Mova-se — Legislativo X Judiciário

[ Clique no botão abaixo e baixe a pauta na íntegra ]
ARREPENDIMENTO
LEGISLATIVO X JUDICIÁRIO
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” 2 Crônicas 7:14
INTRODUÇÃO
Antes de clamarmos por mudanças no Brasil, precisamos reconhecer que todo processo de restauração começa pelo arrependimento.
Não estamos aqui apenas para apontar os erros das instituições ou das autoridades. Estamos diante de Deus para reconhecer pecados, confessar omissões e interceder para que a justiça seja restaurada em nossa nação.
“Examinemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o Senhor.” Lamentações 3:40
ORAÇÃO
Senhor, que os nossos olhos sejam abertos para enxergarmos a nossa nação com verdade e um coração humilde para reconhecer aquilo que precisa ser transformado. Que sejamos livres da cegueira produzida pelas paixões, pelos interesses e pelas conveniências.
Antes de pedirmos que Tu mudes as nossas instituições, mostra-nos aquilo que precisa mudar em nós.
Que esta oração não seja movida por indignação humana, mas por arrependimento, temor e desejo de justiça. Sonda o nosso coração e começa em nós a transformação que desejamos ver no Brasil.
ARREPENDIMENTO PELA OMISSÃO DO PODER LEGISLATIVO
O Poder Legislativo recebeu a responsabilidade de representar o povo, promover o debate público e produzir as leis da nação.
Precisamos nos arrepender pelas ocasiões em que essa vocação foi abandonada e questões relevantes deixaram de ser enfrentadas, permitindo que outros Poderes ocupassem espaços que deveriam ter sido preenchidos pelo debate legislativo.
“Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz comete pecado.” Tiago 4:17
ORAÇÃO
Senhor, pedimos perdão pela omissão daqueles que receberam autoridade para falar, discutir e decidir, mas escolheram o silêncio ou a conveniência. Perdoa quando o medo, os interesses políticos ou a preservação do poder foram maiores do que o compromisso com a responsabilidade pública.
Desperta o Congresso Nacional.
Oramos para que sejam levantados parlamentares com coragem para enfrentar debates difíceis, mesmo quando isso lhes custar popularidade ou posição política. Que aqueles que receberam voz através do voto não se escondam quando a nação precisar ouvi-los.
ARREPENDIMENTO PELA MANIPULAÇÃO DO PROCESSO LEGISLATIVO
Precisamos nos arrepender por toda utilização do processo legislativo como instrumento de concentração e manutenção de poder.
Pela aceleração indevida de ritos, pelas votações sem debate suficiente, pelas alterações realizadas sem transparência e por toda estratégia destinada a afastar a sociedade da discussão sobre as leis que irão governá-la.
“Ai dos que decretam leis injustas e dos escrivães que escrevem perversidades.” Isaías 10:1
ORAÇÃO
Senhor, purifica o processo legislativo brasileiro.
Pedimos perdão pela manipulação e ausência de transparência; perdão por toda negociação ilegítima e falta de integridade.
Oramos para que o Senhor conceda prudência e que restaure o equilíbrio e a responsabilidade.
Que nenhuma lei importante seja construída escondida da sociedade; que o debate volte às comissões, que os representantes possam discutir, que a sociedade possa acompanhar e que o processo legislativo volte a ser instrumento de democracia, e não mecanismo de conveniência política.
ARREPENDIMENTO PELO MAU USO DO PODER
A autoridade pública não foi concedida para benefício pessoal. Todo poder traz consigo responsabilidade.
Precisamos nos arrepender pela utilização de cargos, recursos públicos, influência política e estruturas institucionais para projetos pessoais de poder e associação com o crime organizado.
Confrontamos à luz de Cristo toda aliança forjada entre representantes dos Poderes para praticar a injustiça, a corrupção e a proteção ao crime organizado. Que sejam expostos e julgados todos os que praticam tais iniquidades.
