atingido a todos. Mas o SENHOR concedeu aos israelitas uma maneira de escaparem. A chave para o resgate deles não estava num exército, não estava em alguma ação grandiosa ou heróica, mas sim num puro e imaculado CORDEIRO. DEUS instruiu que cada família matasse um cordeiro, drenasse o sangue e colocasse esse sangue nos umbrais das portas de suas casas. Quando o sangue do cordeiro foi colocado nos umbrais das portas, DEUS aceitou a morte daquele cordeiro em lugar dos primogênitos de Israel. Eles foram poupados pelo anjo da morte (literalmente, "foram pulados"). Muitas coisas aconteceram na Páscoa: - Pelo sangue do cordeiro, Israel foi REDIMIDO! - O juízo de DEUS foi desviado deles! - Os deuses do Egito foram julgados e o poder deles foi quebrado! - Israel foi liberto da opressão e do cativeiro! - Eles foram libertados para entrarem no gozo das promessas de DEUS! A Celebração da Páscoa Uma refeição típica da Páscoa judaica de hoje consiste de vários elementos, cada um designado para recriar o aspecto, os sons, as emoções e até mesmo os sabores da noite da Páscoa original. Os elementos à mesa de uma refeição tradicional de Páscoa geralmente incluem: O chazeret, um "vegetal amargo" (mencionado em Números 9:11), uma lembrança da amargura da escravidão. A coxa de um cordeiro para representar "o Cordeiro que foi sacrificado”. A karpas, ou salsinha , geralmente imersa em água salgada e depois ingerida, para recordar o "gosto salgado das lágrimas" derramadas pelos escravos israelitas. O haroset (uma mistura de maçãs com canela) representando o "cimento ou argila" usado pelos israelitas no tempo da escravidão. Os merorim ou "ervas amargas " (geralmente rábano silvestre). O gosto amargo traz lágrimas aos olhos e é, novamente, uma lembrança da "amargura da escravidão”. Um ovo cozido , incluído como símbolo do luto. Esses elementos numa típica celebração da Páscoa têm o propósito de levar-nos de volta no tempo e REVIVER o milagre de DEUS. Quando vemos e saboreamos esses elementos, lembramo-nos da crueldade e do sofrimento que foi a escravidão no Egito. Experimentamos a amargura da opressão, mas então nos lembramos de que Deus nos trouxe a libertação. Pelo sangue do Cordeiro, Ele libertou o Seu povo! Pelo seu grande poder, Israel tornou-se o povo de DEUS! A Páscoa é uma celebração muito significativa para os judeus, mas também o é para os cristãos. POR QUE a Páscoa é importante para nós? A Páscoa é importante para nós, cristãos, por várias razões: É importante para nós, porque estamos espiritualmente unidos com Israel. Romanos 11:17 diz que, quando viemos para Yeshua, fomos enxertados em Israel e participamos de todas as bênçãos que DEUS lhes deu. Efésios 2:12-13 afirma que outrora estávamos "separados da comunidade de Israel", mas que agora somos cidadãos do mesmo tipo que eles. Nós nos unimos com os judeus na celebração da Páscoa, porque somos espiritualmente unidos com eles A Páscoa é importante, porque é parte do plano da salvação de DEUS para nós. Se não fosse a Páscoa, os judeus teriam morrido como escravos no Egito. Yeshua poderia não ter nascido e, assim, não haveria salvação para nós. Nosso fim seria o inferno! A Páscoa é importante, porque DEUS estabeleceu a Páscoa para ser uma celebração de Yeshua. Em 1 Coríntios 5:7 está escrito: “Cristo, nosso Cordeiro pascal". DEUS poderia ter feito Yeshua morrer em qualquer época do ano, mas preferiu que Yeshua morresse na Páscoa. DEUS escolheu a Páscoa, porque a Páscoa nos foi dada para nos ensinar sobre Yeshua. Através da Páscoa podemos entender o que foi realizado pela morte de Yeshua. A Páscoa é totalmente a respeito de Yeshua! Ele veio como o Cordeiro de DEUS. O Seu sangue nos redimiu. Por Sua morte, o juízo de DEUS foi desviado de nós e o poder do inimigo foi quebrado. Fomos libertos da escravidão e da opressão. Fomos libertos para participar da promessa de DEUS. Tudo na Páscoa representa Yeshua! Cada um de seus elementos aponta para Yeshua! Imagine em sua mente o que aconteceu na noite da Páscoa original: em obediência à ordem de DEUS, o pai da casa colocou o sangue do Cordeiro pascal numa tigela. Ele foi até à porta da frente da casa, molhou um ramo de hissopo no sangue e o aplicou primeiro nos