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Mova-se — Pela integridade do processo eleitoral

há 8 horas
3 min de leitura

Uma oração pela nação · Brasil de Joelhos


Bem-aventurada a nação cujo Deus é o SENHOR, o povo que ele escolheu para lhe pertencer.


O SENHOR estabelece as autoridades e acompanha o juízo das nações. A Igreja intercede por quem governa — e vigia o processo pelo qual o povo escolhe quem o governará, para que nenhuma etapa dele seja torcida.


A integridade do processo

A Escritura não trata a justiça como ideia abstrata: manda nomear juízes que julguem o povo com justiça, que não pervertam o direito, não façam acepção de pessoas e não aceitem suborno — porque o suborno cega até os sábios e distorce as palavras dos justos. Esse critério alcança também a eleição, do cadastro ao voto contado.


  • Que cada etapa da eleição seja conduzida com retidão, sem torção do direito e sem favorecimento.

  • Que os que servem na eleição — mesários, servidores, fiscais e voluntários — não cedam à pressão nem ao pedido de encobrir o que está errado, e que sejam guardados de ameaça e de assédio.

  • Que a fraude não encontre lugar, e que o que estiver errado seja apurado com fato e prova, nunca por presunção.


A guarda do eleitor

O voto é do cidadão, e a Escritura condena o suborno, porque ele cega e distorce o juízo. A Igreja não se cala quando alguém tenta levar o voto de outro por dinheiro ou por pressão.


  • Que nenhum eleitor seja comprado, coagido ou pressionado — nem no trabalho, nem na família, nem na comunidade.

  • Que o cidadão vote segundo a sua consciência, e não segundo o preço que lhe ofereceram.

  • Que a Igreja seja exemplo de integridade: quem instrui o povo a escolher com princípios não negocia o próprio voto.


A verdade contra o engano

A mentira desorganiza uma nação. A Escritura chama cada um a abandonar a mentira e a falar a verdade, porque pertencemos ao mesmo corpo — e o engano não pode governar a escolha de um povo.


  • Que a confusão, a notícia falsa e a distorção não ditem o voto.

  • Que a verdade seja anunciada com clareza, sem ódio e sem temor do homem.

  • Que o povo de Deus saiba discernir as ideias que se apresentam na campanha, e que a mentira apareça por aquilo que é.


Quem julga o processo

Da retidão de quem julga depende a confiança do povo no resultado. A Escritura manda seguir única e exclusivamente a justiça, para que haja vida.


  • Que quem julga o processo decida com temor de Deus, sem parcialidade e sem interesse.

  • Que a tecnologia empregada na eleição seja íntegra e verificável em cada etapa.

  • Que prevaleça o resultado apurado, e que a paz se mantenha na nação em qualquer cenário.


Oração

Bem-aventurada a nação cujo Deus é o SENHOR. Que a Igreja interceda, vigie e participe com maturidade — e que o temor do SENHOR esteja sobre o processo, sobre os que julgam e sobre o povo.


  • Deuteronômio 16.18-20 — "Não pervertam a justiça nem mostrem parcialidade. Não aceitem suborno, pois o suborno cega até os sábios e distorce as palavras dos justos. Sigam única e exclusivamente a justiça, para que tenham vida…"

  • Efésios 4.25 — "Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade uns aos outros, pois todos nós somos membros de um mesmo corpo."

  • Salmos 33.12 — "Bem-aventurada a nação cujo Deus é o SENHOR, o povo que Ele escolheu para lhe pertencer!"


Mova-se em Deus!

Por um Brasil de joelhos aos pés de Cristo!


 
 
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