“O que domina sobre os homens deve ser justo, dominando no temor de Deus.” 2 Samuel 23:3
ORAÇÃO
Senhor, pedimos perdão por toda estrutura de poder sustentada pela corrupção, pela troca de favores, pelo medo ou pela dependência política.
Que o cargo público deixe de ser instrumento de domínio e volte a ser lugar de serviço.
Oramos para que o Senhor dê às nossas autoridades consciência de que nenhuma posição é permanente e nenhum poder é absoluto; que eles tenham humildade para reconhecerem o SENHOR JESUS, como a MAIOR AUTORIDADE sobre todos. Que cada autoridade compreenda que haverá prestação de contas por aquilo que fizeram e que tem feito com o poder que recebeu.
RESGATE DA VOCAÇÃO DO PODER LEGISLATIVO
Precisamos clamar pela restauração da vocação do Congresso Nacional: legislar, fiscalizar, representar e debater.
Que o processo legislativo volte a ser marcado pelo respeito ao eleitor, pela transparência, pelo debate republicano e pelo cumprimento dos procedimentos próprios de uma democracia.
“Abre a boca, julga retamente e faze justiça.” Provérbios 31:9
ORAÇÃO
Senhor, clamamos para que o Legislativo tenha coragem de legislar. Que deputados e senadores compreendam a responsabilidade histórica que carregam e não transfiram para outros Poderes aquilo que lhes cabe enfrentar.
Pedimos que sejam levantados homens e mulheres preparados, independentes e comprometidos com a justiça. Que as comissões funcionem, que os debates aconteçam, que posições diferentes sejam ouvidas e que decisões importantes não sejam tomadas escondidas da população.
Restaura a dignidade e a vocação das Casas Legislativas brasileiras.
ARREPENDIMENTO PELOS EXCESSOS DO PODER JUDICIÁRIO
Assim como o Legislativo precisa exercer plenamente sua vocação, o Judiciário precisa permanecer fiel à sua.
Precisamos nos arrepender por todo exercício de autoridade que ultrapasse os limites da função jurisdicional e por toda concentração de poder capaz de comprometer o equilíbrio entre as instituições.
“Não perverterás o juízo, não farás acepção de pessoas.” Deuteronômio 16:19
ORAÇÃO
Senhor, visita o Poder Judiciário brasileiro. Que o Senhor dê aos magistrados consciência da grande responsabilidade colocada em suas mãos.
Que a autoridade para julgar nunca seja confundida com autoridade ilimitada para governar.
Confessamos e pedimos perdão pela imprudência dos juízes, desembargadores e ministros. Oramos para que eles tenham humildade para reconhecer e para corrigir os seus erros; que eles tenham sabedoria para distinguir aquilo que desejam pessoalmente daquilo que o Direito exige.
Que nossas Cortes sejam conhecidas não pela extensão de seu poder, mas pela justiça de suas decisões.
ARREPENDIMENTO PELO ATIVISMO JUDICIAL
Precisamos interceder para que a interpretação judicial não substitua indevidamente o processo político e legislativo.
Quando questões que deveriam passar pelo debate democrático são resolvidas sem a participação dos representantes eleitos, o equilíbrio entre os Poderes pode ser comprometido.
“Estabelecerás juízes e oficiais [...] para que julguem o povo com reto juízo.” Deuteronômio 16:18
ORAÇÃO
Senhor, estabeleça limites saudáveis entre os Poderes da nossa República. Que o legislador tenha coragem para legislar; que o governante tenha sabedoria para governar e que o juiz tenha prudência para julgar.
Pedimos perdão por toda a omissão de um Poder e porque isso tem se transformado em justificativa permanente para a expansão de outro. Restaura o equilíbrio, a responsabilidade e o respeito entre as instituições.
Pedimos perdão por todo excesso, sem correção; omissão sem responsabilidade e por todo conflito sem sabedoria.
ARREPENDIMENTO PELAS DECISÕES INJUSTAS
A justiça não pode ser instrumento de interesses pessoais, políticos ou ideológicos.