dois lados da porta. Em seguida ele molhou o hissopo no sangue novamente e tocou na parte de cima do batente, onde também aplicou o sangue. Agora pare e pense sobre o que está acontecendo. Primeiro o pai movimenta o hissopo de um lado para o outro para aplicar o sangue nos dois batentes da porta. Ele então abaixa o hissopo na tigela e toca o batente acima da sua cabeça para aplicar o sangue. Você pode perceber o que o pai israelita está fazendo na porta à frente de sua casa? É um gesto que você provavelmente já tenha visto os católicos romanos fazerem quando rezam. Na Páscoa, todo pai em Israel fez o sinal da cruz com o sangue do Cordeiro! Que imagem surpreendente de Yeshua! A libertação de DEUS SEMPRE vem pela Sua cruz e pelo Seu sangue! Através da Páscoa, os judeus tornaram-se povo de DEUS. Mas nós também nos tornamos povo de DEUS através da Páscoa! A mensagem da Páscoa Uma das mais fortes confissões de fé que você pode fazer é a seguinte: "Sou remido pelo sangue do Cordeiro e estou fora do alcance das mãos do inimigo." Lembro-me de ouvir Derek Prince compartilhar que, ao ministrar crentes para libertação, ele constantemente os levava a fazer essa declaração. Uma vez que eles declarassem, com fé: "Sou remido pelo sangue do Cordeiro e estou fora do alcance das mãos do inimigo!” – isso era sempre o suficiente para quebrar o poder das forças demoníacas na vida desses irmãos! Esta é a mensagem da Páscoa! A mensagem da Páscoa é resumida nesta frase, tão especial: "Sou remido pelo sangue do Cordeiro e estou fora do alcance das mãos do inimigo!" . Israel sabia o que significava ser liberto pelo sangue do Cordeiro! Na Páscoa, DEUS quer que você viva essa realidade também. DEUS quer que você experimente a realidade da libertação que Ele proporcionou a você. É o tempo de agradecer a DEUS pela libertação que Ele deu a você no passado. É também o tempo para entrar nessa libertação agora em todas as áreas da sua vida. Em 1 Coríntios 5:7-8 está escrito: "Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. Por isso, celebremos a festa..." . A Páscoa é uma celebração da libertação! Preparando-se para a Páscoa Ao estudarmos como a Páscoa era celebrada, a primeira coisa a se notar é que havia um tempo especial para a sua preparação. Antes de celebrá-la, eles tinham que limpar a casa de toda impureza. Hoje isso ainda é observado nas moradias judaicas de judeus praticantes. Toda mulher judia diligentemente examina sua casa, verificando em toda prateleira, em toda gaveta e em todo armário se não há nenhum resto de fermento. (O fermento geralmente simboliza o pecado e a impureza). Se algum fermento (impureza) é achado, ele é removido antes do início da celebração da Páscoa. Isso é válido para nós hoje em dia. Antes de experimentarmos a libertação de DEUS, é importante verificarmos nossa casa e remover as impurezas. DEUS sempre quis que essa quebra anual de opressão demoníaca fizesse parte de seu ciclo de vida! Aqui estão algumas sugestões para preparação de sua casa para a Páscoa: Dedique a sua casa ao SENHOR. Ore convidando a Presença de DEUS para a sua casa. Peça que o SENHOR use sua casa para Seus propósitos. Faça um inventário espiritual de sua casa. Peça ao SENHOR que dê discernimento a você ao observar tudo o que você tem. Caminhe por toda a casa, cômodo por cômodo, e deixe que o Espírito Santo mostre qualquer objeto que não deveria estar em sua casa. Verifique principalmente o seguinte: Objetos que representem falsos deuses; Objetos usados em cultos pagãos, em práticas de ocultismo e de bruxaria; Objetos que exaltem ou promovam o mal; Objetos relacionados com pecados passados; Objetos que tenham se tornado ídolos em sua vida. Limpe sua casa de objetos abomináveis. Deuteronômio 7:25 diz que tais objetos devem ser destruídos pelo fogo. Pegue o que pode ser queimado e queime tudo num lugar apropriado. O que não for combustível passe pelo fogo (como um ato simbólico de obediência) e então o destrua da forma mais apropriada, amassando ou jogando fora, de algum modo. NOTA: Se você é casado, não remova os itens que pertencem ao seu cônjuge; o mesmo se aplica se você é solteiro e tem um companheiro de quarto. Não destrua, sem permissão, os materiais que