Precisamos nos arrepender por toda ocasião em que a justiça tenha sido afastada pela parcialidade, pela conveniência ou pelo abuso.
“Não farás injustiça no juízo.” Levítico 19:15
ORAÇÃO
Confessamos e pedimos perdão pela falta de discernimento dos magistrados quando não reconhecem a dimensão humana de cada processo colocado diante deles. Pedimos que o Senhor Jesus entre nas salas dos tribunais, nos gabinetes e nos lugares onde decisões são tomadas todos os dias e que seja forjado ali um ambiente de justiça e verdade.
Pedimos perdão pela vaidade, da parcialidade e da soberba nos tribunais. Que os julgadores tenham coragem para decidir corretamente, mas também humildade para reconhecer quando erraram.
Que nenhuma pessoa seja tratada de maneira diferente por causa de sua posição, influência ou poder.
Que o mesmo Direito aplicado ao fraco seja aplicado ao poderoso.
ARREPENDIMENTO DOS OPERADORES DO DIREITO
Não podemos interceder pelo Judiciário sem reconhecer a responsabilidade daqueles que diariamente participam do sistema de Justiça.
Advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores, servidores e todos os operadores do Direito precisam examinar sua própria atuação.
“Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor.” Isaías 1:17
ORAÇÃO
Senhor, que comece por nós!
Nos arrependemos e pedimos perdão quando conhecemos o Direito, identificamos a injustiça e ainda assim permanecemos em silêncio. Perdoa-nos quando o medo de perder espaço, posição, influência ou oportunidades nos torna omissos.
Oramos por coragem para defender a justiça quando for fácil e, principalmente, quando for difícil.
Pedimos perdão pelos advogados que “venderam” a sua consciência; pelos juízes que negociaram a sua imparcialidade e por aqueles que receberam autoridade para defender a ordem jurídica, mas que estão calados diante da injustiça.
Que eles entendam que o exercício desta profissão nunca seja maior do que a nossa consciência.
CLAMOR PELA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - OAB
"Erguei a voz em favor dos mudos, pelos direitos de todos os desamparados. Abre a tua boca, julga com retidão e defende os direitos dos pobres e dos necessitados." Provérbios 31:8-9
Oramos pedindo que o Senhor Deus retire a OAB do lugar de omissão e silêncio diante de tantas injustiças e desequilíbrio na distribuição da Justiça.
Pedimos que o Senhor abra a boca dos advogados para que se posicionem ao lado da Justiça e acima das ideologias políticas, contra a corrupção e em defesa da democracia e do Estado de Direito.
ARREPENDIMENTO DA IGREJA
Antes de orarmos confessando os pecados dos governantes, precisamos nos arrepender como Igreja.
Não podemos exigir coragem das autoridades se nós mesmos a perdemos. Não podemos denunciar a omissão das instituições enquanto permanecemos indiferentes às necessidades da nossa própria nação.
“Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus.” 1 Pedro 4:17
ORAÇÃO
Senhor, perdoa-nos como Igreja, porque substituímos a oração pela reclamação e a intercessão pela indignação. Perdoa-nos quando falamos muito sobre os problemas da nação, mas oramos pouco por aqueles que carregam a responsabilidade de governá-la.
Pedimos perdão, como Igreja brasileira pela ausência de um coração para a intercessão. Que o nosso coração seja incendiado pelo Teu Espírito Santo, para retornarmos aos movimentos de oração direcionados pelo Senhor.
Pedimos perdão por perdermos a verdade e a misericórdia; perdão porque nosso confronto tem sido com o desejo pela destruição daquele que errou; perdão por buscarmos a justiça alimentada pelo ódio.
Que sejamos conhecidos não apenas pelas nossas opiniões, mas pela nossa capacidade de permanecer de joelhos diante de Ti.
INTERCESSÃO PELAS AUTORIDADES
A Bíblia nos ensina a interceder por aqueles que exercem autoridade.
“Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões [...] pelos reis e por todos os que estão em eminência.” 1 Timóteo 2:1-2
ORAÇÃO
Senhor, colocamos diante de Ti o Presidente da República, os ministros, deputados, senadores, ministros dos tribunais superiores, desembargadores, juízes, membros do Ministério Público e todas as autoridades brasileiras.
Oramos para que eles tenham sabedoria para decidir, coragem para reconhecer erros e humildade para mudar de direção quando necessário. Afasta conselheiros perversos e aproxima pessoas sábias. Revele tudo o que estiver escondido e impeça decisões tomadas por vaidade, vingança ou interesse pessoal.
Pedimos que o Senhor fortaleça aqueles que estiverem agindo corretamente; dê-lhes força para permanecerem firmes. E aos que estiverem errando, que tenham oportunidade de reconhecer seus erros. E aos de corações endurecidos, que sejam quebrantados e cheguem ao verdadeiro arrependimento.
ARREPENDIMENTO DA NAÇÃO
Não podemos atribuir todos os problemas brasileiros às autoridades. As instituições também refletem aquilo que toleramos como sociedade.
Precisamos nos arrepender quando condenamos a corrupção dos grandes, mas toleramos pequenas desonestidades; quando exigimos justiça para os outros, mas buscamos privilégios para nós mesmos.
“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto.” Salmos 51:10
ORAÇÃO
Senhor, não queremos apenas uma mudança de autoridades. Queremos também uma mudança nos nossos corações.
Confessamos e pedimos perdão por rejeitar em nossa vida privada aquilo que condenamos na vida pública. Oramos para que sejamos uma geração que ame a verdade, cumpra a Sua palavra, respeite aquilo que pertence ao próximo e compreenda que uma nação justa começa com pessoas que praticam justiça em casa.
Transforma primeiro o cidadão e que, através dele, a nossa nação seja transformada.
CONCLUSÃO
CLAMAMOS, SARA A NOSSA TERRA!!
O objetivo desta oração não é pedir vingança contra pessoas.
É um clamor por arrependimento, justiça, misericórdia e restauração.
“Coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” Salmos 51:17
ORAÇÃO FINAL
Senhor, nós colocamos o Brasil diante de Ti.
Não pedimos apenas que exponhas aquilo que está errado. Pedimos que transformes aqueles que erraram.
Oramos para que o orgulho saia e entre a humildade; para que sejam encerradas as atividades da corrupção e que venham dias em que a integridade governe; que a omissão ceda à coragem. Que haja limites no uso do poder. Que o Senhor levante homens e mulheres dispostos a defender aquilo que é correto.
Senhor Jesus, começa pela Tua Igreja! Comece pelos advogados, magistrados e parlamentares cristãos. Comece por nós!
Oramos por um coração como o de Davi: um coração que, sendo confrontado, reconheça seu pecado e que saiba voltar para Ti, em arrependimento e confissão.
Oramos para que o nosso coração não se endureça pelo poder, pela ideologia ou pela indignação.
Clamamos:
Sara o Poder Legislativo, Senhor! Restaura sua coragem e sua vocação.
Sara o Poder Judiciário! Restaura seus limites e seu compromisso com a justiça.
Sara as nossas instituições! Sara a Tua Igreja!! Sara a nossa nação!!!
E que possamos novamente ver a justiça sendo praticada não apenas nos discursos, mas nas leis, nas decisões, nas instituições e na vida cotidiana do nosso povo.
“Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça, como ribeiro perene.” Amós 5:24
DECRETOS PROFÉTICOS SOBRE O PODER JUDICIÁRIO
“O Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso Legislador; o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará.” Isaías 33:22
INTRODUÇÃO
Nós nos levantamos em oração pelo Poder Judiciário brasileiro, reconhecendo que toda autoridade humana possui limites e que a justiça verdadeira encontra sua medida em Deus.
Intercedemos pelo Supremo Tribunal Federal, pelos Tribunais Superiores, pelos Tribunais de Justiça, pelos juízes, desembargadores, ministros, membros do Ministério Público, advogados e todos aqueles que participam do sistema de Justiça.
Diante de decisões que alcançam questões fundamentais para a sociedade, da crescente politização da atividade jurisdicional e dos graves episódios de corrupção que atingem parcelas do sistema de Justiça, não permaneceremos apenas observando.
Nós oramos, intercedemos e proclamamos sobre as Cortes brasileiras justiça, retidão, temor, sabedoria, discernimento e restauração.
Assim como está escrito:
“Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, e os teus conselheiros, como no princípio.” Isaías 1:26
DECRETO DE RESTAURAÇÃO DA MISSÃO DE JULGAR
Declaramos que o Poder Judiciário brasileiro será reconduzido à sua verdadeira missão: julgar com justiça, imparcialidade e responsabilidade.
Declaramos que a função de julgar não será confundida com a função de governar e que a interpretação das leis não será utilizada como instrumento permanente de substituição da vontade popular ou da atividade legislativa.
Que cada Poder compreenda novamente a sua missão, a sua autoridade e os seus limites. Que o Poder Judiciário exerça independência sem transformar independência em ausência de limites; que exerça autoridade sem transformar autoridade em domínio político.
Declaramos sobre os magistrados brasileiros clareza quanto à responsabilidade que receberam e humildade para reconhecer que nenhuma posição institucional concede autoridade absoluta.
“Juízes e oficiais constituirás [...] para que julguem o povo com juízo de justiça.” Deuteronômio 16:18
DECRETO CONTRA A POLITIZAÇÃO DO JUDICIÁRIO
Nós declaramos que a justiça prevalecerá sobre a política dentro dos tribunais.
Que convicções partidárias, preferências ideológicas, interesses pessoais e projetos de poder não governem as decisões daqueles que receberam autoridade para julgar.
Declaramos que magistrados não serão conhecidos por alinhamentos políticos, mas pela retidão de suas decisões. Que nenhuma Corte seja transformada em extensão de grupos, partidos, governos ou movimentos ideológicos.
Que a imparcialidade seja restaurada sobre o sistema de Justiça brasileiro.
Que os julgadores tenham coragem de decidir segundo a Constituição, segundo as leis e segundo sua consciência, sem submissão à pressão política, à opinião pública ou aos interesses dos poderosos.
“Não farás injustiça no juízo; não favorecerás o pobre, nem serás complacente com o poderoso; com justiça julgarás o teu próximo.” Levítico 19:15
DECRETO SOBRE OS LIMITES CONSTITUCIONAIS DAS CORTES
Declaramos que a Constituição brasileira não será esvaziada pela concentração de poder.
Que o Supremo Tribunal Federal seja fortalecido em sua legítima missão de guardar a Constituição, mas que também exista sabedoria para reconhecer os limites estabelecidos pela própria ordem constitucional.
Declaramos equilíbrio entre os Poderes.
Que o Executivo governe.
Que o Legislativo legisle.
Que o Judiciário julgue.
Que nenhum Poder absorva permanentemente a competência do outro e que a omissão de uma instituição não seja transformada em justificativa para a expansão ilimitada de outra.
Que os limites sejam restaurados, as competências respeitadas e a ordem preservada.
“Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.” 1 Coríntios 14:40
DECRETO SOBRE A VIDA, A FAMÍLIA E OS PRINCÍPIOS DE DEUS
Declaramos proteção sobre a vida humana.
Declaramos proteção sobre as crianças e sobre aqueles que ainda não possuem voz para se defender.
Declaramos que a dignidade humana não será tratada segundo conveniências políticas, mas reconhecida como um valor que deve ser protegido.
Declaramos proteção sobre a família e sobre os princípios que, segundo nossa fé, foram estabelecidos por Deus para a preservação da sociedade.
Que questões profundas relacionadas à vida, à família, à moralidade, à liberdade e à propriedade não sejam decididas por imposição ideológica, mas recebam o devido debate, responsabilidade e prudência.