não lhe pertencem. Peça perdão. Ao destruir os objetos, renuncie qualquer participação sua ou que sua família tenha tido com eles, e peça perdão ao SENHOR. Purifique espiritualmente toda a casa e a parte externa. Ande por sua casa e arrependa-se por qualquer pecado conhecido que tenha sido cometido em cada cômodo. Ore para que o SENHOR cure qualquer trauma causado por tormento de forças demoníacas em sua casa. Ore também com respeito à parte externa da casa (quintal). Consagre toda a sua propriedade ao SENHOR e ao Seu serviço. Declare Josué 24:15 com respeito à sua casa: "Eu e a minha casa serviremos ao SENHOR”. Encha sua casa de glória. Celebre a santa ceia em sua casa como família. Cante louvores e ore. Dê testemunho de tudo de bom que DEUS já fez a você. Declare a Palavra. Leia salmos em voz alta. Toque canções de louvor. Faça com que o ambiente da sua casa reflita a glória de DEUS. Cultive um sentimento de esperança no seu lar. Recuse qualquer influência que possa apagar o brilho da glória de DEUS. Tendo removido toda contaminação espiritual, declare bênçãos sobre a sua casa e convide a presença de DEUS para enchê-la! Celebrando a Páscoa Não há uma forma "correta" de se celebrar a Páscoa. O objetivo principal é lembrar a grandiosidade da libertação de Deus. No final desta parte, incluí um pequeno roteiro para se realizar um culto de Páscoa com ceia pascal, quer em família, quer no contexto de um pequeno grupo. Sinta-se livre para fazer cópias desse roteiro e usá-lo em sua celebração se assim você o desejar. Ao terminar sua celebração da Páscoa, não deixe de agradecer a DEUS por você ter sido redimido de todo velho ciclo de vida, pelo cativeiro ter sido rompido e porque você foi liberto pelo sangue do Cordeiro para participar das promessas de DEUS! Autoria Robert D. Heidler. Trecho extraído do livro "O Despertar da Igreja de Cristo”, Apêndice Três: Celebrando as Festas Bíblicas.

  • PURIM

    A Festa das Sortes 2026 — Do pôr do Sol do dia 2 ao fim da tarde do dia 3/Mar De acordo com o calendário civil hebreu, todos os anos, no décimo segundo mês – que é Adar – nos dias 14 e 15, celebra-se a festa de Purim . No calendário greco-romano coincide entre os meses de fevereiro e março. Podemos encontrar os registros do grande livramento e o início de sua celebração no livro bíblico de Ester: “Mardoqueu escreveu estas coisas, e enviou cartas a todos os judeus que se achavam em todas as províncias do rei Assuero, aos de perto, e aos de longe, ordenando-lhes que guardassem o dia catorze do mês de Adar, e o dia quinze do mesmo, todos os anos, como os dias em que os judeus tiveram repouso dos seus inimigos, e o mês que se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa, para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem presentes uns aos outros, e dádivas aos pobres. E os judeus encarregaram-se de fazer o que já tinham começado, como também o que Mardoqueu lhes tinha escrito. Porque Hamã, filho de Hamedata, o agagita, inimigo de todos os judeus, tinha intentado destruir os judeus, e tinha lançado Pur, isto é, a sorte, para os assolar e destruir. Mas, vindo isto perante o rei, mandou ele por cartas que o mau intento que Hamã formara contra os judeus, se tornasse sobre a sua cabeça; pelo que penduraram a ele e a seus filhos numa forca. Por isso àqueles dias chamam Purim, do nome Pur; assim também por causa de todas as palavras daquela carta, e do que viram sobre isso, e do que lhes tinha sucedido, confirmaram os judeus, e tomaram sobre si, e sobre a sua descendência, e sobre todos os que se achegassem a eles, que não se deixaria de guardar estes dois dias conforme ao que se escrevera deles, e segundo o seu tempo determinado, todos os anos. E que estes dias seriam lembrados e guardados em cada geração, família, província e cidade, e que esses dias de Purim não fossem revogados entre os judeus, e que a memória deles nunca teria fim entre os de sua descendência. Então a rainha Ester, filha de Abiail, e Mardoqueu, o judeu, escreveram com toda autoridade uma segunda vez, para confirmar a carta a respeito de Purim. E mandaram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras de paz e verdade. Para confirmarem estes dias de Purim nos seus tempos determinados, como Mardoqueu, o judeu, e a rainha Ester lhes tinham estabelecido, e como eles mesmos já o tinham estabelecido sobre si e sobre a sua descendência, acerca do jejum e do seu clamor.”  (Ester 9:20-31) A palavra Purim , no hebraico vem da raiz de Pur , que significa sorte . O inimigo do povo judeu lançou Pur para saber em que dia eles deveriam ser destruídos (13 de Adar), mas a mudança de sorte ocorreu e DEUS deu a estratégia de livramento para o povo com o contra decreto. Embora esta festa não esteja estabelecida como estatuto perpétuo e solene, como as principais citadas em Levítico 23, ela pode ser celebrada de forma profética, não somente como um memorial do que o PAI fez ao libertar o povo judeu, mas do que Ele fez e faz por nós, nos livrando todos os dias dos planos e decretos do maligno! “Pois nesses dias os judeus livraram-se dos seus inimigos, e nesse mês a sua tristeza tornou-se em alegria, e o seu pranto, num dia de festa.”  Ester 9:22 Os judeus se utilizam de culinárias específicas simbólicas, e de outros adereços para celebrar esta festa – mas não uma regra para o povo de DEUS celebrá-la – entendendo-se que o principal é o seu significado profético. Por isso, temos muitos motivos para celebrar o PURIM! Ao nos contextualizarmos estudando este livro, percebemos que a lei medo-persa era severa e dizia que um decreto estabelecido pelo rei, após sua emissão, nem o próprio rei poderia desfazê-lo ou revogá-lo, e por trás deste contexto é que encontramos a trama de Hamã. Hamã, como ministro e conselheiro do rei Assuero – era o segundo após o rei –, havia emitido um decreto sem o conhecimento total do rei, determinando que o povo judeu deveria ser exterminado da terra sem qualquer direito de defesa , sem saber que Ester também era judia. Para compreendermos melhor, Hamã é citado no livro de Ester como agagita, e isso aponta para o fato de que Hamã era de descendência amalequita, pois Agague era rei dos amalequitas, daí deriva-se o termo agagita (1 Samuel 15:8). Anteriormente, o rei Saul havia sido incumbido de exterminar este povo por completo, mas desobedeceu ao SENHOR. Os amalequitas eram um povo nômade, e foram os primeiros a atacar Israel depois do Êxodo, em Refidim. Para se entender melhor a sua genealogia, Amaleque era o neto de Esaú fruto do adultério de Elifaz com Timna sua concubina (Gênesis 36:12). Desde Esaú este ódio geracional (iniquidade) foi passado a Amaleque e dele de geração em geração, de forma cultural em meio ao povo amalequita. Essa iniquidade começou a visitar as futuras gerações (Ex 20:5-6) de forma que este povo se tornou totalmente alienado de DEUS a ponto de odiarem com ódio mortal os judeus. Todas as ocorrências de ataques dos amalequitas na Bíblia, sempre foram com tentativas de exterminar o povo de Deus. Com isso entendemos que o ódio de Hamã não era proveniente apenas pelo fato de que Mardoqueu não havia se prostrado diante dele, mas de todo este histórico geracional, que o levou não somente a querer punir um, mas todos os judeus de uma só vez. Baseado neste entendimento, percebemos que não encontramos a ação espiritual de Amaleque somente no antissemitismo, ainda presente hoje em nosso meio, mas nos planos do maligno e seus decretos no intuito de destruir o povo de DEUS (Igreja). Nesta estação você pode acessar estratégias para vencer o inimigo, através das revelações contidas no livro de Ester! Entenda o poder da intercessão, oração e jejum (Ester 4:16), a Igreja pode acessar a sala do trono e receber o favor do REI, com o Seu Cetro de justiça e frustrar os planos do inimigo! A IGREJA precisa entender que os decretos do REI são mais poderosos que os decretos do inimigo! Como Ester (Igreja) separe um tempo de oração e jejum, após este período você pode declarar o Salmo 35. Em Êxodo 17:14-16 e Deuteronômio 25:19, o SENHOR faz uma importante revelação ao Seu povo com um decreto contra Amaleque. Ele diz: “Então disse o SENHOR a Moisés: Escreve isto para memória num livro, e relata-o aos ouvidos de Josué; que eu totalmente hei de riscar a memória de Amaleque de debaixo dos céus. E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: O SENHOR É MINHA BANDEIRA . E disse: Porquanto jurou o SENHOR, haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração.” (Êx 17:14-16) “Será, pois, que, quando o SENHOR teu Deus te tiver dado repouso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o SENHOR teu Deus te dá por herança, para possuí-la, então apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças.” (Dt 25:19) Você pode celebrar esta festa com sua família declarando que o SENHOR é a sua bandeira! Decrete o fim de uma estação de decretos de morte e se prepare para entrar numa nova estação de vida através do CORDEIRO de DEUS!!! Laertes M. Ribeiro #Purim #Livramento #Celebração #FestasBiblicas #Judeus #ContraAntissemitismo #Israel #Igreja #Fundamentos

  • Uma perspectiva profética para 2026 – 2030

    A estação que se inicia entre 2026 e 2030 não poderá ser discernida apenas por estratégias humanas ou esforço contínuo. Trata-se de um tempo que exige busca intencional por direção de DEUS, consagração pessoal e sensibilidade espiritual para compreender os movimentos do SENHOR. O crescimento espiritual não ocorre de forma uniforme. Cada pessoa amadurece em ritmos distintos, conforme processos, chamados e responsabilidades específicas. Contudo, o alvo permanece inalterável: crescer segundo a estatura de Cristo, conforme o propósito estabelecido por DEUS para o Seu povo. Essa estação demanda retorno ao lugar secreto, onde decisões são alinhadas, motivações são ajustadas e a voz do SENHOR se torna mais nítida do que o ruído externo. Em muitos casos, será necessário recolher-se, ainda que por alguns dias, para buscar entendimento sobre situações pessoais, familiares e ministeriais. Precisamos de posicionamento espiritual. A clareza que muitos buscam para os próximos anos será encontrada na intimidade com DEUS, onde Ele revela direções, corrige rotas e fortalece a identidade em Cristo. A pergunta não é se estamos crescendo, mas se estamos crescendo na direção correta. Assista a mensagem completa em https://www.youtube.com/watch?v=ykfR8dSUf-Y Pense sobre isso. Hudson Medeiros

  • Volte para a Esperança!

    #ClamorBrasil Volte para a esperança! Seja um prisioneiro dela! NÓS NÃO PARAREMOS DE CLAMAR ATÉ QUE O REINO DE JUSTIÇA ENCHA A TERRA! Entregar-se ao desespero é um erro! Quando você tem a redenção disponível então pode consertar o que está quebrado e fazer funcionar com êxito, até a plenitude, o que parecia impossível. O Tempo do Fim e seus julgamentos: Abalos na Igreja e nas nações da terra; Guerras e rumores de guerra; ambiente de conflitos entre os povos, sendo uns lançados contra os outros! No entanto, o semeador carrega a esperança, ele leva a semente… sacos de diversas sementes! Conheça o Agricultor! Conheça o Criador e entenda que você faz parte do Seu plano! Conheça os tipos de solo e seja solo fértil para a semente do Governo do Céus, Daquele que faz novas todas as coisas, novos Céu e nova terra. Compreenda que estamos em peregrinação, no deserto do mundo caído sem DEUS, caminhando para a consumação dos séculos e então virá novos Céus e nova terra na casa do ABBA! Querida Noiva, guarde-se para o Rei Noivo! Ame ser só Dele! Querida Igreja, você precisa conhecer os palácios e Seus jardins de intimidade que Ele preparou para estar contigo agora e para sempre! BRASIL, RESISTA AOS GRILHÕES DE PARALISIA NO TEU CAMINHAR! Nossa arma: Adoração ao Vivo DEUS! Tenha confiança firme em DEUS, em Sua Palavra e em Suas promessas. Arrependa-se como parte da Noiva, por cair nas tentações de buscar a solução nos recursos próprios, em agir na força do braço de carne e não depender do SENHOR. 2 Samuel 3:34 —As tuas mãos não estavam atadas, nem os teus pés, carregados de grilhões; caíste como os que caem diante dos filhos da maldade! E todo o povo chorou muito mais por ele. Jó 36:8-10 — Se estão presos em grilhões e amarrados com cordas de aflição, ele lhes faz ver as suas obras, as suas transgressões, e que se houveram com soberba. Abre-lhes também os ouvidos para a instrução e manda-lhes que se convertam da iniquidade. Clame e faça sua parte pela Grande Comissão e pelo Mandato Cultural. Leia e Proclame Mateus 28. Por um Brasil de joelhos aos pés de Cristo! Hudson Medeiros

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