“Defendei o pobre e o órfão; fazei justiça ao aflito e necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.” Salmos 82:3-4
DECRETO CONTRA A CORRUPÇÃO NO SISTEMA DE JUSTIÇA
Declaramos que a corrupção não permanecerá escondida dentro do sistema de Justiça.
Que todo esquema de favorecimento ilícito, tráfico de influência, compra de decisões ou utilização indevida da função pública seja exposto, investigado e interrompido.
Declaramos que cargos, posições, amizades e influência não serão escudos para proteger a corrupção.
Que aqueles que receberam responsabilidade para investigar tenham coragem para investigar.
Que aqueles que receberam responsabilidade para denunciar tenham independência para denunciar.
Que aqueles que receberam responsabilidade para julgar tenham liberdade para julgar.
E que nenhuma pessoa seja protegida simplesmente porque ocupa posição elevada.
“Não tomarás suborno; porquanto o suborno cega os olhos dos sábios e perverte as palavras dos justos.” Deuteronômio 16:19
DECRETO CONTRA A VENDA DE SENTENÇAS E DECISÕES
Nós declaramos que a Justiça brasileira não está à venda.
Que todo esquema de venda de sentenças, decisões, liminares, votos, influência ou favorecimentos que efetivamente exista seja descoberto e desmantelado.
Declaramos proteção sobre os magistrados que recusam o dinheiro ilícito, sobre os servidores que rejeitam a corrupção e sobre aqueles que denunciam aquilo que está errado.
Que a integridade prevaleça sobre a vantagem.
Que nenhuma sentença tenha preço.
Que nenhuma consciência seja comprada.
Que nenhum processo seja decidido pela influência econômica de uma das partes.
“O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça.”Provérbios 17:23
DECRETO PELO FORTALECIMENTO DOS JUÍZES JUSTOS
Declaramos fortalecimento sobre todos os magistrados brasileiros que permanecem íntegros.
Que os juízes justos não sejam intimidados.
Que não sejam enfraquecidos pelo isolamento.
Que não sejam perseguidos por recusarem participar daquilo que consideram errado.
Que recebam coragem para decidir contra interesses poderosos quando a justiça assim exigir.
Declaramos proteção sobre suas famílias, suas mentes e suas consciências.
Que sejam livres do medo, da vaidade, da sedução do poder e do amor ao dinheiro.
Que Deus levante uma geração de magistrados que possa ocupar posições elevadas sem permitir que a posição governe seu coração.
E proclamamos novamente a promessa:
“Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, e os teus conselheiros, como no princípio.” Isaías 1:26
DECRETO DE SABEDORIA E DISCERNIMENTO
Declaramos sabedoria sobre os juízes, desembargadores e ministros brasileiros.
Que tenham inteligência para compreender a lei, discernimento para analisar os fatos e humildade para reconhecer seus próprios limites.
Que não julguem precipitadamente.
Que ouçam antes de concluir.
Que examinem antes de condenar.
Que ponderem antes de decidir.
Que compreendam que atrás de cada processo existem pessoas, famílias, patrimônios, liberdades e destinos.
Declaramos que a sabedoria e o discernimento governarão as decisões judiciais.
“A justiça, somente a justiça seguirás.” Deuteronômio 16:20
DECRETO DO TEMOR DO SENHOR SOBRE O JUDICIÁRIO
Declaramos o temor do Senhor sobre o sistema de Justiça brasileiro.
Que os magistrados compreendam o peso da autoridade que carregam.
Que toda decisão seja acompanhada da consciência de que o poder de julgar a vida de outra pessoa exige responsabilidade.
Que o temor seja maior do que a vaidade.
Que a consciência seja maior do que a pressão política.
Que a integridade seja maior do que a oportunidade de enriquecimento.
Que a justiça seja maior do que qualquer interesse pessoal.
“Agora, pois, seja o temor do Senhor convosco; guardai-o e fazei-o, porque não há no Senhor nosso Deus injustiça, nem acepção de pessoas, nem aceitação de suborno.” 2 Crônicas 19:7
DECRETO DE JUSTIÇA E RETIDÃO SOBRE AS CORTES
Nós declaramos que justiça e retidão serão novamente a medida sobre as Cortes brasileiras.
Que o pobre e o poderoso sejam julgados pela mesma medida.
Que a influência não determine o resultado de um processo.
Que o inocente encontre proteção.
Que aquele que pratica injustiça encontre responsabilização.
Que a lei não seja dura para os fracos e flexível para os poderosos.
Declaramos que a justiça será restaurada como fundamento da autoridade judicial.
“E porei o juízo por linha e a justiça por prumo.” Isaías 28:17
DECRETO PELO LEVANTAMENTO DE HOMENS E MULHERES JUSTOS
Declaramos que Deus levantará homens e mulheres preparados para ocupar posições de autoridade no sistema de Justiça:
Magistrados que conheçam as leis.
Magistrados que tenham discernimento.
Magistrados que possuam coragem.
Magistrados que não se vendam.
Magistrados que não sejam governados pela opinião pública.
Magistrados que conheçam o peso da palavra “justiça”.
Declaramos que novas gerações chegarão aos tribunais com inteligência, preparo, equilíbrio e integridade.
“E tu, Esdras, segundo a sabedoria do teu Deus, que possuis, nomeia magistrados e juízes que julguem todo o povo.” Esdras 7:25
DECRETO SOBRE O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Nós colocamos especificamente diante de Deus o Supremo Tribunal Federal.
Declaramos que a Suprema Corte brasileira será conduzida à responsabilidade de sua missão constitucional.
Que seus ministros tenham sabedoria, prudência e humildade.
Que nenhuma autoridade individual se torne maior do que a própria instituição.
Que nenhuma instituição se considere maior do que a Constituição que recebeu a missão de guardar.
Declaramos que toda influência ilegítima seja removida, todo interesse contrário à justiça seja frustrado e toda corrupção efetivamente existente seja trazida à luz.
Declaramos também força sobre aqueles que desejam agir corretamente dentro da Corte.
Que a verdade seja maior do que a conveniência, que a justiça seja maior do que a política e que a Constituição seja maior do que os interesses pessoais.
DECRETO FINAL SOBRE AS CORTES DO BRASIL
Nós nos posicionamos em oração e declaramos sobre o Poder Judiciário brasileiro:
Justiça igual para todos.
Declaramos a restauração dos juízes justos e dos conselheiros sábios, conforme Isaías 1:26.
Declaramos que a justiça e a retidão serão a linha de medida, conforme Isaías 28:17.
Declaramos o temor do Senhor sobre aqueles que julgam, conforme 2 Crônicas 19:7.
Declaramos sabedoria e discernimento sobre as decisões dos magistrados, conforme Deuteronômio 16:18-20.
Declaramos o levantamento de homens e mulheres preparados e íntegros para exercer autoridade, conforme Esdras 7:25.
Declaramos que a corrupção não vencerá a integridade.
Declaramos que o poder não vencerá a justiça.
Declaramos que o medo não silenciará os justos.
Declaramos que a política não dominará a Justiça.
Declaramos que nenhuma sentença estará à venda.
Declaramos que os juízes justos serão fortalecidos.
Declaramos que a verdade será trazida à luz.
Declaramos que a ordem será restaurada.
Declaramos que as instituições compreenderão seus limites.
E acima de toda autoridade humana, reconhecemos Deus como o supremo Juiz.
“Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma; pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios.” Isaías 42:1
Senhor, estabelece justiça, retidão, sabedoria, discernimento e temor sobre as Cortes brasileiras.
Fortalece os juízes justos.
Levanta conselheiros sábios.
Protege os íntegros.
Expõe a corrupção.
Estabelece limites.
Restaura a Justiça.
Até que o Brasil e suas cortes estejam de joelhos diante do Trono de Deus!




